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Em comemoração ao Dia da Árvore, crianças da LBV participam de ação ambiental

(Foto: Divulgação LBV)

Nesta quinta-feira (20) crianças atendidas pela Legião da Boa Vontade (LBV), em Itinga/Lauro de Freitas, participaram de atividade ambiental no jardim do Centro Comunitário de Assistência Social da Instituição. A iniciativa é para celebrar o Dia da Árvore e tem o objetivo de despertar a consciência ecológica nos pequenos.As crianças realizaram o plantio de mudas de árvores Ypês amarelas e rosas, todas as mudas foram cedidas pela Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh) de Lauro de Freitas. Para a atividade, os meninos e meninas tiveram acompanhamento dos educadores sociais, que no decorrer do plantio, iam reforçando a importância de preservar o meio ambiente. 

Os pequenos ainda aprenderam que após colocar a muda na terra é necessário ter a responsabilidade de cuidar dela todos os dias para garantir o seu desenvolvimento” Todos os dias quando eu chegar aqui, vou pedir água para jogar nela porque senão ela vai morrer”, disse Ana Beatriz, de 6 anos. Atividades como essa proporcionam experiências práticas para as crianças e as estimulam a ter pequenas atitudes que podem contribuir para a preservação ambiental. Alan, de 11 anos, fez questão de reforçar que simples hábitos podem ajudar a natureza e ainda deixou uma dica: "É importante que a gente sempre leve um saquinho na mochila para guardar o lixo. Se todo mundo fizer isso, ajudaremos o meio ambiente”, garantiu. A Legião da Boa Vontade busca despertar o sentimento de amor e cuidado com o ecossistema. “A atividade socioeducativa foi planejada visando proporcionar conhecimento e conscientização da importância de cuidar do meio ambiente como um todo. Desta forma, falamos hoje sobre reciclagem e atitudes que podem ajudar a natureza, como: apagar a luz, economizar a água e separação do lixo”, disse o psicólogo da Instituição, Miquéias Pereira. Na LBV, durante todo o ano, crianças, jovens e idosos atendidos participam de atividades ecológicas e sustentáveis, que visam desenvolver a consciência ambiental através de seus programas socioeducacionais.

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Vice-prefeito Édio Pereira esclarece a questão da derrubada de pés de gameleira na Vila Presidente Vargas

A derrubada teria sido feita, inclusive, em parceria com a Magnesita, segundo o vice-prefeito (Foto: Luciano Santos | 97NEWS)

Após uma denúncia dos moradores da Vila Presidente Vargas, referente à derrubada de pés de gameleira nas proximidades da Vila de Catiboaba, foi veiculada uma matéria tratando sobre o fato, o qual teria, segundo os autores das derrubadas das árvores, uma orientação do vereador José Carlos de Jonas. Visando esclarecer a questão, tentamos, por diversas vezes, contato com o secretário de Agricultura e Meio Ambiente, Charles Granger, mas sem sucesso. Diante disso falamos com o vice-prefeito Édio Pereira, que estava a par da situação, o qual esclareceu todo o episódio. “Houve um grande equívoco por parte das pessoas que fizeram a derrubada das gameleiras, pois, primeiramente o vereador Zé Carlos de Jonas não tem poder para dar uma autorização dessa natureza e, outra, a ação faz parte das obras de urbanização da Vila Presidente Vargas, onde estão sendo pavimentadas várias ruas”, explicou Pereira. Ele ainda declarou que “as árvores, que não são protegidas pela lei ambiental, inclusive serão replantadas, mas, da forma como estavam, iriam prejudicar o projeto de urbanização. A administração municipal tem toda a consciência nesse sentido”. E encerrou dizendo que “então, que fique claro, o vereador Zé Carlos de Jonas não tem nada a ver com essa situação”.



Moradores denunciam desmatamento na Vila Presidente Vargas em Brumado

Vários pés de gameleira já foram arrancados no local que fica na faixa de servidão da ferrovia da FCA (Foto: Luciano Santos | 97NEWS)

A crise severa que passa o planeta na área ambiental, que vem despertando a consciência humana, vem provocando repúdio às ações de crimes contra o meio ambiente, sendo o desmatamento um dos principais. Neste contexto, atitudes desta natureza têm que ser devidamente repudiadas e, foi esse o sentimento de vários moradores da Vila Presidente Vargas em Brumado, os quais, ao se depararem na tarde desta sexta-feira (14) com uma ação de derrubada de várias figueiras mata-pau, as populares gameleiras, que, mesmo sem estarem inseridas no grupo de vegetação protegida pelo código ambiental, são consideras muito benéficas, já que funcionaram como uma espécie de filtro contra os poluentes que são expelidos por uma empresa mineradora que atua no município.

Moradores e um vigilante da empresa mineradora solicitaram que a ação de desmatamento fosse encerrada (Foto: Luciano Santos | 97NEWS)

Segundo o porta-voz da denúncia, que pediu reserva de identidade, 3 homens estavam cortando as referidas árvores, que fica na área de servidão da rodovia da FCA, próximo à Vila de Catiboaba, quando os moradores chegaram junto com um vigia da empresa e solicitaram que a ação de desmatamento fosse interrompida. Os mesmos alegaram que tinham recebido uma ordem de um vereador para realizar o serviço, mas não tinham nenhuma autorização oficial nesse sentido. O 97NEWS buscou contato com a assessoria do referido vereador para tentar esclarecer a situação, mas não obtivemos êxito. Tentamos contato com o secretário municipal de Agricultura, Charles Granger, mas não também não conseguimos contato. Existe a possibilidade de que a ação possa mesmo ter uma autorização do município, o que deixamos aqui todos os espaços para os devidos esclarecimentos.

