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Apesar do otimismo econômico, empresas do setor elétrico tradicional devem passar por dificuldades

As fábricas de postes devem ser uma das mais afetadas (Foto: Reprodução)

As previsões apontam que o Brasil irá passar por um bom momento econômico, com o crescimento de vários segmentos, o que vem deixando o mercado bem otimista. Mas, mesmo diante desse quadro favorável, alguns setores ainda deverão enfrentar muitas dificuldades e, um deles, é o setor elétrico, mais especificamente as empresas que trabalham com a produção e fabricação de postes e similares, já que, além da quase complementação do programa Luz Para Todos que foi colocado em prática nos governos do PT, agora, nesse novo momento, com uma gestão totalmente diferenciada, não deverá receber atenção. Outro fator são as variações cambiais do mercado externo para as matérias primas para a fabricação de postes e similares, que estão ainda muito incertas, o que acaba deixando o quadro para essas empresas ainda mais negativo. E para encerrar com o crescimento das energias alternativas como a solar e a eólica, os olhos dos investidores se voltam para elas, já que é um nicho muito atrativo e que se mostra muito rentável.



Criatividade fiscal: Governadores promovem ‘tratoradas’ a fim de cumprir a LRF e escapar da prisão

Para tentar escapar da prisão por descumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), governadores articulam uma série de manobras para dizer que cumprirão a regra que exige, no fim do mandato, recursos em caixa para cobrir todas as despesas contratadas. Maiores que as “pedaladas” que culminaram no impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, a nova versão são as “tratoradas”, ou seja, passar o trator por cima para tentar cumprir a LRF e escapar da prisão.  O dispositivo foi criado para impedir que os sucessores no cargo encontrem uma situação de "terra arrasada", mas pode ser desrespeitado por 11 governadores ao fim de 2018. As medidas propostas são vistas por técnicos do governo federal como maiores que as “pedaladas” e o o caso mais gritante é o de Minas Gerais, onde o governador Fernando Pimentel (PT) encaminhou um projeto de lei para criar um fundo extraordinário abastecido por receitas que ainda não passam de mera expectativa. O texto diz ainda que, mesmo que o dinheiro ingresse só no futuro, o recurso poderá ser considerado disponibilidade financeira para cobrir despesas de 2018 e de exercícios anteriores (os chamados restos a pagar). Na prática, Pimentel propõe que receitas futuras ainda incertas possam ser consideradas no caixa atual do governo do Estado para evitar que o mandato termine no vermelho. O Código Penal prevê pena de um a quatro anos para chefe de poder ou órgão que autorize despesa sem haver dinheiro em caixa. Entre os recursos que podem "abastecer" o fundo extraordinário de Minas Gerais estão as compensações previstas na Lei Kandir pela desoneração do ICMS nas exportações e as receitas obtidas com a chamada securitização da dívida ativa (venda dos direitos de cobrança sobre os débitos). Mas o Congresso Nacional não aprovou até agora a regulamentação de nenhuma dessas medidas. No caso da Lei Kandir, o Tribunal de Contas da União (TCU) ainda estuda metodologia de cálculo para a divisão dos recursos.



Bandeira tarifária de dezembro será verde, anuncia Aneel

(Foto: Reprodução)

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou nesta sexta-feira (30) que a bandeira tarifária de dezembro será verde, o que significa que não haverá cobrança extra na conta de luz no próximo mês. Segundo a Aneel, “apesar de os reservatórios ainda apresentarem níveis reduzidos, a expectativa é a que a estação chuvosa continue promovendo elevação do nível de produção de energia pelas usinas hidrelétricas”. De acordo com o G1, em novembro a bandeira foi amarela, com cobrança extra de R$ 1 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. Nos cinco meses anteriores, a bandeira tarifária havia ficado no patamar 2 da bandeira vermelha, o mais alto. Com a bandeira vermelha no patamar 2 a cobrança extra na conta de luz era de R$ 5 a cada 100 kWh. Criado pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo da energia gerada, possibilitando aos consumidores reduzir o consumo quando a energia está mais cara. O funcionamento das bandeiras tarifárias é simples: as cores verde, amarela ou vermelha (nos patamares 1 e 2) indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração.

 



Começa hoje (20) o pagamento do abono salarial PIS-Pasep 2018-2019

(Foto: Reprodução)

O abono salarial PIS-Pasep 2018-2019, ano-base 2017, começará a ser pago no fim do mês de julho. De acordo com o calendário, quem nasceu nos meses de julho a dezembro receberá o benefício ainda no ano de 2018. Já os nascidos entre janeiro e junho receberão no primeiro trimestre de 2019. Em qualquer situação, o recurso ficará à disposição do trabalhador até 28 de junho de 2019, prazo final para o recebimento. O valor do abono varia de R$ 80 a R$ 954, dependendo do tempo em que a pessoa trabalhou formalmente em 2017. Trabalhadores da iniciativa privada retiram o dinheiro na Caixa Econômica Federal, e os servidores públicos, no Banco do Brasil. É preciso apresentar um documento de identificação e o número do PIS/Pasep. Tem direito ao abono salarial quem recebeu, em média, até dois salários mínimos mensais com carteira assinada e exerceu atividade remunerada durante, pelo menos, 30 dias em 2017. É preciso ainda estar inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos e ter os dados atualizados pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).A estimativa é de que sejam destinados R$ 18,1 bilhões a 23,5 milhões de trabalhadores.



