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Presidenciáveis rejeitam renovar subsídio de R$ 18 bi ao diesel em janeiro

(Foto: Luciano Santos | 97NEWS)

Antes mesmo da posse, o presidente eleito terá de tomar decisões cruciais em relação ao tabelamento do frete e à política de subsídio ao óleo diesel, duas das medidas adotadas pelo governo Michel Temer para encerrar a greve dos caminhoneiros, episódio que levou o abastecimento do País ao colapso e fez a economia perder R$ 15,9 bilhões. A política de subsídios, que garante desconto de R$ 0,30 por litro de diesel, acaba no dia 31 de dezembro. Ou seja: alguma sinalização sobre a manutenção ou não dessa agenda viria ainda em 2018. Neste ano, os subsídios consumirão R$ 9,5 bilhões em recursos públicos, podendo chegar a cerca de R$ 18,5 bilhões caso sejam mantidos sem ajustes em 2019. Um ponto em comum entre os candidatos mais à esquerda e à direita do espectro político é a intenção de mexer, de diferentes formas, na política de preços da Petrobrás. Jair Bolsonaro (PSL), líder nas pesquisas, disse em entrevista concedida à GloboNews no fim de agosto, que “talvez” mantenha o subsídio. Ciro Gomes (PDT) afirmou em entrevista a SBT, Folha e UOL que, em um eventual governo seu, a Petrobrás teria de reduzir o preço do diesel. Fernando Haddad (PT) pretende retomar a política da Petrobrás do governo Lula. Os preços seguirão a tendência internacional, mas os ajustes serão mais espaçados. Sua assessoria ressalta que, nos oito anos do governo do petista, o diesel foi reajustado só oito vezes. Henrique Meirelles (MDB) propõe a criação de um fundo formado com receitas de tributos sobre combustíveis para evitar a flutuação de preços. Geraldo Alckmin (PSDB) defende proposta semelhante: fala em criar um “colchão tributário” para combustíveis. A candidata Marina Silva (Rede) também pretende rever os subsídios ao diesel no pente-fino que promete fazer nos gastos do governo federal. “Subsídios desse tipo distorcem os preços relativos e acabam prejudicando fontes alternativas menos poluentes, como o biodiesel”, informa sua assessoria. “Essa é (a pauta) mais tranquila”, disse o presidente do Sindicato dos Transportadores Autônomos de Carga (Sinditac) de Ijuí (RS), Carlos Alberto Dahmer, ao se referir ao subsídio, que por determinação do governo garante o preço mais baixo do diesel aos caminhoneiros. De certa forma, o subsídio foi suplantado pela Lei do Frete, que garante o repasse de variações do diesel aos pisos mínimos pelo serviço de transporte e garante aos motoristas a reposição do custo do combustível. A lei ainda prevê um gatilho pelo qual os aumentos superiores a 10% são repassados de imediato à tabela. Essa é, aliás, a medida que os caminhoneiros querem manter – e ameaçam uma nova greve caso seja revogada.



Preço da gasolina termina semana em alta, diz ANP

(Foto: Luciano Santos | 97NEWS)

Os preços da gasolina e do etanol vendidos ao consumidor encerraram a semana com alta de 0,52% e subiu a R$ 4,652 na maioria dos locais. Em Brumado, como já é de praxe, o preço está mais elevado, ultrapassando a marca do R$ 5,00. Já o diesel se manteve estável. Os dados são do levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, que foi divulgado ontem (21). Essa foi a quarta semana consecutiva de aumento do valor do combustível, que não supera apenas o observado na semana encerrada em 2 de junho, logo após o termino da greve de caminhoneiros, quando o preço subiu por causa do desabastecimento em todo o país. Na época, a ANP encontrou litro da gasolina vendido a até R$ 6,290. Já o diesel teve leve alta de 0,05%. O litro foi a R$ 3,640. Após a greve, o preço médio do etanol havia aumentado 0,82%, para R$ 2,831. A ANP reforça que todos os valores representam uma médica calculada e podem variar de acordo com a região.



Royalties da mineração baterão recorde em 2018

(Foto: Daniel Simurro | 97NEWS)

A arrecadação da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM), uma espécie de royalty pago pelas mineradoras, deve alcançar R$ 3 bilhões esse ano. Um número recorde, mesmo quando comparado ao superciclo do minério de ferro vivido pelo setor na última década - foi de R$ 2,4 bilhões em 2013. Até agosto, União, Estados e municípios já receberam R$ 1,85 bilhão em receita, cifra que supera toda a receita obtida ao longo de 2017. De acordo com a gerente de Pesquisa e Desenvolvimento do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), Cinthia Rodrigues, o aumento é resultado das mudanças na legislação do setor, que ampliou alíquotas, mudou a base de cálculo e o número de municípios beneficiados. No caso do minério, que responde por mais da metade da produção mineral brasileira, a alíquota passou de 1,5% da receita para 3% do faturamento bruto. O ouro, que pagava 1%, agora arrecada 1,5%. De acordo com o diretor de procedimentos arrecadatórios da Agência Nacional de Mineração (ANM), Ricardo Eudes, uma das prioridades da nova agência, que ainda está se estruturando, é levantar a lista de municípios afetados pela atividade de mineração e que, pelas nova regra, passarão a receber uma fatia dessa arrecadação. Sem essa lista, quase R$ 300 milhões estão retidos no Tesouro.