No local também vêm sendo despejado muito entulho (Foto: Luciano Santos | 97NEWS)


Projeto alternativo que valoriza o lazer e o meio ambiente transforma cenário do Bairro Apertado do Morro

O projeto promoveu uma transformação visual muito positiva na entrada do bairro (Foto: Luciano Santos | 97NEWS)

A falta de ações mais abrangentes, especialmente na área de infraestrutura, faz com que muitos bairros periféricos de Brumado acabem no esquecimento e isso vem provocando uma onda de sucessivas reinvindicações ao poder público para que essa situação negativa seja revertida. Enquanto isso ainda não se estabelece, alguns exemplos começam a aparecer e mostrar que, mesmo sem apoio, é possível revitalizar os espações. No bairro Apertado do Morro, um dos que mais sofre com a falta de ações mais impactantes, um grande exemplo disso está ganhando notabilidade. Tudo começou com a iniciativa do morador Josemar dos Santos Oliveira, o popular “Bolacha”, o qual, após observar de forma mais criteriosa que a sua comunidade vinha reclamando por causa do lixo acumulado na entrada do bairro, ele decidiu reverter a situação e tornar a entrada do bairro muito mais bonita e agradável. Com pneus velhos e descartados na natureza, ele realizou uma grande atualização artística, tendo um enfoque muito interessante no quesito jardinagem, onde foram colocados vários tipos de plantas, o que tornou o ambiente muito mais agradável e atraente. A ideia agradou tanto, que outros moradores começaram a participar da iniciativa, e resolveram montar um parquinho para crianças. Com a participação da coletividade foi montado um balanço, uma gangorra e o jardim. O ambiente entre os moradores ficou muito melhor, tanto que outras pessoas de outros bairros da cidade já disseram que vão copiar a ideia, e levar a projeto de Josemar para praças abandonadas e terrenos que são usados como lixão. Então fica aí a prova que quando a comunidade se une, mesmo sem apoio do poder público, é possível criar espaços alternativos e fazer com que os locais se tornem áreas de lazer e entretenimento para os moradores.

O parquinho criou um espaço de lazer muito interessante para as crianças (Foto: Luciano Santos | 97NEWS)


Cidades brasileiras não têm planos para resíduos sólidos

(Foto: P+G Comunicação Integrada)

De acordo com o Perfil dos Municípios Brasileiros (Munic 2017), que acaba de ser divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), quase metade das 5.570 cidades brasileiras não tem atualmente um plano integrado para o manejo do lixo. A informação é grave, por ter um plano de resíduos sólidos é indispensável para que prefeituras recebam recursos, financiamentos e incentivos da União para a área. O plano deve conter, por exemplo, obrigatoriedades que incluem metas de redução de rejeitos via reciclagem e reutilização, regras para o transporte, limpeza urbana, gerenciamento do lixo e diagnósticos regulares. Segundo o estudo, Paraná (83,1%) e Mato Grosso (86,1%) são os estados com os maiores índices de cidades com planos de resíduos sólidos. Na outra ponta, com os menores índices, aparecem Bahia (22,1%) e Piauí (17,4%).

(Foto: P+G Comunicação Integrada)

A Logística Reversa, que visa tornar empresas e indústrias dos mais variados segmentos responsáveis por todo o ciclo de vida útil de um produto, promovendo a reutilização ou o descarte correto dos bens de consumo, deveria fazer parte dos planos municipais, mas ainda é pouco difundida no Brasil. Além de representar um processo vital para o desenvolvimento sustentável do planeta, o processo de restituição dos resíduos sólidos ao setor industrial é mais do que uma orientação e está previsto em lei. Em 2010, o governo brasileiro implantou a Política Nacional de Resíduos Sólidos – PNRS, lei nº 12.305, que define a Logística Reversa como um instrumento de desenvolvimento econômico e social caracterizado por um conjunto de ações, procedimentos e meios destinados a viabilizar a coleta e a restituição dos resíduos sólidos ao setor empresarial, para reaproveitamento, em seu ciclo ou em outros ciclos produtivos, ou outra destinação final ambientalmente adequada. 

(Foto: P+G Comunicação Integrada)

