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BUSCA PELA CATEGORIA "Curiosidades"

Erros de Português reprovam 46% dos jovens em processos seletivos

(Imagem Ilustrativa)

Muitos candidatos a vagas de estágio e aprendizagem perdem as oportunidades por lunos de conta de deslizes na língua portuguesa. Nas etapas de seleção, exames ortográficos e redações são os principais testes e servem para filtrar os melhores participantes. A fim de avaliar esse cenário, o Nube - Núcleo Brasileiro de Estágios realizou pesquisa com mais de oito mil concorrentes. Um ditado, com 30 palavras do cotidiano, como “exceção”, “textura”, “artificial”, “autorizar”, “licença” e “desperdício”, foi aplicado. Quem cometesse mais de sete erros era eliminado. O desempenho ficou aquém do esperado. Quase a metade dos 8.239 avaliados, durante todo o ano de 2017, não obteve sucesso. Foram 3.811 (46,3%) reprovados e 4.428 (53,7%) aprovados. Na visão da recrutadora Nardejane Silva, o dado é chamativo, pois a correta ortografia é imprescindível para qualquer profissão. “Uma falha gramatical em um e-mail direcionado a um cliente, por exemplo, pode comprometer a imagem do remetente e, consequentemente, da empresa. 

Por esse motivo, o português é um critério tão importante”, explica. A taxa mais alta de desclassificação foi dos estudantes de 16 a 24 anos, com 46%. Já entre os adultos de 25 a 30, o percentual foi de 21%. O resultado pode ser devido ao pouco preparo dos menos experientes. “Há questões como falta de atenção e nervosismo, as quais, muitas vezes, predominam em um processo seletivo. Logo, devem ser trabalhadas desde cedo”, recomenda a especialista.No diagnóstico por níveis, os alunos do ensino médio se destacaram com 70,7% de sucesso. Entretanto, o destaque negativo foi dos universitários: houve 49,6% de reprovação no superior. Muitas vezes, a pessoa se forma sem ter aulas de gramática ou redação. “Na faculdade, é priorizado o estudo de conteúdos mais específicos da carreira”, afirma Nardejane. Na segmentação por áreas, a notoriedade foi para as Ciências Humanas e Sociais, com 85,3% de êxito. Em seguida, ficaram as Engenharias, tendo 80,7% de acadêmicos bem-sucedidos na avaliação. Contudo, no campo das Artes e Design, o desempenho ficou abaixo das expectativas: 59,5% não passaram. Os discentes de Comunicação também deixaram a desejar, com 53,9% de desqualificados. Os cursos com mais aprovação foram Direito (94,12%), Engenharia Química (93,10%), Farmácia (87,32%), Química (80%) e Engenharia Mecânica (79,17%). Por outro lado, o índice de reprovação no ensino superior preocupa nos campos de Gestão Comercial (68,33%), Eventos (68,18%), Marketing (66,61%), Design (62,50%) e Publicidade e Propaganda (59,49%). Ao fazer o recorte entre os matriculados em insituições de ensino particulares e públicas, 49,6% dos pagantes foram barrados na primeira etapa. Teve melhor desempenho quem estuda nas universidades federais, estaduais ou municipais. O índice de insucesso foi de 31,8%. “A ausência de leitura e treino da escrita são as principais razões dos erros cometidos. Quando se lê com pouca periodicidade, o vocabulário tende a ser menos qualificado”, ressalta Nardejane. Esse bom hábito deve ser desenvolvido também em outros ambientes. “É essencial ser autodidata e buscar essa competência além do imposto em sala de aula. Pode-se começar com livros, textos e artigos de assuntos do seu interesse e expandir para os mais diversos temas, e assim evoluir seu repertório de palavras”, indica a selecionadora. Em tempos nos quais o desemprego é tão alto entre os jovens, chegando a 26,6%, é relevante não escorregar nesse quesito. Há mais candidatos em relação ao número de vagas. Porém, muitas não são preenchidas pela baixa qualificação ortográfica. “Em uma seleção com 20 pessoas, após o teste ortográfico, há grandes chances de ninguém ser aprovado”, finaliza Nardejane.