Brumadense visita fábrica têxtil em Espinosa/MG e exalta a história de um baiano empreendedor

O brumadense João de Deus ao lado do empresário Lucivaldo Lima, proprietário da indústria têxtil Amil (Foto: 97NEWS)

O baiano Lucivaldo Lima, nascido em Palmas de Monte Alto, é um exemplo da obstinação e do poder do empreendedorismo. Ele que alimentou o seu sonho no município de Espinosa, Minas Gerais, o qual, hoje se tornou uma feliz realidade, que foi materializada com a indústria têxtil Amil. O projeto iniciado no ano de 1984 se dinamizou a tal ponto que hoje, além de vender para todo o Brasil, exporta para vários países do Mercosul e também para a China, Coreia, Noruega e México.

A nova planta industrial da empresa, que entrou em atividade em 2016, mostra a grandiosidade do projeto (Foto: 97NEWS)

Empregando 600 funcionários diretos, além de milhares de terceirizados, a Amil tem várias lojas em toda região, inclusive em Brumado, que fica localizada na Av. Antônio Mourão Guimarães, no centro da cidade. O brumadense, João de Deus, que é funcionário da empresa Brumauto, esteve visitando a planta industrial da Amil em Espinosa que tem 2 anos de instalada, sendo gentilmente recepcionado pelo proprietário. “Realmente esta fábrica é algo grandioso que merece todo o nosso reconhecimento”, destacou. 

A estrutura é a logística da indústria é invejável (Foto: 97NEWS)

Ele ainda relatou que “o exemplo deste grande empreendedor baiano Lucidalvo Lima é um grande exemplo para todos nós”. E finalizou revelando o nome da empresa citando que “o nome Amil, é devido ao sobrenome de Lucidalvo, que é Lima, ao contrário. Até nisso ele foi fantástico. Agradeço o carinho e os presentes que ele me entregou. Fiquei muito lisonjeado e deixo aqui a minha exaltação a este grande ser humano”.



Aprovada multa para empresa de energia que interromper fornecimento

(Foto: Luciano Santos | 97NEWS)

O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (7) o projeto de lei que institui multa a ser paga por empresas concessionárias aos usuários dos serviços de energia elétrica em caso de interrupção no fornecimento. O PLS 209/2015 agora segue para a análise da Câmara dos Deputados. Do senador Ronaldo Caiado (DEM-GO), a proposta estabelece que, em caso de falha no fornecimento de energia elétrica, a empresa distribuidora ficará sujeita a multa indenizatória que será paga aos usuários finais do sistema “diretamente prejudicados”. A multa deverá ser aplicada quando for superado o valor limite de indicadores de qualidade do serviço prestado, podendo ser quitada pela forma de crédito na fatura ou em espécie, por prazo não superior a três meses após o período da apuração. As multas estarão sujeitas a valores mínimo e máximo e não será devida em situações como interrupções de curta duração; interrupção causada por insuficiência técnica no interior da área sob domínio do usuário final; caso de suspensão por inadimplência do consumidor; interrupções programadas pela concessionária ou permissionária de distribuição e interrupções oriundas de atuação de esquemas de alívio de carga solicitado pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). De acordo com a proposta, deverão ser implantadas ferramentas que permitam a auditoria dos indicadores de qualidade, independentemente das informações da empresa prestadora do serviço. A implantação desses mecanismos deverá ser iniciada no prazo máximo de 18 meses, a contar da publicação da lei. O relator do PLS em Plenário, senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), ressaltou a importância da proposta. — Na relação de consumo, o consumidor é a parte hipossuficiente, razão pela qual seus direitos devem ter tratamento diferenciado, inclusive aqueles relativos à indenização por descontinuidades no serviço prestado — disse. Ele destacou as contribuições dos colegas Walter Pinheiro (sem partido-BA), Lindbergh Farias (PT-RJ) e Otto Alencar (PSD-BA) para que o acordo para votação da proposta ocorresse. E elogiou emendas dos senadores Wilder Morais (DEM-GO), Valdir Raupp (MDB-RO), Otto Alencar e José Agripino (DEM-RN) que foram incorporados ao texto do projeto.