A lei prevê a redução, reutilização e reciclagem na geração de resíduos, além de regulamentar e impor a implementação de sistemas de produção e consumo consciente a fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes. Segundo o advogado mestre em direito empresarial Emanuel Fernando Castelli Ribas, a legislação se aplica a grande parte do setor empresarial. “Todas as sociedades empresárias que de algum modo, por meio de sua atividade, direta ou indiretamente gerem resíduos sólidos, são obrigadas a desenvolver ações relacionadas à gestão integrada e ao gerenciamento destes resíduos”, afirma. As consequências para as instituições inclusas que não se ajustarem às leis podem ser legalmente responsabilizadas pelos danos causados.  “Independentemente da existência de culpa, as sanções previstas em lei, em especial às fixadas na Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, conhecida como Lei de Crimes Ambientais, vão desde a aplicação de multa pecuniária, podendo gerar em casos mais graves a interdição/suspensão das atividades da empresa”, explica. No Paraná, o Instituto de Logística Reversa – ILOG atua desde 2016 auxiliando instituições de todos os portes a adotarem e desenvolverem práticas sustentáveis em cumprimento das políticas de Logística Reversa do Estado do Paraná e da União. “Um futuro sustentável no universo corporativo depende de práticas que garantam a preservação ambiental, e nós auxiliamos as empresas a se adequarem à lei e definir estratégias que entendam a Logística Reversa como parte integrante dos processos como um todo. Nós viabilizamos parcerias entre a iniciativa privada, governos estaduais e municipais e cooperativas de catadores afim de reintegrar materiais reutilizáveis como papel, vidro, PET e plásticos ao seu processo produtivo originaI e isso colabora diretamente com a estruturação rápida de um setor empresarial pautado na sustentabilidade”, comenta Nilo Cini Junior, presidente do ILOG. Para Emanuel Fernando Castelli Ribas, as leis referentes ao segmento são cruciais, pois só a conscientização voluntária ainda é insatisfatória para que a Logística Reversa seja integrada como um processo natural. “Hoje, em geral, no cenário nacional, a eficácia dos planos de Logística Reversa só podem ser aferidos com a execução destes, mas há atualmente uma grande mobilização nacional para dar cumprimento à lei ainda na fase gestacional dos projetos, e leis e iniciativas como as realizadas pelo ILOG no Paraná e a da CETESB no Estado de São Paulo, que estabelece a inclusão da Logística Reversa como condicionante para emissão ou renovação de licenciamento ambiental, são uma boa solução para dar impulso e mais efetividade as normas que regem o assunto”, completa o especialista.

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O CMEAS e a Conscientização em Foco!

Joilson Bergher, professor de História e Filosofia, com ênfase em Ética, na Rede Municipal de Ensino -Brumado (Foto: Arquivo Particular)

O mundo se deu conta em 1992, de forma concreta que a humanidade e sua relação com o planeta não poderia se dá mais apenas numa relação de exploração eminentemente capitalista. 26 anos depois da realização daquela que ficou conhecida como Rio-92, Eco-92 ou Cúpula da Terra —, que aconteceu 20 anos depois da primeira conferência do tipo em Estocolmo, Suécia, os países reconheceram o conceito de desenvolvimento sustentável e começaram a moldar ações com o objetivo de proteger o meio ambiente. Desde então, estão sendo discutidas propostas para que o progresso se dê em harmonia com a natureza, garantindo a qualidade de vida tanto para a geração atual quanto para as futuras no planeta. Na Rio-92, ficou acordado, então, que os países em desenvolvimento deveriam receber apoio financeiro e tecnológico para alcançarem outro modelo de desenvolvimento que seja sustentável, inclusive com a redução dos padrões de consumo — especialmente de combustíveis fósseis (petróleo e carvão mineral). Com essa decisão, a união possível entre meio ambiente e desenvolvimento avançou, superando os conflitos registrados nas reuniões anteriores patrocinadas pela ONU, como na Conferência de Estocolmo.

 

Atualizando esse diálogo, estamos no ano de 2018, d.C., com ele, novas demandas, a partir de uma definição conceitual do que seja Meio Ambiente, a nosso ver - um conjunto de unidades ecológicas que funcionam como um sistema natural, e incluem toda a vegetação, animais, micro-organismos, solo, rochas, atmosfera e fenômenos naturais que podem ocorrer em seus limites. Neste particular, seguindo o que preconiza os parâmetros curriculares no Brasil, nesse momento de solapamento de direitos dos trabalhadores, incluindo-se os professores brasileiros, o Colégio Agamenon Santana, o CMEAS, em Brumado, em coletivo, com a sua Gestão Administrativa, seus professores, seus alunos, seus técnicos administrativos e demais trabalhadores daquela unidade de educação, de mão dadas vem contribuindo de forma decisiva para melhorar o conhecimento em diversas áreas, em Brumado, se lançou no diálogo coletivo e ações voltadas para o Meio Ambiente ao realizar mais um projeto de porte social e participativo, dessa vez com o mote, - “Consciência Ambiental em Foco”, onde em debate estava a possibilidade de o homem como Ser fundante ser a grande possibilidade de melhora do  ambiente ainda habitável. Importante frisar a importância que, em Brumado, se faz urgente ações de saneamento ambiental, relacionadas ao abastecimento de água, ao tratamento e destinação de resíduos sólidos (lixo) e à macrodrenagem urbana, sendo inclusive uma demanda intensa em toda essa região, conhecida no Brasil de região semi-árida nordestina onde fundamentalmente, é caracterizada pela ocorrência do bioma da caatinga, que constitui o sertão.


Foi importante orientar os alunos do Cmeas no sentido de, primeiro construir, facilitar, abstrair da possibilidade de conscientização do fazer-ambiental para além do apenas “jogue o lixo no lixo”, aliada a conscientização ficou claro que no tópico agua, por exemplo, em Brumado e região vive-se, um quadro de penúria hídrica, tendo no Rio do Antônio, na pior das hipóteses, uma ação inconsequente, ou seja, a sua destruição. Aliás, segundo o Blog do Modera, acessado em 10 de Junho, 2018, é dito que, -“Vivemos na região fisiográfica do semi-árido brasileiro, onde predominam os períodos de estiagem e os cursos d’água são em sua maioria temporários. A partir desta realidade, refletimos que é uma incoerência muito grande degradar o Rio do Antônio, o qual é útil ao abastecimento humano, às atividades econômicas, à dessedentação animal e à irrigação.