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Parada do Orgulho LGBT ocorre neste domingo em Salvador e traz tema 'Abraço à Diversidade'

(Foto: Reprodução)

A 17ª Parada do Orgulho LGBT da Bahia corre neste domingo (9) no Centro de Salvador. A concentração do evento está marcada para as 11h na Praça do Campo Grande. O desfile de trios ocorre a partir das 15h. Devido à festa, o trânsito está modificado no espaço desde as 23h deste sábado (8). Segundo o Grupo Gay da Bahia, organizador do evento, o tema deste ano é “Abraço à Diversidade”.  No evento, haverá testagem sorológica para detecção do HIV/Aids, sífilis e hepatites virais, além da distribuição de 20 mil preservativos. Também será reciclado todo material plástico descartado durante o evento, que será transformado em bolsas, porta lápis e mochilas, distribuídos aos alunos das escolas municipais. 



A origem do coaching: como surgiu esta poderosa ferramenta

(Foto: Divulgação)

Atualmente o termo Coaching é muito utilizado, mas pouco se explica sobre sua origem. Inicialmente o termo designava os cocheiros ingleses, que guiavam as carruagens, ainda na idade média. Interessante perceber o sentido originário que a palavra Coaching, derivada de cocheiros, tem de “guiar”, levar a algum lugar desejado. A utilização do termo ressurgiu, em 1850, também na Inglaterra, para se referir aos mestres e professores de universidades, especialmente àquelas figuras responsáveis pela orientação e tutela de alunos em suas provas, testes e trabalhos, conduzindo-os a resultados satisfatórios. Cem anos depois, o termo passou a ser utilizado na literatura de negócios, abordando nuances relativas ao gerenciamento de pessoas. Esse trabalho possibilitou o desenvolvimento de pessoas, a partir de habilidades comportamentais que agregam valor ao desempenho funcional. 

Em Nova Iorque, no ano de 1960, o Coaching ganha força nas empresas, especificamente o Life Coaching/Coaching de Vida. Um programa educacional foi desenvolvido e, a partir dos seus brilhantes resultados, foi levado para o Canadá e lá aperfeiçoado. Nesse momento passa-se a utilizar técnicas de controle de conflitos e a busca por resolução de problemas é um ponto importante do processo.Na década de 60 foi criado o Instituto Esalen. Lá criaram e estudaram várias técnicas de desenvolvimento humano. Esse Instituto é considerado ainda hoje o lar espiritual do movimento pelo potencial humano. O Esalen incentiva todo tipo de prática, atividade, estudos e conhecimentos que possam desenvolver pessoas e recebe estudantes, artistas, cientistas e religiosos em seus projetos e programas de pesquisa. O intuito é facilitar a transformação pessoal e social. Aqui ainda não se usava o termo para o meio esportivo, mas sabe-se que essa já era uma realidade. Autores como Timothy Gallwey citam o Coaching Esportivo (originado no tênis e no esqui) explicando a forma como os técnicos designavam o oponente do esportista na competição. Percebia-se que o grande trabalho não era avaliar a habilidade e fraqueza do outro, mas as do próprio atleta, que precisaria conhecer seus pontos para melhor trabalhá-los, buscando potencializar seu desempenho.Para os brasileiros o termo chegou associado aos esportes, em 1970. Ainda hoje são utilizadas práticas e técnicas desse setor, em um conjunto de estudos e ferramentas que são amplamente proveitosas para melhorar performances individuais, no alcance do sucesso almejado. É por essa importante característica que hoje o Coaching tem força nas grandes organizações mundiais: desenvolvimento de metas, solução de problemas e alto desempenho de indivíduos e equipes. No início dos anos 80 as empresas perceberam a importância que o Coaching tinha, bem como a eficiência de seus resultados, e o fortalecimento desse trabalho se deu de forma significativa. Foi então que surgiram trabalhos de Coaching Executivo nos programas de negócios e liderança, se estabilizando como ferramenta potencial no desenvolvimento de pessoas e profissionais. Coaching é, portanto, um processo objetivo que tem por finalidade auxiliar o indivíduo ou grupo de pessoas a alcançarem suas metas a partir do alto desempenho. E, sem dúvida, um trabalho muito elogiado pelas pessoas que já participaram dessa atividade devido aos resultados otimizados e satisfatórios.