Pesquisa Datafolha: 50% dos eleitores preferem salário mais alto como autônomos; 43%, carteira assinada e benefícios

(Reprodução)

Pesquisa Datafolha para presidente divulgada nesta quinta-feira (20) também levantou qual o posicionamento dos eleitores em relação ao trabalho autônomo x carteira assinada.O Datafolha perguntou: "O que é mais importante pra você: ter um salário mais alto como autônomo, sem benefícios trabalhistas e impostos mais baixos ou ter carteira de trabalho assinada, com os benefícios trabalhistas e pagando impostos mais altos?"


Veja abaixo as respostas:

Ter um salário mais alto como autônomo, sem benefícios trabalhistas e impostos mais baixos - 50%

Ter carteira de trabalho assinada, com os benefícios trabalhistas e pagando impostos maisaltos - 43%

Não sabe - 7%

De acordo com o instituto, na análise por grau de instrução e por renda familiar mensal, "observa-se que a preferência por ser autônomo cresce conforme aumenta a escolaridade e a renda familiar mensal do entrevistado".O Datafolha aponta que a "taxa de preferência por ser autônomo é mais alta entre os que atualmente já são autônomos (69%), entre os profissionais liberais (73%) e entre os empresários (74%). Por outro lado, a taxa de referência por ser CLT é mais alta entre os que atualmente são assalariados registrados (55%) e entre os desempregados que estão procurando emprego (53%)".

 



Dia Internacional da Cachaça: Setor faturou mais de R$ 10 bilhões em 2017

O setor de cachaça faturou no país mais de R$ 10 bilhões em 2017. Para mais de 60 países, foram exportados 8,74 milhões de litros do destilado com geração de receita de US$ 15,80 milhões. Os números representaram crescimento de 13,43% em termos de valor e 4,32% em volume em comparação a 2016. No Dia Nacional da Cachaça, lembrado hoje (13), o diretor executivo do Instituto Brasileiro da Cachaça (Ibrac), Carlos Lima, afirma que o esforço dos produtores é para mudar o sistema de tributação de tal maneira que consigam redução a carga de impostos. Pelo Censo Agropecuário do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), do ano passado, há 11.023 produtores de cachaça. Porém, Carlos Lima ressalta que a maioria está na informalidade, pois apenas 1,5 mil mantêm registros no Ministério da Agricultura. Segundo Carlos Lima, a opção é mudar o sistema de tributação para a inclusão no Simples Nacional. “Porque além de possibilitar que micro e pequenas empresas tenham carga tributária menor, isso ajudará na redução da informalidade e da clandestinidade no setor.” De acordo com ele, o Ibrac vai atuar de forma incansável na busca da revisão da carga tributária. “O setor não aguenta novos reajustes. A preocupação do Ibrac é para que o setor não sofra novos aumentos, o que seria danoso, além da revisão da carga tributária.”

Tributação

Segundo Carlos Lima, o setor ainda não absorveu o aumento do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) aplicado em 2015. Ele disse que, em decorrência do aumento, o consumo de cachaça caiu 4% de 2015 para 2016. “Desde então, a gente vem operando no mesmo patamar, em torno de 520 milhões de litros de consumo.”

A adesão ao regime tributário simplificado (Simples Nacional) por mais de 500 empresas que faturam até R$ 4,8 milhões/ano representou um alívio nas contas porque, para esses produtores, a carga tributária incidente sobre a cachaça representava 81,87% do preço de venda, de acordo com pesquisa do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT). Lima analisou que uma revisão da carga tributária para o segmento proporcionará a retomada do crescimento do setor, aumentando também a arrecadação para o governo.

Exportação

Dos mais 60 países importadores da cachaça brasileira, o principal deles são os Estados Unidos, que detêm 17,69% do total exportado, seguidos da Alemanha, com 17,44%.

Os principais estados produtores no Brasil são São Paulo, Pernambuco, Ceará, Minas Gerais e Paraíba. Entre os principais estados consumidores destacam-se São Paulo, Pernambuco, Rio de Janeiro, Ceará, Bahia e Minas Gerais.

História

O Dia Nacional da Cachaça foi criado em 2009 pelo Ibrac em homenagem à data em que a bebida passou a ser oficialmente liberada pela Coroa Portuguesa para fabricação e venda no Brasil: 13 de setembro de 1661. A rebelião ocorrida no Rio de Janeiro à época, conhecida como a Revolta da Cachaça, levou à legalização da bebida, proibida até então.

A produção de cachaça vem se mantendo estável nos últimos anos. A capacidade instalada de produção atinge 1,2 bilhão de litros e, de acordo com o Ibrac, a produção girou em torno de 700 milhões a 800 milhões em 2017.

Em termos de consumo doméstico, os números apontam para 510 milhões a 520 milhões de litros por ano, o que corresponde a 72% do mercado de destilados no país. “E a estimativa para este ano é que continue o mesmo”.

Acordo

O Ibrac pretende também firmar novos acordos como o aprovado pelo Senado no último dia 5 com o México, para o reconhecimento mútuo da cachaça e da tequila como indicações geográficas. Lima disse que a pauta de proteção da cachaça em âmbito internacional é algo em que o Ibrac vem se dedicando nos últimos dez anos e que caminha junto com a pauta de proteção da cachaça. Atualmente o Ibrac já consegue proteger a cachaça em três mercados (Estados Unidos, Colômbia e México).

Os novos planos envolvem obter a proteção da cachaça no âmbito do Acordo Mercosul/União Europeia, que vem sendo discutido pelos dois blocos. “A proteção da cachaça é uma das principais pautas que nós temos. Não se consegue mensurar o quanto vale a proteção dessa denominação. Basta ver o que os outros países vêm fazendo para proteção de suas bebidas tradicionais”. Nesse sentido, lembrou o caso do México com a tequila, do Reino Unido com o uísque escocês.