Portanto, no coletivo o Cmeas está devidamente integrado as discussões que rola no Planeta acerca da solidariedade no entorno do planeta, tendo no espaço que cerca o Cmeas a possibilidade de um re-começo coletivo. Com ações que irão além do não jogar uma simples embalagem de doces no chão, mas sim a felicidade de numa manhã, a tarde, ou a noite encontrarmos não mais todas as mudas arrancadas e jogadas no canteiro central da rua, ou alguém que não “deu a cara” no mutirão porque não estava nem um pouco feliz com a ideia do jardim. A lição aprendida desses dias tem que ser objetiva, propositiva, provocativa também. Apesar de morarmos e trabalharmos no bairro, não tínhamos feito a lição de casa direito, ou seja, na ânsia de fazer o jardim florir não demos prioridade ao envolvimento de toda a comunidade no projeto. O melhor é virar a página e começar de novo? Mas reconhecendo o senso de pertencimento da comunidade e pela iniciativa continuada do projeto “Conscientização em Foco”, é possível transformar a Escola e a vizinhança em eco-bairros...

 

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Modera participa de abertura do Projeto de Consciência Ambiental do CMEAS

(Foto: Divulgação)

Atendendo convite da Direção do Centro Municipal de Educação Agamenon Santana – CMEAS, membros do MODERA estiveram na abertura do Projeto Consciência Ambiental em Foco, que aconteceu por meio de uma caminhada pelos principais logradouros da Cidade de Brumado - BA, no último dia 07 de junho, em homenagem do Dia Mundial do Meio Ambiente _ 5 de junho. Durante a caminhada, alunos do CMEAS empunharam faixas do MODERA, reivindicando a revitalização do Rio do Antônio e fazendo objeção às barragens do agronegócio na Sub-Bacia do Alto Contas, as quais podem diminuir a quantidade e qualidade da água daquela Sub-Bacia e por conseguinte da Barragem de Cristalândia. O Projeto Consciência Ambiental em Foco teve o objetivo de estimular, preparar e propagar a conscientização pela conservação do meio ambiente e envolveu pais, professores e alunos do ensino regular do CMEAS. As suas atividades consistiram em apresentações de música, dança e teatro, bem como no funcionamento de stands, abordando temas como água, lixo, saneamento básico e as doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. Como reflexão para o Dia do Meio Ambiente, o MODERA reafirma que os seres estão interligados e que o ser humano precisa voltar a se sentir parte da natureza, respeitando todos os seus seres e os seus ciclos, sob pena de ao extinguir os seres da natureza, extinguir a si mesmo.



Poluição plástica é tema do Dia Mundial do Meio Ambiente 2018

Poluição provocada pelos plásticos é tragédia ambiental global que contamina o solo e os mares - (Martine Perret/ONU Meio Ambiente/Direitos reservados)

O Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado hoje (5), tem como tema este ano  “#AcabeComAPoluiçãoPlástica”. O objetivo da ONU Meio Ambiente é chamar a atenção da sociedade para reduzir a produção e o consumo excessivo de produtos plásticos descartáveis. Em 2018, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), a data soma esforços à campanha, para combater o lixo marinho e mobilizar todos os setores da sociedade global no enfrentamento deste problema, que se não for solucionado poderá resultar em mais plástico do que peixes nos oceanos até 2050. Segundo as Nações Unidas, a poluição plástica é considerada uma das principais causas atuais de danos ao meio ambiente e à saúde. Por ano, são consumidas até 5 trilhões de sacolas plásticas em todo o planeta. Ainda segundo a ONU Meio Ambiente, a cada minuto, são compradas 1 milhão de garrafas plásticas e 90% da água engarrafada contêm microplásticos. De acordo com o organismo internacional, metade do plástico consumido no mundo é descartável e pelo menos 13 milhões de toneladas vão parar nos oceanos anualmente, afetando 600 espécies marinhas, das quais 15% estão ameaçadas de extinção. Mais de 100 países se uniram sob o slogan do Dia Mundial do Meio Ambiente deste ano e se comprometeram com atividades, como mutirões de limpeza de praias e florestas, e anúncios de políticas públicas voltadas ao descarte e consumo responsável do plástico. Para o diretor executivo da ONU Meio Ambiente, Erik Solheim, este é um momento crucial para reverter a maré de poluição global. “Precisamos encontrar soluções melhores e mais rápidas do que nunca. Desistir não é uma opção para nós. Agora é a hora de agir juntos - independentemente da nossa idade - pelo bem do nosso planeta”, disse, em nota.



Brumado: Brumadense transforma pneus velhos em bacias, chinelos e lixeiras contribuindo também para o meio ambiente

Jorge afirma ter muito orgulho de sua atividade de artesão (Foto: Luciano Santos | 97NEWS)