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'Oleo de coco é veneno puro', diz professora de Harvard

O óleo de coco é considerado tão prejudicial para o corpo quanto a manteiga, de acordo com muitos especialistas em nutrição e em doenças coronárias (Foto: Reprodução)

Um discurso de uma renomada especialista em saúde pública contra o uso do óleo de coco viralizou no Youtbe, alcançando mais de 800 mil visualizações. No vídeo, a médica Karin Michels questiona os supostos benefícios da substância e dispara: "(O óleo de coco) É tão ruim quanto veneno puro". Karin é professora da Escola de Saúde Pública da Universidade Harvard, nos EUA, e diretora do Instituto de Prevenção e Epidemiologia de Tumores da Universidade de Friburgo, na Alemanha. A afirmação que levou o vídeo a ser tão assistido foi feita durante uma palestra intitulada "Óleo de coco e outros erros nutricionais". O evento foi realizado na na Universidade de Friburgo. A professora afirmou que o óleo de coco é "um dos piores alimentos que você pode comer", devido ao efeito prejudicial que os ácidos graxos saturados presentes nesse óleo têm sobre o corpo. Isso vai contra o senso comum de que o óleo de coco faz bem para a saúde. Na última década, ele chegou a ser chamado de "superalimento", que poderia ser usado na cozinha como componente de qualquer refeição. 

Em junho do ano passado, a Associação Americana do Coração (AHA, na sigla em inglês) atualizou suas diretrizes em relação aos ácidos graxos saturados encontrados no óleo de coco, recomendando que as pessoas substituíssem esse óleo em suas dietas por gorduras insaturadas, a fim de reduzir o risco de desenvolver doenças cardiovasculares. Na ocasião, a AHA destacou que o óleo de coco era tão prejudicial quanto a manteiga. Segundo Karin Michels, consumir óleo de coco é muito mais prejudicial do que consumir banha. Isso porque o óleo de coco é predominantemente composto de ácidos graxos saturados, e são eles os responsáveis por aumentar o colesterol ruim no sangue. Além do óleo de coco, outros alimentos que são ricos em gordura saturada são manteiga, queijo amarelo e salsicha. Já os alimentos ricos em gordura insaturada, que é boa para o coração, são peixes oleosos, nozes, sementes, óleos vegetais e abacate.

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Comer pouco carboidrato é tão ruim quanto comer demais, diz pesquisa

Segundo o estudo, os carboidratos não são tão inimigos como se imaginava (Foto: Reprodução)

Em geral, eles são vistos como vilões. Mas um estudo publicado nesta quinta-feira na prestigiada revista "Lancet Public Health" comprova que ingerir carboidratos de forma moderada é essencial para uma longa expectativa de vida. Embora muitas dietas "low carb" preguem uma quantidade mínima de carboidratos, substituindo-os por proteína animal, a pesquisa traz evidências de que comer pouco "carb" é tão ruim quanto comer demais — ou até pior. O estudo observacional analisou dados de 15.428 pessoas com idades entre 45 e 64 anos que participaram do Estudo de Risco de Aterosclerose em Comunidades, nos Estados Unidos. Descobriu-se que tanto as dietas de baixa ingestão — menos de 40% das calorias provenientes de carboidratos — quanto as com excesso de carboidrato — mais 70% — estão ligadas a um aumento na mortalidade. Enquanto isso, os consumidores moderados de carboidratos, representando 50-55%, tiveram o menor risco de mortalidade. Outro achado da pesquisa foi que trocar carboidratos por proteínas e gorduras animais, como carne bovina, porco, frango e queijo, foi uma prática associada a uma mortalidade precoce. Ao passo que diminuir um pouco a ingestão de carboidrato para dar lugar a proteínas e gorduras de origem vegetal, como verduras, legumes e nozes, mostrou como resultado um índice de mortalidade menor.