Feiras

Nos próximos dias 19, 20 e 21 de setembro, o Anhembi, em São Paulo, receberá a Cachaça Trade Fair 2018, que reunirá produtores de todas as regiões do país. “A gente entende a importância de ter cada vez mais ações como essa, elevando o status da categoria cachaça”. A expectativa é que sejam realizados muitos negócios durante a feira, nos mercados doméstico e externo, disse Carlos Lima.

 

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Com 62% de brasileiros nas redes sociais, profissional de Marketing Digital tem destaque no mercado de trabalho

Há dez anos, um cliente insatisfeito contava para até 11 pessoas sobre uma má experiência vivenciada com uma marca. O impacto era considerado grave e poderia colocar em risco o faturamento mensal de uma empresa. Mas esse cenário mudou. Com a alta penetração da população nas redes sociais, hoje um cliente insatisfeito tem condições de mobilizar centenas de milhares de pessoas para muito além do território geográfico da marca de maneira negativa. No Brasil, são mais de 130 milhões de internautas com potencial para interagir diariamente com marcas e outros consumidores no ambiente digital. O grande desafio das organizações, agora, é compreender como tornar positiva a experiência deste novo consumidor em canais de grande exposição e que demandam alta velocidade na resolução de problemas. Para Achiles Ferreira, coordenador do primeiro curso de graduação em Marketing Digital do Brasil, oferecido pelo Centro Universitário Internacional Uninter, já há uma transformação acontecendo no mercado de trabalho: as marcas estão à procura de profissionais altamente especializados em interações digitais. “Esse profissional precisa de formação sólida para concentrar esforços no relacionamento com clientes no ambiente virtual para garantir o crescimento do negócio”. É interessante notar, avalia Achiles, que a exigência por um novo perfil profissional, com expertise direcionada ao Marketing Digital, vem de uma mudança no comportamento do consumidor que tem impactado a forma com que as marcas fazem comunicação. “A interação constante do consumidor trouxe desafios que o mercado não estava preparado para lidar. Um único comentário negativo pode gerar uma crise com crescimento exponencial em menos de 24 horas”, explica. Apesar de as marcas já estarem cientes desse novo poder dos consumidores, muitas empresas ainda não têm uma equipe preparada para gerenciar relacionamento por meio do ambiente digital. De acordo com pesquisa realizada em 2017 pela agência Ad-Rank, 44% dos negócios pesquisados não têm definido um plano de ação em mídias digitais. Além disso, 33% ainda estão em processo de implementação. “É recomendável que as empresas direcionem seu olhar de forma mais eficiente ao mundo digital”, acredita Achiles.

Marketing Digital: Mercado de trabalho promissor

 Felipe Ferreira di Benedetto, 21 anos, começou o curso de Marketing Digital no Centro Universitário Internacional Uninter no segundo semestre de 2018. Segundo di Benedetto, a escolha foi influenciada pela sua experiência e habilidade em lidar com as ferramentas de redes sociais. “Já trabalhei com criação de conteúdos para Facebook e decidi investir na área”, conta. A expectativa, avalia o estudante, é que a graduação o ajude a se destacar no mercado de trabalho. “É uma área que não para de trazer novidades tecnológicas. A cada página de conteúdo criada, surge uma demanda por um profissional capacitado para mediar o relacionamento com o cliente”, ressalta.

Na Uninter, o curso de Marketing Digital é oferecido na modalidade a distância, com duração de três anos. São disponibilizados conteúdos especializados aos estudantes no ambiente virtual de aprendizagem (AVA), com apoio de tutores para orientação e dúvidas que possam surgir no processo de aprendizagem. “No EAD consigo administrar melhor meu tempo. Estudo onde e quando tenho disponibilidade e estou me adaptando bem”. Além disso, o estudante tem a possibilidade de definir sua grade de estudo adequando às suas expectativas profissionais. “Ainda não defini o perfil profissional, mas acho que vou investir na criação de conteúdo”, completa Felipe.

 

Graduação com perfil especializado

Segundo Achiles Ferreira, o mercado educacional e de treinamento na área de marketing já está preparada para oferecer uma gama de possibilidades de formações flexíveis em Marketing Digital nas quais o profissional escolhe sua área de atuação de acordo com as necessidades do mercado.

Para estudantes do curso Superior de Tecnologia em Marketing Digital, do Centro Universitário Internacional Uninter, são oferecidas suas possibilidades de formação. “O aluno pode realizar o curso de acordo com uma grade de disciplinas sugerida ou optar pela flexibilidade de aprendizagem e personalização de perfil profissional”, conta Ferreira.

Na primeira opção, os estudantes devem escolher a formação visando a construção de um perfil profissional pré-definido. “Criamos quatro modelos de grade curricular com formação prevista que representam possibilidades reais de trabalho na área de marketing digital”, explica o coordenador. Assim, após completar sua formação, o estudante pode direcionar sua busca profissional de acordo com os cargos oferecidos pelas empresas.

Já na segunda opção, cada aluno do curso tem a opção de montar sua própria grade de disciplinas. “O curso apresenta 12 disciplinas fixas de marketing ao mesmo tempo em que oferece 12 disciplinas eletivas, escolhidas de um rol de 30 disciplinas relacionadas ao mercado de marketing digital”, afirma Achiles. Assim, o estudante fica livre para decidir seu foco profissional. “A Uninter mostra o seu pioneirismo ao criar grades flexíveis, focadas no desenvolvimento profissional. Somos uma instituição que forma para a empregabilidade”, finaliza o coordenador.