Preço da gasolina tem a menor redução em 6 meses

(Foto: 97NEWS Conteúdo)

A Petrobras reduzirá o preço médio da gasolina nas refinarias em 6,35% a partir desta terça-feira (6). É o maior corte já feito pela estatal desde o anúncio de uma política de reajustes até diários do combustível, em vigor desde julho do ano passado. Com a alteração, o valor médio do combustível cairá para R$ 1,7293 por litro, o menor valor desde o R$ 1,7199 visto em 20 de abril, conforme informações do site da petroleira compiladas pela agência Reuters. O movimento ocorre após a empresa já ter realizado um amplo corte em 31 de outubro, de 6,2%, o maior que havia acontecido até então. O corte se dá em meio a uma valorização do real ante o dólar e também a um enfraquecimento das referências internacionais do petróleo, parâmetros utilizados pela companhia para a formação de preços dos combustíveis. Mais cedo, também nesta segunda (5), a Petrobras anunciou, nesta segunda (5), um reajuste no preço do gás de cozinha comercializado em botijões de 13 quilos, usados em residências.  O novo preço de R$ 25,07 representa um aumento de 8,5% em relação ao valor vigente desde julho. Trata-se de uma média nacional, sem tributos, nas refinarias da companhia -ou seja, o aumento poderá ou não ser repassado ao consumidor pelas distribuidoras.



Petrobras eleva preço do gás de cozinha em 8,5% nas refinarias

(Foto: Luciano Santos | 97NEWS)

A Petrobrás anunciou o aumento do preço do GLP, gás de cozinha, nas refinarias em 8,5%, para R$ 25,07, um reajuste de R$ 1,97 por botijão a partir desta terça-feira (6). De acordo com o Estadão, no ano, a alta acumulada é de 2,8%. Desde janeiro, a estatal reajusta o botijão de gás trimestralmente. Em janeiro e abril, os valores foram reduzidos e em julho, elevado. "A desvalorização do real frente ao dólar e as elevações nas cotações internacionais do GLP foram os principais fatores para a alta. A referência continua a ser a média dos preços do propano e butano comercializados no mercado europeu, acrescida da margem de 5%", informa a Petrobrás, no comunicado.



Presidenciáveis rejeitam renovar subsídio de R$ 18 bi ao diesel em janeiro

(Foto: Luciano Santos | 97NEWS)

Antes mesmo da posse, o presidente eleito terá de tomar decisões cruciais em relação ao tabelamento do frete e à política de subsídio ao óleo diesel, duas das medidas adotadas pelo governo Michel Temer para encerrar a greve dos caminhoneiros, episódio que levou o abastecimento do País ao colapso e fez a economia perder R$ 15,9 bilhões. A política de subsídios, que garante desconto de R$ 0,30 por litro de diesel, acaba no dia 31 de dezembro. Ou seja: alguma sinalização sobre a manutenção ou não dessa agenda viria ainda em 2018. Neste ano, os subsídios consumirão R$ 9,5 bilhões em recursos públicos, podendo chegar a cerca de R$ 18,5 bilhões caso sejam mantidos sem ajustes em 2019. Um ponto em comum entre os candidatos mais à esquerda e à direita do espectro político é a intenção de mexer, de diferentes formas, na política de preços da Petrobrás. Jair Bolsonaro (PSL), líder nas pesquisas, disse em entrevista concedida à GloboNews no fim de agosto, que “talvez” mantenha o subsídio. Ciro Gomes (PDT) afirmou em entrevista a SBT, Folha e UOL que, em um eventual governo seu, a Petrobrás teria de reduzir o preço do diesel. Fernando Haddad (PT) pretende retomar a política da Petrobrás do governo Lula. Os preços seguirão a tendência internacional, mas os ajustes serão mais espaçados. Sua assessoria ressalta que, nos oito anos do governo do petista, o diesel foi reajustado só oito vezes. Henrique Meirelles (MDB) propõe a criação de um fundo formado com receitas de tributos sobre combustíveis para evitar a flutuação de preços. Geraldo Alckmin (PSDB) defende proposta semelhante: fala em criar um “colchão tributário” para combustíveis. A candidata Marina Silva (Rede) também pretende rever os subsídios ao diesel no pente-fino que promete fazer nos gastos do governo federal. “Subsídios desse tipo distorcem os preços relativos e acabam prejudicando fontes alternativas menos poluentes, como o biodiesel”, informa sua assessoria. “Essa é (a pauta) mais tranquila”, disse o presidente do Sindicato dos Transportadores Autônomos de Carga (Sinditac) de Ijuí (RS), Carlos Alberto Dahmer, ao se referir ao subsídio, que por determinação do governo garante o preço mais baixo do diesel aos caminhoneiros. De certa forma, o subsídio foi suplantado pela Lei do Frete, que garante o repasse de variações do diesel aos pisos mínimos pelo serviço de transporte e garante aos motoristas a reposição do custo do combustível. A lei ainda prevê um gatilho pelo qual os aumentos superiores a 10% são repassados de imediato à tabela. Essa é, aliás, a medida que os caminhoneiros querem manter – e ameaçam uma nova greve caso seja revogada.