Líder do estudo, a pesquisadora em Medicina Cardiovascular Sara Seidelmann, do Brigham and Women's Hospital, dos EUA, explica que a ingestão moderada de carboidratos é essencial para nossa saúde a longo prazo.

— As dietas "low carb", e algumas até que excluem completamente os carboidratos das refeições, podem ter um resultado imediato, com rápida perda de peso, mas não são boas no longo prazo. O que observamos fazendo o estudo é que o corpo humano precisa de um nível moderado de carboidratos, de forma constante — afirma ela.

Mas o que é "moderado", afinal? Sara destaca que não existe uma quantidade exata de ingestão ideal. Isso varia de pessoa para pessoa. Mas o grande conselho é variar o cardápio: comer, com bom senso, tanto carboidratos quanto proteínas — dando sempre prioridade àquelas de origem vegetal.

— Se alguém quiser seguir uma dieta com menos carboidratos deve optar por mais folhas, uma dieta rica em plantas, legumes. Não é aconselhado substituir carboidratos por proteínas, como é tão frequente nos Estados Unidos e em muitos países da Europa — diz ela. — Não é novidade que o equilíbrio é sempre o melhor caminho. É o que o nosso corpo espera e precisa.

Sara e sua equipe estudaram mais de 15 mil adultos de diversas origens socioeconômicas de quatro regiões dos EUA. Todos os participantes relataram consumo entre 600 e 4.200 calorias por dia para homens, e entre 500 e 3.600 calorias diárias para mulheres. No início do estudo, e novamente seis anos depois, os participantes completaram um questionário dietético sobre os tipos de alimentos e bebidas que consumiram, qual o tamanho da porção e qual era a frequência.

 

Os cientistas avaliaram a associação entre a ingestão total de carboidratos e todas as causas de mortalidade após o ajuste para idade, sexo, raça, consumo total de energia, educação, exercício, nível de renda, tabagismo e diabetes. Durante um acompanhamento médio de 25 anos, 6.283 pessoas morreram. 

Os pesquisadores estimaram que, a partir dos 50 anos, a expectativa de vida média era de 33 anos adicionais para aqueles com ingestão moderada de carboidratos — quatro anos mais do que aqueles que consumiam pouquíssimo carboidrato (29 anos) e um ano a mais em comparação com aqueles cuja dieta tinha alto teor de carboidratos (32 anos).

Para a nutricionista Bia Rique, mestre em Saúde Coletiva pelo Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), essa pesquisa corrobora o que muitas outras vêm apresentando: a ideia de que, a médio e longo prazo, a melhor alimentação é aquela ancorada nos vegetais, chamada de "plant-based", que, por tabela, incluem quantidade razoável de carboidratos.

— A alimentação rica em vegetais não precisa ser necessariamente vegetariana ou vegana, mas deve privilegiar leguminosas, verduras, grãos integrais e frutas. E então, naturalmente, a pessoa que segue essa rotina alimentar só comerá carne de vez em quando. Quando a alimentação é assim, ela nunca será "low carb", porque alimentos como leguminosas contêm carboidratos. Só que aí a origem desse carboidrato será vegetal, melhor para a saúde — explica ela.

O grande erro, ressalta Bia, é quando os carboidratos vêm de alimentos ultraprocessados:

— No caso de grande parte das pessoas que consomem excesso de carboidratos, como é tão comum nos Estados Unidos, a origem desse carboidrato é ruim porque não vem das frutas, das leguminosas, e sim de alimentos ultraprocessados.