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Proposta diminui Imposto de Renda de taxistas para compensar perdas com aplicativos

Os taxistas reclamam que tiveram muitos prejuízos depois que os aplicativos entraram no mercado | Foto: Luciano Santos | 97NEWS

Um projeto de lei em tramitação no Senado quer garantir que os motoristas de táxi paguem menos Imposto de Renda. A proposta seria uma espécie de compensação pelo impacto causado aos taxistas com a legalização dos aplicativos de transporte individual de passageiros como Uber, Cabify e 99Pop. O texto (PLS 462/2017) está em análise na Comissão de Assuntos Sociais (CAS). Pelo projeto, fica concedido um benefício temporário de cinco anos para a categoria dos taxistas, período em que haverá redução, de 60% para 20%, do percentual de renda líquida tributável desses trabalhadores. Ou seja, se hoje o motorista de táxi paga Imposto de Renda sobre 60% dos ganhos brutos com a atividade, passará a pagar apenas sobre 20% de seus rendimentos. – Em vez de a gente onerar o aplicativo, nós entendemos que é melhor desonerar ainda mais os táxis. Mesmo considerando que o Brasil já oferece inúmeras vantagens aos taxistas. 

Nós estamos falando de uma transição, para atender inclusive à Lei de Responsabilidade Fiscal, por um período de cinco anos. E fazer com que o taxista possa, com essa desoneração, ter melhor condição de concorrência no mercado – explicou o autor do projeto, senador Roberto Rocha (PSDB-MA), ao apresentar a proposta. O relator na CAS, senador José Pimentel (PT-CE), considerou a iniciativa um “alívio” aos taxistas, que pagarão menos imposto mensalmente na forma de carnê-leão. Ele destacou que a vantagem temporária não afeta outras já concedidas à categoria. “O taxista vai poder utilizar eventuais sobras na modernização do serviço de táxi, sem afetar a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) na aquisição de veículo novo, prevista na Lei 8.689, frisou Pimentel em seu relatório. Pimentel apresentou emendas ao texto para explicitar que o projeto entra em vigor assim que for sancionado e para adequar a redação aos ditames da Política Nacional de Mobilidade Urbana, substituindo a expressão “táxi” por “transporte público individual”. E salientou que, após cinco anos, o dispositivo legal perderá eficácia e os taxistas voltarão a ser enquadrados nos limites anteriores. Depois de aprovada na CAS, a proposta segue para a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), onde recebe decisão terminativa.

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Consumidores cada vez mais atrasam as contas de água e luz; segundo SPC é uma estratégia

A decisão sobre qual conta atrasar, segundo o SPC e a Serasa Brasil, está ligada ao fato de que os juros, nas contas de água e luz, serem bem mais baixos do que os cobrados em débitos ligados a instituições financeiras. Além dos juros mais baixos, o reajuste das contas básicas superou - e muito - a inflação. Enquanto o IPCA, principal índice de inflação, subiu 4,48% nos 12 meses acumulados até julho, a inflação da energia elétrica medida pelo IBGE subiu 18,02%.  Desta forma, o Brasil formou uma legião de "equilibristas" de contas, de acordo com a economista-chefe do SPC, Marcela Kawauti "O jeito é manter algumas contas em dia, enquanto o orçamento está apertado." É justamente isso o que tem feito a viúva Rita A., de 52 anos, que pediu para ter a identidade preservada. Em alguns meses, a conta de luz é a eleita para ser paga depois; em outros, os boletos do condomínio ou do telefone ficam na gaveta. A situação ficou mais complicada há poucos meses, quando uma carta de cobrança chegou com a informação de que ela devia cerca de R$ 9 mil do financiamento de seu apartamento.  "Meu filho estava na faculdade e precisou sair do trabalho para poder estagiar, então deixei de pagar as parcelas do imóvel e só voltei a pagar quando ele já estava formado e trabalhando. Agora, tenho tentado pagar uma das parcelas atrasadas e uma das atuais por mês."



Com 62% de brasileiros nas redes sociais, profissional de Marketing Digital tem destaque no mercado de trabalho

Foto: Reprodução

Há dez anos, um cliente insatisfeito contava para até 11 pessoas sobre uma má experiência vivenciada com uma marca. O impacto era considerado grave e poderia colocar em risco o faturamento mensal de uma empresa. Mas esse cenário mudou. Com a alta penetração da população nas redes sociais, hoje um cliente insatisfeito tem condições de mobilizar centenas de milhares de pessoas para muito além do território geográfico da marca de maneira negativa. No Brasil, são mais de 130 milhões de internautas com potencial para interagir diariamente com marcas e outros consumidores no ambiente digital. O grande desafio das organizações, agora, é compreender como tornar positiva a experiência deste novo consumidor em canais de grande exposição e que demandam alta velocidade na resolução de problemas. Para Achiles Ferreira, coordenador do primeiro curso de graduação em Marketing Digital do Brasil, oferecido pelo Centro Universitário Internacional Uninter, já há uma transformação acontecendo no mercado de trabalho: as marcas estão à procura de profissionais altamente especializados em interações digitais. “Esse profissional precisa de formação sólida para concentrar esforços no relacionamento com clientes no ambiente virtual para garantir o crescimento do negócio”. 

É interessante notar, avalia Achiles, que a exigência por um novo perfil profissional, com expertise direcionada ao Marketing Digital, vem de uma mudança no comportamento do consumidor que tem impactado a forma com que as marcas fazem comunicação. “A interação constante do consumidor trouxe desafios que o mercado não estava preparado para lidar. Um único comentário negativo pode gerar uma crise com crescimento exponencial em menos de 24 horas”, explica. Apesar de as marcas já estarem cientes desse novo poder dos consumidores, muitas empresas ainda não têm uma equipe preparada para gerenciar relacionamento por meio do ambiente digital. De acordo com pesquisa realizada em 2017 pela agência Ad-Rank, 44% dos negócios pesquisados não têm definido um plano de ação em mídias digitais. Além disso, 33% ainda estão em processo de implementação. “É recomendável que as empresas direcionem seu olhar de forma mais eficiente ao mundo digital”, acredita Achiles.