Transformar pneus velhos em bacias, lixeiras ou até mesmo em lixeiras. Essa é a forma de colocar a comida dentro de casa do brumadense Jorge dos Santos Cardoso, de 25 anos, que é morador do Bairro São Jorge, em Brumado. Ele recolhe pneus velhos e os transforma nesses produtos.  O artesão começou a fazer este trabalho desde criança, aos 10 anos de idade, acompanhando seu pai fazer belos trabalhos com pneus velhos. “Cresci vendo meu pai trabalhar com essa arte há 45 anos, e, naturalmente, aprendi a técnica. Demorei 90 dias para conseguir fazer o primeiro”, afirma. Jorge faz as artes em pneus na casa do seu pai, em um ateliê montado em um cômodo nos fundos da sua residência. Antes ele ajudava seu pai a cortar os pneus e, depois, pintá-lo, mas devido a um problema de saúde, seu pai está hospitalizado e precisa ser transferido para uma UTI em Vitória da Conquista. "Nesse momento uso este espaço para pedir ao poder público que consiga uma transferência para meu pai, pois ele necessita dessa transferência para que seu quadro de saúde não se agrave", pediu Jorge. O jovem também vai ter que passar por uma cirurgia. Em março deste ano, ele retirou uma hérnia, mas como não deu repouso, a cirurgia se abriu e o problema voltou, "não podia parar de trabalhar, com meu pai internado, precisava colocar a comida dentro das duas casas, o médico me pediu repouso de 30 dias, só fiquei 12 dias parado. Não aguentei, e voltei. No momento vou ter que fazer outro procedimento, e ficar parado, mas isso já me preocupa. Quem vai sustentar nossa família?", lamentou. Mas mesmo com a enfermidade do seu pai, e suas dificuldades, Jorge relata que o mais difícil nessa profissão, são as pessoas que ainda discriminam a representativa do artesanato. "Muitas vezes eu estou na rua recolhendo pneus, e as pessoas olham para mim e dão risadas, ou até mesmo nem olham, me ignoram. Mas enquanto eles zombam, eu faço arte e coloco o pão de cada dia em minha casa", desabafou o artista. Com 12 anos de experiência cortando pneus, Jorge diz que continua o que seu pai começou. “O mais complicado é cortar o pneu, antes não tínhamos experiência e nem uma máquina específica. Como o pneu tem um arame, o mais difícil é retirá-lo, para não ficar nenhuma farpa e machucar alguém”, afirma. A matéria prima vem de borracharias e locais que descartam os pneus. E o que era lixo se transforma mais uma vez e ainda ajuda manter a família. “Ajuda no orçamento sim, mas o mais gratificante é pegar um pneu cru, sujo e feio, e transformá-lo em arte”, afirma. O artista disse que os seus maiores clientes são os moradores da zona rural. "Vendo muito para os criadores de gado, eles usam as bacias para colocar ração para os animais". Ainda segundo ele, a média de preços dos produtos variam de R$ 20 a R$ 50. "Aqui eu fabrico bacias, lixeiras, chinelos e caqueiro, a arte é infinita", destacou. Para os interessados em adquirir os produtos do artesão, basta procurá-lo na Rua Santa Rita, 100, no bairro São Jorge, o telefone para contato, (77) 9.9871-0227. Pneus jogados em lugares irregulares são um dos principais criadouros do mosquito da dengue. Além disso, o tempo de degradação de um pneu no meio ambiente é indeterminado. “Isso é o mais importante. Um pneu que poderia ir para o lixo, vira uma obra de arte, ajudando a preservar o meio ambiente e também a dengue. Todos os meus trabalhos eu faço furos para vazar a água e não virar criadouro da dengue”, pontuou.



Malhada de Pedras: ‘Lixão do Capinal’ continua revoltando moradores

Para piorar a situação, colocam fogo no lixo liberando uma fumaça tóxica que prejudica a vida dos moradores (Foto: 97NEWS)

A presença de lixões em algumas cidades do Norte e Nordeste ainda é muito comum, o que comprova a falta de compromisso com as questões ambientais por parte dos governantes. A questão ainda está sob “as vistas grossas” do governo federal, que por meio da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), através da lei de n° 12.305, de 2010, determinou que todos os municípios brasileiros dessem um fim nos lixões a céu aberto e implantassem aterros sanitários, só que prorrogações sistemáticas deixaram o processo no “campo dos sonhos”. Uma nova denúncia enviada à redação do 97NEWS nesta quarta-feira (25) vem comprovar ainda mais essa situação que, infelizmente, ainda é uma realidade, mesmo estando em pleno século XXI. A denúncia foi feita pelos moradores da Comunidade de Capinal Salvador, zona rural de Malhada de Pedras, os quais dizem não suportar mais um grande lixão que está cada vez mais próximo das residências. Segundo especulações, o próprio município estaria despejando o lixo recolhido na cidade, o que é um fator agravante e pode, caso seja comprova, se constituir num crime ambiental. Certo é que a quantidade de lixo vem aumentando de forma significativa, com uma agravante que, no período noturno, pessoas acabam colocando fogo no lixo, criando uma fumaça tóxica que está causando problemas de saúde nos moradores, que já fizeram inúmeras reclamações, mas, até agora, o problema não foi resolvido, muito pelo contrário, só piorou, o que vem comprovar uma falta de consciência ambiental das autoridades sanitárias.