Preço da gasolina termina semana em alta, diz ANP

(Foto: Luciano Santos | 97NEWS)

Os preços da gasolina e do etanol vendidos ao consumidor encerraram a semana com alta de 0,52% e subiu a R$ 4,652 na maioria dos locais. Em Brumado, como já é de praxe, o preço está mais elevado, ultrapassando a marca do R$ 5,00. Já o diesel se manteve estável. Os dados são do levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, que foi divulgado ontem (21). Essa foi a quarta semana consecutiva de aumento do valor do combustível, que não supera apenas o observado na semana encerrada em 2 de junho, logo após o termino da greve de caminhoneiros, quando o preço subiu por causa do desabastecimento em todo o país. Na época, a ANP encontrou litro da gasolina vendido a até R$ 6,290. Já o diesel teve leve alta de 0,05%. O litro foi a R$ 3,640. Após a greve, o preço médio do etanol havia aumentado 0,82%, para R$ 2,831. A ANP reforça que todos os valores representam uma médica calculada e podem variar de acordo com a região.



Royalties da mineração baterão recorde em 2018

(Foto: Daniel Simurro | 97NEWS)

A arrecadação da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM), uma espécie de royalty pago pelas mineradoras, deve alcançar R$ 3 bilhões esse ano. Um número recorde, mesmo quando comparado ao superciclo do minério de ferro vivido pelo setor na última década - foi de R$ 2,4 bilhões em 2013. Até agosto, União, Estados e municípios já receberam R$ 1,85 bilhão em receita, cifra que supera toda a receita obtida ao longo de 2017. De acordo com a gerente de Pesquisa e Desenvolvimento do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), Cinthia Rodrigues, o aumento é resultado das mudanças na legislação do setor, que ampliou alíquotas, mudou a base de cálculo e o número de municípios beneficiados. No caso do minério, que responde por mais da metade da produção mineral brasileira, a alíquota passou de 1,5% da receita para 3% do faturamento bruto. O ouro, que pagava 1%, agora arrecada 1,5%. De acordo com o diretor de procedimentos arrecadatórios da Agência Nacional de Mineração (ANM), Ricardo Eudes, uma das prioridades da nova agência, que ainda está se estruturando, é levantar a lista de municípios afetados pela atividade de mineração e que, pelas nova regra, passarão a receber uma fatia dessa arrecadação. Sem essa lista, quase R$ 300 milhões estão retidos no Tesouro.



Pesquisa Datafolha: 50% dos eleitores preferem salário mais alto como autônomos; 43%, carteira assinada e benefícios

(Reprodução)

Pesquisa Datafolha para presidente divulgada nesta quinta-feira (20) também levantou qual o posicionamento dos eleitores em relação ao trabalho autônomo x carteira assinada.O Datafolha perguntou: "O que é mais importante pra você: ter um salário mais alto como autônomo, sem benefícios trabalhistas e impostos mais baixos ou ter carteira de trabalho assinada, com os benefícios trabalhistas e pagando impostos mais altos?"


Veja abaixo as respostas:

Ter um salário mais alto como autônomo, sem benefícios trabalhistas e impostos mais baixos - 50%

Ter carteira de trabalho assinada, com os benefícios trabalhistas e pagando impostos maisaltos - 43%

Não sabe - 7%

De acordo com o instituto, na análise por grau de instrução e por renda familiar mensal, "observa-se que a preferência por ser autônomo cresce conforme aumenta a escolaridade e a renda familiar mensal do entrevistado".O Datafolha aponta que a "taxa de preferência por ser autônomo é mais alta entre os que atualmente já são autônomos (69%), entre os profissionais liberais (73%) e entre os empresários (74%). Por outro lado, a taxa de referência por ser CLT é mais alta entre os que atualmente são assalariados registrados (55%) e entre os desempregados que estão procurando emprego (53%)".

 



Dia Internacional da Cachaça: Setor faturou mais de R$ 10 bilhões em 2017

O setor de cachaça faturou no país mais de R$ 10 bilhões em 2017. Para mais de 60 países, foram exportados 8,74 milhões de litros do destilado com geração de receita de US$ 15,80 milhões. Os números representaram crescimento de 13,43% em termos de valor e 4,32% em volume em comparação a 2016. No Dia Nacional da Cachaça, lembrado hoje (13), o diretor executivo do Instituto Brasileiro da Cachaça (Ibrac), Carlos Lima, afirma que o esforço dos produtores é para mudar o sistema de tributação de tal maneira que consigam redução a carga de impostos. Pelo Censo Agropecuário do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), do ano passado, há 11.023 produtores de cachaça. Porém, Carlos Lima ressalta que a maioria está na informalidade, pois apenas 1,5 mil mantêm registros no Ministério da Agricultura. Segundo Carlos Lima, a opção é mudar o sistema de tributação para a inclusão no Simples Nacional. “Porque além de possibilitar que micro e pequenas empresas tenham carga tributária menor, isso ajudará na redução da informalidade e da clandestinidade no setor.” De acordo com ele, o Ibrac vai atuar de forma incansável na busca da revisão da carga tributária. “O setor não aguenta novos reajustes. A preocupação do Ibrac é para que o setor não sofra novos aumentos, o que seria danoso, além da revisão da carga tributária.”