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Conta de luz subirá até 3,86% com reajuste de receita de hidrelétricas

(Foto: Reprodução)

A Agência Nacional de Energia Elétrica aprovou hoje (17) reajuste de 45,52% na receita anual de geração de 69 usinas hidrelétricas que atuam no regime de cotas. A medida vai provocar aumento nas contas de luz entre 0,02% e 3,86%, segundo a Aneel. O impacto médio será de 1,54%. O impacto na fatura depende da data do reajuste aprovado pela Aneel e da quantidade de cotas (volume de energia) que cada distribuidora compra das hidrelétricas. O volume de cotas de cada distribuidora representa, em média, 22,64% dos contratos de energia das concessões. A remuneração total recebida pelas usinas, de julho de 2018 a junho de 2019, será de R$ 7,944 bilhões.



Primeira parcela do 13º de aposentados e pensionistas será paga em agosto

(Foto: Reprodução)

Aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) receberão a primeira parte do 13º salário junto com a remuneração de agosto. A primeira parcela do abono anual corresponderá a até 50% do valor do benefício. O decreto autorizando a antecipação foi assinado hoje (16) pelo presidente Michel Temer, mas ainda não foi publicado no Diário Oficial da União. A medida deve injetar R$ 21 bilhões na economia do país e movimentar o comércio e outros setores. Como determina a legislação, não haverá desconto de Imposto de Renda na primeira parcela paga a aposentados e pensionistas do INSS. O imposto sobre o valor somente pode ser cobrado na segunda parcela da gratificação natalina, a ser paga junto com a remuneração de novembro. Desde 2006, o governo antecipa a primeira parcela do 13º salário dos aposentados e pensionistas na folha de agosto. Somente em 2015, o pagamento foi adiado para setembro, por causa do ritmo fraco da economia e da queda da arrecadação.



Desenvolver inteligência emocional é essencial para o sucesso das empresas, diz especialista

(Foto Ilustrativa)

Até pouco tempo atrás, o grande drama das empresas residia no chamado "apagão de talentos", que significava a escassez de bons profissionais disponíveis no mercado de trabalho. Por "bons profissionais" objetivamente entendia-se aquele que apresentava as melhores habilidades técnicas (conhecimento + experiência). A questão comportamental estava sempre em segundo plano. Supostamente, deixávamos as emoções em casa e íamos ao trabalho apenas para trabalhar e produzir mecanicamente. É óbvio que esse modelo passou a apresentar problemas sérios. Ao preterir o lado humano, o ambiente de negócios passou a ter de lidar com questões antes desconhecidas: estresse, burnout, presenteísmo, verdadeiros surtos de crise de ansiedade e depressão, afastamento em massa etc. Junte-se a isso a velocidade da vida contemporânea (Era da Informação, tecnologia e a chamada "vida digital") e temos um cenário caótico, não é mesmo? "Não é à toa que temos visto um verdadeiro boom na busca por cursos de mindfulness, coaching e outros. 

O autoconhecimento virou um objetivo de vida, o que não é ruim, embora não deva ser um fim em si mesmo", diz Flora Alves, Chief Learning Officer da SG – Aprendizagem Corporativa. Na prática, esse movimento em busca de autoconhecimento tem muito a ver com um conceito há muito difundido: inteligência emocional (IE). "A inteligência emocional é uma habilidade comportamental de nível complexo e que deve ser trabalhada ao longo de toda a vida, em busca de equilíbrio interior e um propósito maior, algo que faça a nossa atividade cotidiana ter sentido", explica Flora. Decerto, falar em IE é ligar-se de forma automática ao psicólogo norte-americano Daniel Goleman. Considerado o "pai da inteligência emocional", o especialista foi o responsável por popularizar o conceito ao redor do mundo na década de 1980 por meio de um best-seller que vendeu mais de cinco milhões de cópias. Já em 1995, enquanto atuava como jornalista científico no jornal The New York Times, Goleman também ajudou a disseminar a temática. De acordo com informações divulgadas em pesquisas realizadas por Goleman, o Quociente Intelectual (QI) contribui em 20% para uma carreira de sucesso enquanto 80% é resultado do "controle de sentimentos". Para o especialista, a prática do desenvolvimento da IE otimiza em 90% o desempenho dos profissionais. Mas, como afirma a executiva da SG - Aprendizagem Corporativa, nada disso faz sentido se não levarmos em conta o propósito, aquilo que preenche o nosso dia a dia e nossa atividade profissional de significado. Esse é o primeiro passo para uma vida emocional mais saudável e equilibrada. "À medida que você aprimora o lado emocional, mais seguro e confortável se sentirá frente aos desafios. E mais preparado estará para desenvolver e lidar com os aspectos técnicos, que também são fundamentais para uma atuação profissional plena e bem-sucedida", explica Flora.

Pensando em contribuir com a formação da percepção das emoções, a CLO listou abaixo as principais características a serem levadas em consideração:

1. Fique atento as emoções

É imprescindível prestar atenção às sensações e atitudes motivadas pelas emoções, e descobrir suas causas e efeitos.

2. Esteja no controle

Só você tem responsabilidade pelo que sente. Esse padrão de pensamento gera autoconfiança e segurança (em você e em todos a sua volta).