Brumado: Modera participa das Conferências do Meio Ambiente

Iniciativa dos Ministérios do Meio Ambiente e da Educação, a Conferência Infantojuvenil pelo Meio Ambiente trata-se de um processo democrático, participativo e de ação de educação ambiental, envolvendo estudantes, professores e os demais segmentos da comunidade escolar para dialogar, refletir e realizar ações coletivas pela sustentabilidade na escola e no seu entorno. Além do primeiro momento na escola, a Conferência ainda tem outros três, que são o Municipal e/ ou Regional, Estadual e Nacional. O processo de participação dos estudantes implica em levantamento dos problemas ambientais, pesquisas, elaboração e apresentação de projetos. Em sua quinta edição, a Conferência tem como tema “Vamos cuidar do Brasil cuidando das águas”. Como reconhecimento a sua história de mobilizações pela água e pelo Rio do Antônio, escolas da rede municipal de Brumado convidaram o MODERA, nas pessoas dos Coordenadores da Entidade, Capitão PM Henrique Moreira Rocha e o Professor Jorge Valério Rocha Gomes, para participar de suas conferências, fazendo apresentações musicais de cunho educativo ambiental e ministrando palestras, respectivamente. Os temas das palestras variaram entre generalizações sobre a água, a hidrografia do Município de Brumado e a problemática do Rio do Antônio. Atendendo aos convites formulados, os Coordenadores do MODERA estiveram na Conferência do CMEAS no último dia 27 de março; da Escola Clarice Morais no dia 28; da Graça Assis no dia 5 de abril e da Idalina Azevedo no último dia 6. Os projetos apresentados pelos estudantes do 6º ao 9º Ano abordaram o uso racional da água em casa; reutilização das águas de pias, bebedouros, sanitários e ar condicionado; torneira com sensor; coleta da água de chuva com calhas de garrafa pet; fossas ecológicas; Estação de Tratamento de Água – ETA e matas ciliares. Os Coordenadores do MODERA avaliaram que a Conferência Infantojuvenil pelo Meio Ambiente é muito edificante para a comunidade escolar, em especial aos estudantes, uma vez que proporciona a construção de conhecimentos sobre conteúdos ambientais e estimula o engajamento pelo meio ambiente, sendo que um dos objetivos da Conferência é criar e fazer funcionar a Comissão de Meio Ambiente e Qualidade de Vida – COM-VIDA na escola.     



Mundo: Declínio 'alarmante' no meio ambiente ameaça suprimento de alimento e energia, diz ONU

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

As atividades humanas estão causando um declínio alarmante na variedade da flora e da fauna na Terra e ameaçando os suprimentos de alimentos, água potável e energia, segundo um estudo de biodiversidade apoiado pela Organização das Nações Unidas (ONU) divulgado na última semana. A poluição, a mudança climática e os desmatamentos para liberar terras para o cultivo estão entre as piores ameaças à natureza, de acordo com os mais de 550 especialistas que formularam uma série de relatórios aprovados por 129 governos depois de conversas na Colômbia. "A biodiversidade, a variedade essencial de formas de vida na Terra, continua a declinar em todas as regiões do mundo", escreveram os autores. Quatro relatórios regionais cobriram as Américas, a Ásia e o Pacífico, a África, a Europa e a Ásia Central - todas as áreas do planeta, com exceção dos pólos e dos altos-mares. O relatório das Américas estimou que o valor da natureza para as pessoas, como lavouras, madeira, purificação de água ou turismo é de ao menos 24,3 trilhões de dólares por ano, o equivalente ao produto interno bruto (PIB) da região, do Alasca à Argentina. Quase dois terços destas contribuições naturais estão em declínio nas Américas, aponta o documento. "A biodiversidade e as contribuições da natureza para as pessoas soam para muitos como algo acadêmico e muito distante de nossas vidas diárias", disse Robert Watson, presidente da Plataforma Intergovernamental de Ciência e Política sobre Biodiversidade e Serviços para Ecossistemas (IPBES). 



Malhada de Pedras: Lixão revolta moradores e mostra falta de consciência ambiental

O lixão vem aumentando de forma considerável e com as queimadas que são feitas à noite, os moradores do local já não suportam mais (Foto: 97NEWS)

A presença de lixões em algumas cidades do Norte e Nordeste ainda é muito comum, o que comprova a falta de compromisso com as questões ambientais por parte dos governantes. A questão ainda está sob “as vistas grossas” do governo federal, que por meio da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), através da lei de n° 12.305, de 2010, determinou que todos os municípios brasileiros dessem um fim nos lixões a céu aberto e implantassem aterros sanitários, só que prorrogações sistemáticas deixaram o processo no “campo dos sonhos”. Uma denúncia enviada à redação do 97NEWS nesta sexta-feira (09) veio ilustrar essa situação que ainda, infelizmente, é muito comum. A denúncia foi feita pelos moradores da Comunidade de Capinal Salvador, zona rural de Malhada de Pedras, os quais dizem não suportar mais um grande lixão que está cada vez mais próximo das residências. Segundo especulações, o próprio município estaria despejando o lixo recolhido na cidade, mas não há confirmações sobre essa possibilidade. Certo é que a quantidade de lixo vem aumentando de forma significativa, com uma agravante que, no período noturno, pessoas acabam colocando fogo no lixo, criando uma fumaça tóxica que está causando problemas de saúde nos moradores, que já fizeram inúmeras reclamações, mas, até agora, o problema não foi resolvido, muito pelo contrário, só piorou, o que vem comprovar uma falta de consciência ambiental das autoridades sanitárias.



Vereadora Lia Teixeira participa de projeto em defesa do Meio Ambiente em Brumado

A vereadora Lia Teixeira plantando mudas com os alunos da Escola Élcio Trigueiro (Foto: Reprodução Facebook)

Mostrando uma alta conscientização sobre a importância em se desenvolver ações em defesa do Meio Ambiente, a vereadora Lia Teixeira participou na última sexta-feira (29) de uma ação integrada realizada pela Casa da Amizade e Rotary Club de Brumado, a qual aconteceu na Escola Municipal Élcio José Trigueiro. O grupo plantou mudas de Oiti, Pau Brasil e Castanha do Pará numa mobilização que envolveu alunos e professores da instituição escolar. Essa atividade acontece dentro de um projeto humanitário pela valorização da qualidade de vida que é realizando pela Casa da Amizade e pelo Rotary Club e que vem obtendo ótimas resultados com a atual geração, fortalecendo a consciência ambiental e contribuindo para um futuro bem mais promissor. A vereadora Lia Teixeira, que ainda participou no período noturno do projeto cultural Primaverantes, declarou que "a defesa do Meio Ambiente tem um lugar especial em nossa agenda de trabalho, pois, como representantes do povo temos que fazer a nossa parte para a construção de um mundo melhor para as futuras gerações". E finalizou destacando que "a receptividade dos alunos nos deixou ainda mais entusiasmada para dinamizar ainda mais essas ações em nosso município. O Rotary e a Casa da Amizade estão de parabéns e que venham a expandir ainda mais esse projeto tão importante". 