Tributação

Segundo Carlos Lima, o setor ainda não absorveu o aumento do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) aplicado em 2015. Ele disse que, em decorrência do aumento, o consumo de cachaça caiu 4% de 2015 para 2016. “Desde então, a gente vem operando no mesmo patamar, em torno de 520 milhões de litros de consumo.”

A adesão ao regime tributário simplificado (Simples Nacional) por mais de 500 empresas que faturam até R$ 4,8 milhões/ano representou um alívio nas contas porque, para esses produtores, a carga tributária incidente sobre a cachaça representava 81,87% do preço de venda, de acordo com pesquisa do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT). Lima analisou que uma revisão da carga tributária para o segmento proporcionará a retomada do crescimento do setor, aumentando também a arrecadação para o governo.

Exportação

Dos mais 60 países importadores da cachaça brasileira, o principal deles são os Estados Unidos, que detêm 17,69% do total exportado, seguidos da Alemanha, com 17,44%.

Os principais estados produtores no Brasil são São Paulo, Pernambuco, Ceará, Minas Gerais e Paraíba. Entre os principais estados consumidores destacam-se São Paulo, Pernambuco, Rio de Janeiro, Ceará, Bahia e Minas Gerais.

História

O Dia Nacional da Cachaça foi criado em 2009 pelo Ibrac em homenagem à data em que a bebida passou a ser oficialmente liberada pela Coroa Portuguesa para fabricação e venda no Brasil: 13 de setembro de 1661. A rebelião ocorrida no Rio de Janeiro à época, conhecida como a Revolta da Cachaça, levou à legalização da bebida, proibida até então.

A produção de cachaça vem se mantendo estável nos últimos anos. A capacidade instalada de produção atinge 1,2 bilhão de litros e, de acordo com o Ibrac, a produção girou em torno de 700 milhões a 800 milhões em 2017.

Em termos de consumo doméstico, os números apontam para 510 milhões a 520 milhões de litros por ano, o que corresponde a 72% do mercado de destilados no país. “E a estimativa para este ano é que continue o mesmo”.

Acordo

O Ibrac pretende também firmar novos acordos como o aprovado pelo Senado no último dia 5 com o México, para o reconhecimento mútuo da cachaça e da tequila como indicações geográficas. Lima disse que a pauta de proteção da cachaça em âmbito internacional é algo em que o Ibrac vem se dedicando nos últimos dez anos e que caminha junto com a pauta de proteção da cachaça. Atualmente o Ibrac já consegue proteger a cachaça em três mercados (Estados Unidos, Colômbia e México).

Os novos planos envolvem obter a proteção da cachaça no âmbito do Acordo Mercosul/União Europeia, que vem sendo discutido pelos dois blocos. “A proteção da cachaça é uma das principais pautas que nós temos. Não se consegue mensurar o quanto vale a proteção dessa denominação. Basta ver o que os outros países vêm fazendo para proteção de suas bebidas tradicionais”. Nesse sentido, lembrou o caso do México com a tequila, do Reino Unido com o uísque escocês.

Feiras

Nos próximos dias 19, 20 e 21 de setembro, o Anhembi, em São Paulo, receberá a Cachaça Trade Fair 2018, que reunirá produtores de todas as regiões do país. “A gente entende a importância de ter cada vez mais ações como essa, elevando o status da categoria cachaça”. A expectativa é que sejam realizados muitos negócios durante a feira, nos mercados doméstico e externo, disse Carlos Lima.

 

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Com 62% de brasileiros nas redes sociais, profissional de Marketing Digital tem destaque no mercado de trabalho

Há dez anos, um cliente insatisfeito contava para até 11 pessoas sobre uma má experiência vivenciada com uma marca. O impacto era considerado grave e poderia colocar em risco o faturamento mensal de uma empresa. Mas esse cenário mudou. Com a alta penetração da população nas redes sociais, hoje um cliente insatisfeito tem condições de mobilizar centenas de milhares de pessoas para muito além do território geográfico da marca de maneira negativa. No Brasil, são mais de 130 milhões de internautas com potencial para interagir diariamente com marcas e outros consumidores no ambiente digital. O grande desafio das organizações, agora, é compreender como tornar positiva a experiência deste novo consumidor em canais de grande exposição e que demandam alta velocidade na resolução de problemas. Para Achiles Ferreira, coordenador do primeiro curso de graduação em Marketing Digital do Brasil, oferecido pelo Centro Universitário Internacional Uninter, já há uma transformação acontecendo no mercado de trabalho: as marcas estão à procura de profissionais altamente especializados em interações digitais. “Esse profissional precisa de formação sólida para concentrar esforços no relacionamento com clientes no ambiente virtual para garantir o crescimento do negócio”. É interessante notar, avalia Achiles, que a exigência por um novo perfil profissional, com expertise direcionada ao Marketing Digital, vem de uma mudança no comportamento do consumidor que tem impactado a forma com que as marcas fazem comunicação. “A interação constante do consumidor trouxe desafios que o mercado não estava preparado para lidar. Um único comentário negativo pode gerar uma crise com crescimento exponencial em menos de 24 horas”, explica. Apesar de as marcas já estarem cientes desse novo poder dos consumidores, muitas empresas ainda não têm uma equipe preparada para gerenciar relacionamento por meio do ambiente digital. De acordo com pesquisa realizada em 2017 pela agência Ad-Rank, 44% dos negócios pesquisados não têm definido um plano de ação em mídias digitais. Além disso, 33% ainda estão em processo de implementação. “É recomendável que as empresas direcionem seu olhar de forma mais eficiente ao mundo digital”, acredita Achiles.