3. Tenha empatia

Saber se colocar no lugar do outro é fruto de uma alta inteligência emocional.

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Mercado: Qual o perfil do funcionário ideal?

(Imagem Ilustrativa)

Quantas vezes você já ouviu a expressão: “é preciso vestir a camisa da empresa”? Se antes, o termo era o mais apropriado para indicar o melhor talento do grupo, hoje, a visão é um pouco diferente. Instituições querem colaboradores criativos, capazes de usar ‘sua própria vestimenta’ e, justamente por isso, agregar ao time. Contudo, e na visão dos jovens, “como deve ser o funcionário ideal para uma organização”? Essa pergunta foi direcionada pelo Nuebe - Núcleo Brasileiro de Estágios a 27.897 pessoas, de 15 a 26 anos, em todo o Brasil. O resultado apontou a necessidade de ter paixão pela profissão! O estudo ocorreu entre 23 de abril e 4 de maio e revelou cinco perfis diferentes. Para a grande maioria, ou seja, 47,15%, ou 13.154 pesquisados, o mais correto é “quem segue as normas estabelecidas e ainda consegue superar as expectativas do seu gestor”. De acordo com Rafaela Gonçalves, coordenadora de treinamento do Nube, seguir esse padrão garante maior segurança e cria estabilidade nas relações de trabalho. “Quando se está em consonância com a corporação, é muito mais fácil ter o foco destinado apenas à qualidade das tarefas executadas e às solicitações de seu líder”, garante. 

Assim, a tendência é entregar projetos com máxima excelência. “Isso dá destaque frente aos demais e, de certa forma, pode garantir uma trajetória positiva e duradoura naquele empreendimento”, complementa. Na sequência, 31,06% (8.666) disseram ser essencial “ter paixão por suas atividades”. Certamente, atuar com algo prazeroso é fundamental para sua realização, mas mesmo assim, haverão responsabilidades com as quais teremos poucas afinidades. “Logo, nessa jornada, o importante é equilíbrio. Assim, a motivação se manterá constante, independentemente dos desafios”, assegura Rafaela. Para 9,64% (2.690), o segredo é ser “indispensável em qualquer situação”. Contudo, seguindo esse pensamento, muitos podem perder espaço nas equipes por não trocarem aprendizados. “Cada funcionário possui sua importância, mas a garantia de permanência só existe quando, de fato, se entrega resultados relevantes e divide conhecimentos”, enfatiza a especialista. Já na opinião de 6,19% (1.727), o exemplo é “alguém disposto a criticar e aceitar feedbacks sem reclamações”. É ótimo quando é permitido contribuir com sugestões sobre os processos de um local, porque isso auxilia no crescimento do negócio. Todavia, também somos parte desse sistema de aperfeiçoamento e estamos sujeitos a melhorias contínuas. “Então, a dica é aproveitar as devolutivas e refletir sobre a performance”, incentiva a coordenadora. Por fim, 5,95% (1.660) afirmaram: “não existe um colaborador ideal, pois nenhum emprego é perfeito”. Para esses, é válido pensar no fato de uma colocação maravilhosa se realizar quando também se está disposto a lutar por ela. “O ambiente corporativo exige uma série de adaptações e isso não é tão simples. Temos de nos encaixar para um sonho se tornar realidade”, indica. Logo, dentro de cada função, é imprescindível aprender e compartilhar o quanto puder. Ao assumir tarefas, é recomendável fazer um bom planejamento para entregá-las no prazo e, quando possível, contribuir com ideias e projetos capazes de agregar valor ao grupo. “Isso sim fará cada um se tornar peça fundamental e os frutos desse esforço serão o reconhecimento e a autorrealização”, finaliza Rafaela. Lembre-se: a perfeição deve ser a meta de performance e não a expectativa sobre algo impossível de se controlar.

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Os quatro maiores vilões da conta de luz da sua casa

(Foto: Reprodução)

Só nos Estados Unidos, 30% de toda a eletricidade serve para suprimento dos lares, porcentagem maior que a gasta pelo comércio e até mesmo pela indústria. Esse consumo se deve ao uso de muitos aparelhos domésticos, apesar da maior eficiência energética com relação à década de 70, quando geladeiras consumiam quatro vezes mais energia que hoje. Geladeiras e freezers são os grandes vilões na sua conta de luz porque ficam ligados semanas a fio. Torradeiras e cafeteiras, como são usadas por pouco tempo, têm a ficha limpa. É importante prestar atenção onde a sua conta de luz anda pesando, isso ajuda não só o bolso, mas também o meio ambiente. Saiba o que gasta mais energia em casa.

4. Geladeiras e Refrigeradores

Geladeiras

Essa dupla melhorou muito nas últimas décadas, como dissemos no início, porém continua no ranking. Por quê? Podem ficar ligados meses, anos a fio! Eles consomem em média de 30 quilowatt-hora (kWh) a 200 kWh por mês. Esses números tão abrangentes ainda existem porque algumas pessoas têm modelos antigos, que não são tão eficientes quanto os mais modernos. Outros detalhes a considerar são: marca, tamanho, opções de temperatura, etc. Já comprou a sua? Gosta dela vintage? Tudo bem, existem soluções:

Descongelar o freezer regularmente: pouco mais de meio centímetro de gelo já forma um probleminha no seu aparelho;

Coloque o termostato na temperatura de 2 °C a 3° C na geladeira; no freezer, a temperatura deve ficar entre -15 °C e -17 °C;

Verifique se a porta está fechando bem; faça o teste colocando um pedaço de papel ao fechar; se ele permanecer firme no lugar é porque não é preciso trocar a borracha;

Coloque etiquetas nos potes de comida, assim você não perde tempo procurando com a porta aberta. Esperar o alimento esfriar antes de guardá-lo é um boa também.