O grupo ficou muito satisfeito com a receptividade dos alunos e professores da Escola Élcio Trigueiro (Foto: Reprodução Facebook)


Brumado: Queimadas prejudicam a vida da população que está cada vez mais revoltada com a situação

É cada vez mais comum se flagrar queimadas em Brumado (Foto: Luciano Santos | 97NEWS)

O aumento de queimadas criminosas no município de Brumado nas últimas semanas, vem tirando o sossego da população, já que inúmeros transtornos vêm sendo provocados por essa ação criminosa, que, lamentavelmente, não vem tendo a devida punição por parte das autoridades responsáveis. Apesar do conhecimento que queimada é crime ambiental e que a pena para quem for pego provocando incêndios é de prisão de um a seis anos, além de multa, conforme o Art. 54 da Lei Federal 9.605 de 12/2/98, esses episódios vêm ocorrendo com bastante frequência, deixando transparecer que a impunidade parece mesmo campear no município de Brumado nesse sentido, pois raramente os responsáveis são punidos. A redação do 97NEWS recebeu na manhã deste sábado (30) várias reclamações de moradores dos bairros Santa Tereza, Olhos d'Água e circunvizinhanças, os quais expressaram a sua profunda revolta pelas sucessivas queimadas que vêm acontecendo na região. "Todos os dias esse ato criminoso é realizado como se estivéssemos numa terra sem lei. Isso é revoltante, pois se queimam todo o tipo de material, muitas vezes tóxicos, os quais estão prejudicando e muito a nossa saúde, tanto que muitas famílias estão tendo muitos gastos com remédios para tratar as doenças provocadas pela fumaça que é expelida", declaram os moradores que ainda fizeram questão de dizer que "onde estão as autoridades de nossa cidade que não agem, alguém poderia nos responder, ou será que estão fazendo vistas grossas para essa situação?". Fica aí o questionamento e o apelo para que se cumpra o rigor da lei contra os infratores.

Além de vegetação, inúmeros tipos de materiais são queimados, o que produz muitas vezes uma fumaça tóxica que prejudica a saúde da população (Foto: Luciano Santos | 97NEWS)


Zé Ribeiro não esconde preocupação com lixão que irá ser instalado na V.P. Vargas na Fazenda Campo Seco; 'o lençol freático está em risco', afirma

O vereador Zé Ribeiro vai solicitar um amplo debate com os moradores da Vila Presidente Vargas e do Campo Seco sobre o projeto (Foto: 97NEWS Conteúdo)

Enquanto Brumado não recebe o aterro sanitário, o município vai convivendo com os lixões controlados que, de tempos em tempos, têm que ser substituídos para outros locais, já que chegam ao seu limite máximo e se não forem renovados, causarão prejuízos ao meio ambiente. Esse tipo de episódio está se repetindo pela quarta vez, já que foi divulgada pelo Diário Oficial a locação de um imóvel na Fazenda Campo Seco com a finalidade da disposição de resíduos sólidos, ou seja, um novo lixão. Diante disso, o vereador Zé Ribeiro (PT), de forma imediata, não escondeu a sua preocupação com a situação, já que a Fazenda Campo Seco fica na região da Vila Presidente Vargas, próximo ao Rio do Antônio, que já está em estado moribundo devido ao alto grau de concentração de esgotos que são despejados pelos municípios da região e, agora, com o lixão, segundo o vereador "existe a contaminação do lençol freático e vem servindo para amenizar a situação preocupante de inúmeras famílias que utilizam cacimbas e poços artesianos para produção de alimentos, dessedentação animal e para buscar uma melhor convivência com a estiagem". Nesse contexto, Zé Ribeiro também é autor de uma importante indicação que foi apresentada no dia 09 de março de 2017, na qual, ele solicita do Poder Público Municipal a implantação do Projeto de Aterro Sanitário, bem como a instalação de uma Usina de Reciclagem. "A nossa preocupação é pertinente, tanto que já havíamos solicitado por meio de uma indicação a implantação do Aterro Sanitário em nosso município, para que os riscos ao meio ambiente sejam evitados", explicou o vereador que ainda descreveu que "esse projeto para a Fazenda Campo Seco é muito preocupante e tem que ser muito bem discutido, primeiramente com os moradores, por isso que iremos propor um amplo debate com os moradores, que serão os grandes prejudicados nessa história". Confira abaixo a íntegra da indicação:



Semar celebra o Dia da Árvore e alerta população para importância da arborização na cidade

O plantio de mudas na cidade foi valorizado durante a passagem do Dia da Árvore (Foto: Reprodução)

Nesta quinta-feira, 21 de setembro, é comemorado o Dia da Árvore e a Secretaria Municipal de Meio Ambiente - Semar chama atenção da população para a importância da preservação das árvores e para os benefícios da arborização para a qualidade de vida nas cidades. As árvores atuam diretamente sobre o clima, a qualidade do ar, reduzem a poluição sonora e podem reduzir a incidência de asma, câncer de pele e doenças relacionadas ao estresse, pois ajudam a diminuir a poluição do ar. Além disso, promovem sombreamento e um ambiente atrativo, calmo e adequado para recreação, atuando no equilíbrio da temperatura, bem como são refúgio indispensável à fauna remanescente nas cidades. Faça a sua parte: plante, não faça podas severas, não corte árvores. Plante, preserve e denuncie!