Marketing Digital: Mercado de trabalho promissor

 Felipe Ferreira di Benedetto, 21 anos, começou o curso de Marketing Digital no Centro Universitário Internacional Uninter no segundo semestre de 2018. Segundo di Benedetto, a escolha foi influenciada pela sua experiência e habilidade em lidar com as ferramentas de redes sociais. “Já trabalhei com criação de conteúdos para Facebook e decidi investir na área”, conta. A expectativa, avalia o estudante, é que a graduação o ajude a se destacar no mercado de trabalho. “É uma área que não para de trazer novidades tecnológicas. A cada página de conteúdo criada, surge uma demanda por um profissional capacitado para mediar o relacionamento com o cliente”, ressalta.

Na Uninter, o curso de Marketing Digital é oferecido na modalidade a distância, com duração de três anos. São disponibilizados conteúdos especializados aos estudantes no ambiente virtual de aprendizagem (AVA), com apoio de tutores para orientação e dúvidas que possam surgir no processo de aprendizagem. “No EAD consigo administrar melhor meu tempo. Estudo onde e quando tenho disponibilidade e estou me adaptando bem”. Além disso, o estudante tem a possibilidade de definir sua grade de estudo adequando às suas expectativas profissionais. “Ainda não defini o perfil profissional, mas acho que vou investir na criação de conteúdo”, completa Felipe.

 

Graduação com perfil especializado

Segundo Achiles Ferreira, o mercado educacional e de treinamento na área de marketing já está preparada para oferecer uma gama de possibilidades de formações flexíveis em Marketing Digital nas quais o profissional escolhe sua área de atuação de acordo com as necessidades do mercado.

Para estudantes do curso Superior de Tecnologia em Marketing Digital, do Centro Universitário Internacional Uninter, são oferecidas suas possibilidades de formação. “O aluno pode realizar o curso de acordo com uma grade de disciplinas sugerida ou optar pela flexibilidade de aprendizagem e personalização de perfil profissional”, conta Ferreira.

Na primeira opção, os estudantes devem escolher a formação visando a construção de um perfil profissional pré-definido. “Criamos quatro modelos de grade curricular com formação prevista que representam possibilidades reais de trabalho na área de marketing digital”, explica o coordenador. Assim, após completar sua formação, o estudante pode direcionar sua busca profissional de acordo com os cargos oferecidos pelas empresas.

Já na segunda opção, cada aluno do curso tem a opção de montar sua própria grade de disciplinas. “O curso apresenta 12 disciplinas fixas de marketing ao mesmo tempo em que oferece 12 disciplinas eletivas, escolhidas de um rol de 30 disciplinas relacionadas ao mercado de marketing digital”, afirma Achiles. Assim, o estudante fica livre para decidir seu foco profissional. “A Uninter mostra o seu pioneirismo ao criar grades flexíveis, focadas no desenvolvimento profissional. Somos uma instituição que forma para a empregabilidade”, finaliza o coordenador.

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Proposta diminui Imposto de Renda de taxistas para compensar perdas com aplicativos

Os taxistas reclamam que tiveram muitos prejuízos depois que os aplicativos entraram no mercado | Foto: Luciano Santos | 97NEWS

Um projeto de lei em tramitação no Senado quer garantir que os motoristas de táxi paguem menos Imposto de Renda. A proposta seria uma espécie de compensação pelo impacto causado aos taxistas com a legalização dos aplicativos de transporte individual de passageiros como Uber, Cabify e 99Pop. O texto (PLS 462/2017) está em análise na Comissão de Assuntos Sociais (CAS). Pelo projeto, fica concedido um benefício temporário de cinco anos para a categoria dos taxistas, período em que haverá redução, de 60% para 20%, do percentual de renda líquida tributável desses trabalhadores. Ou seja, se hoje o motorista de táxi paga Imposto de Renda sobre 60% dos ganhos brutos com a atividade, passará a pagar apenas sobre 20% de seus rendimentos. – Em vez de a gente onerar o aplicativo, nós entendemos que é melhor desonerar ainda mais os táxis. Mesmo considerando que o Brasil já oferece inúmeras vantagens aos taxistas. 