3. Umidificador de ar

Umidificador de ar

Alguns cômodos da casa precisam de ventilação para que fungos não se propaguem. Já outros precisam de bastante umidade, é verdade, mas a maioria das pessoas deixa seus umidificadores numa potência muito maior do que o necessário. E outra, ácaros se proliferam nesse ambiente, e pertences também acabam estragando. Deixar o umidificador ligado 24 horas por dia vampiriza sua energia e acaba usando 160 kWh/mês, mais do que sua geladeira consome. Respire um pouco e pense com a gente:

Quando ligar o aparelho, feche portas e janelas, isso isola e mantém o frescor;

Coloque na potência de 50% de umidade, menos que isso será necessário deixá-lo mais tempo ligado, e isso não é legal;

Dê uma checada no ambiente, e quando sentir que está bom, desligue, mas se for comprar um novo, existem modelos com desligamento automático.

2. Aquecimento de água

Chuveiro

Em média, são gastos 400 kWh/mês nesse procedimento. Lembra da geladeira, quanto era? E você achando muito… Pois é, usamos água quente para tomar banho, lavar as mãos, lavar os pratos no frio, e até mesmo os lençóis quando preciso... A boa notícia é que a economia de energia desse item está toda em suas mãos.

Não há necessidade da água estar mais quente que 45 °C;

Tome banhos mais curtos e em menor quantidade (a pele agradece);

Nos dias menos frios, dê um descanso para a torneira quente;

Retire um quarto do conteúdo da caixa d'água a cada três meses, pois ela acumula sedimentos que podem estragar seus equipamentos;

Painéis solares são uma excelente alternativa no aquecimento, e funcionam muito bem em países tropicais como o nosso.

1. Ar-condicionado

Ar-condicionado

Na década de 80, nos EUA, 27% das casas tinham esse aparelho, hoje esse número subiu para 55%. Como eles variam muito de casa para casa, o consumo de energia pode ir de 200 kWh a 1,8 mil kWh ao mês. Aqui vão mais dicas:

É preciso que um técnico cheque os níveis de fluido, a carga do resfriador e o isolamento todo ano;

Programe o termostato para desligar automaticamente quando a temperatura de fora diminuir;

Certifique-se de ter pelo menos 32 centímetros de material isolante no teto, assim seu ar-condicionado não tem que trabalhar tanto, já havendo o isolamento natural.

Tudo que você, leitor, conseguir fazer para amenizar o impacto ambiental do seu lar é bem-vindo. E vale o mesmo para o seu carro, para a alimentação... Não apenas por você, mas pelas gerações futuras também.

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Banco do Povo já emprestou R$ 4 milhões em Brumado; inadimplência é baixa e 70% dos clientes são mulheres

O gerente do Banco do Povo de Vitória da Conquista, Hermes Bonfim, destacou o papel social da instituição (Foto: Luciano Santos | 97NEWS)

Criado para fomentar a economia popular, o Banco do Povo tem 18 anos de história, sendo que em Brumado foi implantado no ano de 2011. Com empréstimos que vão de R$ 200,00 até R$ 12 mil, a instituição vem tendo uma contribuição muito significativa no comércio informal, que vem conseguindo se manter graças aos juros baixos que são oferecidos. A nova sede do Banco do Povo foi inaugurada nesta segunda-feira (14) e fica situada no Complexo do Empreendedor, bem no centro da cidade. Falamos com o diretor executivo do Banco do Povo de Vitória da Conquista, Hermes Bonfim, que fez questão de destacar que “O Banco do Povo hoje em Brumado já atingiu a marca de cinco mil clientes, ou seja 10% da população já veio em busca do microcrédito, num total de R$ 4 milhões disponibilizados”. Ele ainda citou que "o nosso público é aquele de menor poder aquisitivo, então na medida que ele vai tomando o seu primeiro empréstimo e segue pagando todos os meses, sem inadimplência, ele vai aumentando o seu crédito". Questionado sobre o fato da grande maioria (70%) da clientela ser composta por mulheres, ele respondeu que “o que acontece é que as mulheres têm muito mais o pé no chão e na hora da dificuldade ou quando são abandonadas pelos companheiros, elas passam por dificuldades, então recorrem ao microcrédito para alimentar os filhos ou pagar contas. E elas pagam em dia, são ótimas clientes". Vale ressaltar que a unidade brumadense dá suporte também à cidade vizinha de Livramento de Nossa Senhora.



Banco Central nega que cédulas carimbadas com rosto de Lula percam valor

Foto: Reprodução / Facebook

O Banco Central esclareceu que as cédulas carimbadas com a imagem do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e os dizeres “Lula livre” não perdem o valor, mas alertou que deverão ser repostas, o que implicará custo para o país. Um vídeo circulou pelas redes sociais mostrando um homem carimbando cédulas de dinheiro com o rosto de Lula. Nas redes sociais e pelo WhatsApp, circularam diversas imagens de cédulas sendo carimbadas com a mensagem de apoio ao ex-presidente. Alguns vídeos mostram cédulas com mensagens escritas a mão. Houve comerciantes que se recusaram a receber as notas carimbadas e fixaram avisos perto do caixa. Em nota, o Banco Central (BC) esclareceu que, ao contrário do que foi divulgado, as notas não perdem o valor. “Cédulas com rabiscos, símbolos ou quaisquer marcas estranhas continuam com valor e podem ser trocadas ou depositadas na rede bancária. As notas descaracterizadas apresentadas na rede bancária serão recolhidas ao Banco Central para destruição”, diz o texto. A nota do BC informa ainda que o comércio não é obrigado a aceitar as notas, mas os bancos são. O BC informa que as notas danificadas podem continuar circulando, porém lembra que a fabricação de novas cédulas e moedas gera custos para o país e que “sua reposição elevará ainda mais esse custo”.