'Verde que te quero verde': Dia da Árvore é comemorado com projeto ambiental do CEEB

Os alunos participaram ativamente do projeto e da doação de mudas (Foto: Luciano Santos | 97NEWS)

A consciência ambiental que tem na preservação uma de seus maiores trunfos teve uma de suas datas emblemáticas comemoradas nesta quinta-feira (21), data em que se comemora o Dia da Árvore. Em Brumado uma das instituições que valorizou essa passagem foi o CEEP que realizou a segunda etapa do projeto "Verde que te quero verde", o qual foi idealizado pela turma do Meio Ambiente em 2016 e, neste ano, se expandiu para as outras turmas. Durante o dia alunos chamaram a atenção para as questões ambientais e fizeram a distribuição de centenas de mudas de árvores nativas para a comunidade. Segundo as idealizadoras do projetos, as professoras Lívia Andrade, Iacy Santos e Inara Leite, a avaliação foi muito positiva, pois os alunos conseguiram exprimir a essência da luta pela preservação ambiental e contribuíram com a semeadura de um mundo melhor.

 



Invasões nas margens da Barragem do Rio do Antônio estão colocando em risco a fauna e flora da Caatinga na região

Algumas invasões às margens estão flagrantes (Foto: 97NEWS)

A Barragem do Rio do Antônio, que abastecia Brumado normalmente até o episódio do grande colapso de 98/99, sendo, em seguida, substituída pela atual Barragem de Cristalândia, poderia ter sido transformada em um balneário ou grande área de lazer para a cidade, mas, ao contrário disso ele vem tendo uma destinação, no mínimo preocupante, já que o meio ambiente está ficando cada vez mais ameaçado. A equipe do 97NEWS esteve no local na manhã desta quinta-feira (31), atendendo a solicitação de pescadores e ribeirinhos que defendem a preservação do meio ambiente, os quais relataram denúncias de invasões nos limites da faixa de servidão na margem da Barragem. Segundo os denunciantes, alguns proprietários de chácaras e indústrias estão construindo muros que vão até a margem da barragem, o que já seria uma desobediência às normas impostas. Em contato com a Secretaria Municipal de Agricultura, Meio Ambiente e Recursos Hídricos, o órgão afirmou que vai realizar um levantamento das denúncias para serem tomadas as providências cabíveis. O ativista ambiental, membro do Modera, Aurino Ferreira, disse que tem conhecimento das invasões e que também já denunciou o caso para a secretaria. Ele ainda disse que essa mesma irregularidade está acontecendo às margens do Rio das Contas, na região da Barragem de Cristalândia que abastece Brumado. A Marinha do Brasil impõe um limite de 40 metros em margens de rios e reservatórios, o qual não pode ser desrespeitado sob pena de crime federal.  Com a construção desenfreada, caso medidas de impacto não sejam tomadas pelos setores competentes, poderemos ter, dentro de alguns anos, além de uma forte degradação ambiental, a extinção de animais e aves silvestres que vivem às margens da barragem e do Rio do Antônio, pois o seu habitat estará devastado.

A Barragem do Rio do Antônio é uma área de uma grande diversidade ecológica abrigando animais e aves da fauna e flora típica da Caatinga (Foto: Luciano Santos | 97NEWS)


Brumado: Podas indiscriminadas de árvores na mira da administração municipal

As podas indiscriminadas ainda acontecem com frequência na cidade de Brumado (Foto: Luciano Santos | 97NEWS)

Uma situação irregular, que é muito recorrente na cidade e que nunca teve uma devida punição, agora, parece que terá um olhar mais severo por parte da administração municipal que deverá endurecer muito a sua postura contra essas ações. A questão, inclusive foi abordada pelo prefeito Eduardo Vasconcelos em seu programa semanal de rádio, anunciando que medidas mais contundentes serão tomadas para punir os infratores. A previsão logo se cumpriu, pois nessa segunda-feira (28) prepostos da prefeitura estiveram no Bairro Jardim Brasil, mais precisamente no cruzamente entre as ruas Vereadora Ester Trindade Serra e Vereador Paulo Chaves para verificar uma denúncia de um possível crime ambiental que estaria sendo patrocinado por um morador que teria contratado os serviços de poda de uma empresa que não teria não teria o devido cadastro no setor do meio ambiente, que agora passará a ser obrigatório. Os indícios de desrespeito à legislação ambiental foram robustos, além do fato de que os resíduos da árvore foram jogados no meio da rua, atrapalhando o tráfego de veículos no local. Essa foi apenas um fato de tantos que acontecem no município, num rápido passeio pelo próprio bairro Jardim Brasil é fácil notar situações semelhantes, com podas indiscriminadas, que acabam também tirando as sombras das ruas, aumentando assim a sensção de calor, lembrando que Brumado é uma cidade em que o sol brilha intensamente na maior parte do ano. 

A prefeitura já está endurecendo a fiscalização e nessa segunda foi verificada uma denúncia de crime ambiental no Bairro Jardim Brasil (Foto: Ascom PMB)