Nós estamos falando de uma transição, para atender inclusive à Lei de Responsabilidade Fiscal, por um período de cinco anos. E fazer com que o taxista possa, com essa desoneração, ter melhor condição de concorrência no mercado – explicou o autor do projeto, senador Roberto Rocha (PSDB-MA), ao apresentar a proposta. O relator na CAS, senador José Pimentel (PT-CE), considerou a iniciativa um “alívio” aos taxistas, que pagarão menos imposto mensalmente na forma de carnê-leão. Ele destacou que a vantagem temporária não afeta outras já concedidas à categoria. “O taxista vai poder utilizar eventuais sobras na modernização do serviço de táxi, sem afetar a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) na aquisição de veículo novo, prevista na Lei 8.689, frisou Pimentel em seu relatório. Pimentel apresentou emendas ao texto para explicitar que o projeto entra em vigor assim que for sancionado e para adequar a redação aos ditames da Política Nacional de Mobilidade Urbana, substituindo a expressão “táxi” por “transporte público individual”. E salientou que, após cinco anos, o dispositivo legal perderá eficácia e os taxistas voltarão a ser enquadrados nos limites anteriores. Depois de aprovada na CAS, a proposta segue para a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), onde recebe decisão terminativa.

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Consumidores cada vez mais atrasam as contas de água e luz; segundo SPC é uma estratégia

A decisão sobre qual conta atrasar, segundo o SPC e a Serasa Brasil, está ligada ao fato de que os juros, nas contas de água e luz, serem bem mais baixos do que os cobrados em débitos ligados a instituições financeiras. Além dos juros mais baixos, o reajuste das contas básicas superou - e muito - a inflação. Enquanto o IPCA, principal índice de inflação, subiu 4,48% nos 12 meses acumulados até julho, a inflação da energia elétrica medida pelo IBGE subiu 18,02%.  Desta forma, o Brasil formou uma legião de "equilibristas" de contas, de acordo com a economista-chefe do SPC, Marcela Kawauti "O jeito é manter algumas contas em dia, enquanto o orçamento está apertado." É justamente isso o que tem feito a viúva Rita A., de 52 anos, que pediu para ter a identidade preservada. Em alguns meses, a conta de luz é a eleita para ser paga depois; em outros, os boletos do condomínio ou do telefone ficam na gaveta. A situação ficou mais complicada há poucos meses, quando uma carta de cobrança chegou com a informação de que ela devia cerca de R$ 9 mil do financiamento de seu apartamento.  "Meu filho estava na faculdade e precisou sair do trabalho para poder estagiar, então deixei de pagar as parcelas do imóvel e só voltei a pagar quando ele já estava formado e trabalhando. Agora, tenho tentado pagar uma das parcelas atrasadas e uma das atuais por mês."



Com 62% de brasileiros nas redes sociais, profissional de Marketing Digital tem destaque no mercado de trabalho

Foto: Reprodução

Há dez anos, um cliente insatisfeito contava para até 11 pessoas sobre uma má experiência vivenciada com uma marca. O impacto era considerado grave e poderia colocar em risco o faturamento mensal de uma empresa. Mas esse cenário mudou. Com a alta penetração da população nas redes sociais, hoje um cliente insatisfeito tem condições de mobilizar centenas de milhares de pessoas para muito além do território geográfico da marca de maneira negativa. No Brasil, são mais de 130 milhões de internautas com potencial para interagir diariamente com marcas e outros consumidores no ambiente digital. O grande desafio das organizações, agora, é compreender como tornar positiva a experiência deste novo consumidor em canais de grande exposição e que demandam alta velocidade na resolução de problemas. Para Achiles Ferreira, coordenador do primeiro curso de graduação em Marketing Digital do Brasil, oferecido pelo Centro Universitário Internacional Uninter, já há uma transformação acontecendo no mercado de trabalho: as marcas estão à procura de profissionais altamente especializados em interações digitais. “Esse profissional precisa de formação sólida para concentrar esforços no relacionamento com clientes no ambiente virtual para garantir o crescimento do negócio”. 

É interessante notar, avalia Achiles, que a exigência por um novo perfil profissional, com expertise direcionada ao Marketing Digital, vem de uma mudança no comportamento do consumidor que tem impactado a forma com que as marcas fazem comunicação. “A interação constante do consumidor trouxe desafios que o mercado não estava preparado para lidar. Um único comentário negativo pode gerar uma crise com crescimento exponencial em menos de 24 horas”, explica. Apesar de as marcas já estarem cientes desse novo poder dos consumidores, muitas empresas ainda não têm uma equipe preparada para gerenciar relacionamento por meio do ambiente digital. De acordo com pesquisa realizada em 2017 pela agência Ad-Rank, 44% dos negócios pesquisados não têm definido um plano de ação em mídias digitais. Além disso, 33% ainda estão em processo de implementação. “É recomendável que as empresas direcionem seu olhar de forma mais eficiente ao mundo digital”, acredita Achiles.