Prazo para enviar declaração do Imposto de Renda termina hoje (30)

(Imagem Ilustrativa)

Os contribuintes que ainda não acertaram as contas com o Fisco devem correr. Acaba nesta segunda, às 23h59min59s, o prazo para enviar a Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física. Quem não entregar a declaração a tempo pagará multa. Neste ano, a Receita Federal espera receber 28,8 milhões de documentos. Segundo os dados mais recentes do órgão, 24.895.403 contribuintes tinham enviado a declaração até as 16h deste domingo, o que equivalia a 87% do total. O prazo para a entrega da declaração começou em 1º de março. O programa de preenchimento da declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física de 2018, ano base 2017, está disponível no site da Receita Federal. A multa para quem apresentar a declaração depois da data limite corresponde a 1% por mês de atraso, com valor mínimo de R$ 165,74 e máximo de 20% sobre o imposto devido.



Consumidor: Descubra por quanto tempo seu nome fica no SPC ou Serasa

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A prescrição da dívida assim como o prazo máximo de cadastro em órgãos de restrição de crédito é de cinco anos, a contar a partir da data em que a dívida venceu, e não do dia em que foi feito o cadastro. Alguns fakenews até aparecem por ai dizendo que o prazo foi reduzido para três anos. Mentira! Embora exista uma discussão judicial sobre o prazo, ele continua sendo de cinco anos. Quando a dívida completa cinco anos, ela não pode constar em órgão de restrição ao crédito (SPC, Serasa, SCPC), nem ser cobrada na Justiça. Porém pode ser cobrada por telefone ou carta. Caso a dívida seja reincluída em órgão de restrição ao crédito, após cinco anos o consumidor pode entrar com um processo na justiça e exigir a exclusão imediata dos cadastro. Se você renegociou sua dívida, o acordo gera uma nova dívida, neste caso se o consumidor não pagá-la poderá ter o nome incluído mais uma vez no SPC e Serasa por mais cinco anos a contar da data em que deixou de pagar o acordo. Fique de olho nas empresas que “compram” sua dívida, ela não poderá renovar seu registro no SPC e Serasa por mais 5 anos. A renovação do cadastro por parte destas empresas, no SPC e Serasa é ilegal. Mas lembre-se, o devedor pode ser cadastrado a qualquer momento dentro do prazo de cinco anos a contar da data de vencimento da dívida. Por exemplo, se a dívida era do dia 26 de abril de 2013, o prazo máximo para a permanência do cadastro é o dia 26 de abril de 2018. O nome do devedor pode ser incluído até o dia 25 de abril do mesmo ano, ou seja um dia antes do vencimento. Entretanto, ele será obrigatoriamente excluído no dia seguinte. Lembrando que seu nome pode ir para o SPC ou Serasa por várias vezes, porquê não há limitação, desde que seja dentro do período de cinco anos. Entretanto, a empresa pode retirar e recadastrar a dívida quantas vezes quiser, sempre respeitando o prazo de cinco anos.



Pesquisa aponta que apenas 18% dos brasileiros estão com as contas “no azul”

Foto: Conteúdo l 97News

Pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito Brasil (SPC) aponta que apenas 18,4% dos brasileiros estão com as contas no azul, com sobra de recursos para consumir ou fazer investimentos. De acordo com o levantamento, divulgado nesta quarta-feira (7), 40,1% dos entrevistados apontam estar no “zero a zero”, sem sobra e nem falta de recursos. Já 37,9% assumiram estar no vermelho e não conseguir pagar todas as contas com a renda que possuem. Os demais não souberam opinar. Segundo os entrevistados, as principais razões para estarem no vermelho foram os preços altos e a dificuldade de pagar as contas (53,8%); a redução da renda (26,7%); a perda do emprego (18,2%); e a perda de controle dos gastos (12,2%). O levantamento foi feito no último mês de fevereiro. De acordo com o órgão, quase a metade (49,4%) dos consumidores manifestaram a intenção de reduzir gastos no orçamento. Apenas 8,4% disseram que planejavam aumentar o valor de suas compras. Para 40,4%, os gastos devem se manter estáveis. Os demais não souberam opinar. A pesquisa revelou ainda que 22% dos brasileiros tiveram crédito negado em janeiro – último mês com dados disponíveis – ao tentarem parcelar uma compra em estabelecimentos comerciais ou contratar serviços a prazo.



Bahia: Economia baiana encerrou 2017 com alta de 0,4%

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

O Produto Interno Bruto (PIB) baiano registrou avanço de 0,7%, na comparação do quarto trimestre de 2017, com igual período de 2016, e encerra o ano de 2017 com alta de 0,4%. Quando comparado ao mesmo período do ano anterior, o PIB da Bahia apresentou resultado positivo de 0,7% no quarto trimestre de 2017. De acordo com os cálculos realizados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais, o desempenho no último trimestre do ano dos três setores da atividade econômica foi negativo para Agropecuária (-10,3%) e para Indústria (–2,2%) e positivo para Serviços (2,5%). A combinação de fatores resultou em uma ascensão de 0,7% do Valor Adicionado da economia baiana. Outro fator determinante na repercussão da taxa do PIB foi a alta de 0,9% dos impostos sobre produtos.