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Conta de luz subirá até 3,86% com reajuste de receita de hidrelétricas

(Foto: Reprodução)

A Agência Nacional de Energia Elétrica aprovou hoje (17) reajuste de 45,52% na receita anual de geração de 69 usinas hidrelétricas que atuam no regime de cotas. A medida vai provocar aumento nas contas de luz entre 0,02% e 3,86%, segundo a Aneel. O impacto médio será de 1,54%. O impacto na fatura depende da data do reajuste aprovado pela Aneel e da quantidade de cotas (volume de energia) que cada distribuidora compra das hidrelétricas. O volume de cotas de cada distribuidora representa, em média, 22,64% dos contratos de energia das concessões. A remuneração total recebida pelas usinas, de julho de 2018 a junho de 2019, será de R$ 7,944 bilhões.



Primeira parcela do 13º de aposentados e pensionistas será paga em agosto

(Foto: Reprodução)

Aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) receberão a primeira parte do 13º salário junto com a remuneração de agosto. A primeira parcela do abono anual corresponderá a até 50% do valor do benefício. O decreto autorizando a antecipação foi assinado hoje (16) pelo presidente Michel Temer, mas ainda não foi publicado no Diário Oficial da União. A medida deve injetar R$ 21 bilhões na economia do país e movimentar o comércio e outros setores. Como determina a legislação, não haverá desconto de Imposto de Renda na primeira parcela paga a aposentados e pensionistas do INSS. O imposto sobre o valor somente pode ser cobrado na segunda parcela da gratificação natalina, a ser paga junto com a remuneração de novembro. Desde 2006, o governo antecipa a primeira parcela do 13º salário dos aposentados e pensionistas na folha de agosto. Somente em 2015, o pagamento foi adiado para setembro, por causa do ritmo fraco da economia e da queda da arrecadação.



Desenvolver inteligência emocional é essencial para o sucesso das empresas, diz especialista

(Foto Ilustrativa)

Até pouco tempo atrás, o grande drama das empresas residia no chamado "apagão de talentos", que significava a escassez de bons profissionais disponíveis no mercado de trabalho. Por "bons profissionais" objetivamente entendia-se aquele que apresentava as melhores habilidades técnicas (conhecimento + experiência). A questão comportamental estava sempre em segundo plano. Supostamente, deixávamos as emoções em casa e íamos ao trabalho apenas para trabalhar e produzir mecanicamente. É óbvio que esse modelo passou a apresentar problemas sérios. Ao preterir o lado humano, o ambiente de negócios passou a ter de lidar com questões antes desconhecidas: estresse, burnout, presenteísmo, verdadeiros surtos de crise de ansiedade e depressão, afastamento em massa etc. Junte-se a isso a velocidade da vida contemporânea (Era da Informação, tecnologia e a chamada "vida digital") e temos um cenário caótico, não é mesmo? "Não é à toa que temos visto um verdadeiro boom na busca por cursos de mindfulness, coaching e outros. 

O autoconhecimento virou um objetivo de vida, o que não é ruim, embora não deva ser um fim em si mesmo", diz Flora Alves, Chief Learning Officer da SG – Aprendizagem Corporativa. Na prática, esse movimento em busca de autoconhecimento tem muito a ver com um conceito há muito difundido: inteligência emocional (IE). "A inteligência emocional é uma habilidade comportamental de nível complexo e que deve ser trabalhada ao longo de toda a vida, em busca de equilíbrio interior e um propósito maior, algo que faça a nossa atividade cotidiana ter sentido", explica Flora. Decerto, falar em IE é ligar-se de forma automática ao psicólogo norte-americano Daniel Goleman. Considerado o "pai da inteligência emocional", o especialista foi o responsável por popularizar o conceito ao redor do mundo na década de 1980 por meio de um best-seller que vendeu mais de cinco milhões de cópias. Já em 1995, enquanto atuava como jornalista científico no jornal The New York Times, Goleman também ajudou a disseminar a temática. De acordo com informações divulgadas em pesquisas realizadas por Goleman, o Quociente Intelectual (QI) contribui em 20% para uma carreira de sucesso enquanto 80% é resultado do "controle de sentimentos". Para o especialista, a prática do desenvolvimento da IE otimiza em 90% o desempenho dos profissionais. Mas, como afirma a executiva da SG - Aprendizagem Corporativa, nada disso faz sentido se não levarmos em conta o propósito, aquilo que preenche o nosso dia a dia e nossa atividade profissional de significado. Esse é o primeiro passo para uma vida emocional mais saudável e equilibrada. "À medida que você aprimora o lado emocional, mais seguro e confortável se sentirá frente aos desafios. E mais preparado estará para desenvolver e lidar com os aspectos técnicos, que também são fundamentais para uma atuação profissional plena e bem-sucedida", explica Flora.

Pensando em contribuir com a formação da percepção das emoções, a CLO listou abaixo as principais características a serem levadas em consideração:

1. Fique atento as emoções

É imprescindível prestar atenção às sensações e atitudes motivadas pelas emoções, e descobrir suas causas e efeitos.

2. Esteja no controle

Só você tem responsabilidade pelo que sente. Esse padrão de pensamento gera autoconfiança e segurança (em você e em todos a sua volta).

3. Tenha empatia

Saber se colocar no lugar do outro é fruto de uma alta inteligência emocional.

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