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Sua moeda de 1 real comemorativa, pode valer ate 700 reais, fique ligado e saiba os valores

Foto: Reprodução

O que você faz com suas moedas, passa adiante? Antes de se livrar delas preste atenção, pois você pode estar dando uma fortuna de presente para alguém. Exemplares raros como o feito para homenagear o cinquentenário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, cunhada em 1998 podem valer até R$ 200. Uma moeda de 5 centavos de 1999 que vale entre R$ 10 e R$ 35 ou seja, entre 200 e 700 vezes o seu valor de face. O preço das moedas depende da sua raridade, tipo de cunhagem e estado de conservação. Segundo o Banco Central são produzidos 150 milhões de moedas de R$ 1. Mas, para o programa Olímpico a tiragem será de 20 milhões para cada um dos 16 tipos feitos para circulação, totalizando 320 milhões de moedas. A coleção atrai novos colecionadores para a numismática, principalmente jovens e crianças. Os álbuns que são produzidos para comportar as coleções também ajudam no aumento da procura por moedas, pois são separados em séries. Segundo Julio Cesar Vieira, sócio da Numismática Vieira, que atua no ramo há 70 anos, o que faz as moedas serem raras é a quantidade de peças que foram cunhadas. Foram cunhadas apenas 600 mil moedas com detalhes dos Direitos Humanos. “Para um país como o Brasil, isso não é nada, o que justifica o valor.” Julio Cesar afirma que as moedas da primeira família do real, impressas de 1994 a 1997 também são valiosas. “Pagamos 50 centavos pelas moedas de 1 centavo desta época.” O valor de uma moeda é definido por três aspectos: quantidade, estado de conservação e data de lançamento. Uma moeda jovem pode ser muito valiosa se tiver um volume de tiragem limitada. Você pode vendê-las por meio de sites de comércio eletrônico ou em sites específicos de colecionadores! Basta uma pequena busca e encontrará diversos anúncios sobre as raras moedas.



Nave lançada para 'tocar' o Sol está operando normalmente, diz Nasa

Foto: Reprodução

A nave espacial lançada pela agência espacial americana (Nasa) na madrugada deste domingo (12) para "tocar" o Sol está "saudável e operando normalmente", segundo comunicado da agência. O lançamento da missão Parker Solar Probe foi realizado às 4h31 pelo horário de Brasília, a partir da Estação da Força Aérea de Cabo Canaveral, nos Estados Unidos. O gerente do projeto da missão, Andy Driesman, comemorou o êxito do lançamento, segundo comunicado divulgado pela Nasa. A nave espacial deverá se aproximar da enorme estrela cheia de hidrogênio e hélio e enfrentará temperaturas altíssimas, assim como níveis de radiação. Os cientistas vão chegar mais perto do que nunca, na atmosfera externa do Sol. O objetivo é aprender mais sobre os ventos solares e entender os motivos de a atmosfera externa do Sol ser mais quente que a superfície. O que será colhido de informação pelo caminho também será importante. A PSP chegará sete vezes mais perto do Sol do que qualquer outra espaçonave. O material deverá suportar temperaturas que passam de 1,3 mil ºC – a superfície do Sol pode chegar a 5,5 mil ºC. A coroa, atmosfera externa, pode ter milhares de graus Celsius. Por isso, vamos chegar até um certo limite. A sonda tem custo de US$ 1,5 bilhão (R$ 5,8 bilhões).



Ivete processa o Google após ficar 'abalada' com notícia mentirosa de aborto

Foto: Reprodução

Ivete Sangalo processou o Google Brasil e as empresas Zip.Networking e Blasting S/A para que retirassem do ar notícia veiculada em que apontava para o suposto risco de aborto das gêmeas Marina e Helena. De acordo com informações do colunista Léo Dias, do jornal O Dia, Ivete alegou que foi “surpreendida com uma notícia estranha e inverídica, que lhe deixou, a um só tempo, chocada, revoltada e emocionalmente abalada”. No último dia 3, a Justiça encerrou o processo após acordo entre as partes, mas antes disso, o juiz chegou a soltar uma liminar exigindo que as empresas retirassem os links das matérias do ar no período de até 24 horas, sob pena de multa diária no valor de R$ 10 mil. O processo corria na 8ª Vara Cível e Comercial da Comarca de Salvador.



Mãe de Wesley Safadão ataca ex-nora após briga por pensão

(Foto: Reprodução Instagram)

A mãe de Wesley Safadão, dona Bill, saiu em defesa do filho e atacou a ex-nora Mileide Mihaile depois da briga judicial por pensão. Ela utilizou as redes sociais para dizer que a ex-mulher do cantor persegue a família e nunca gostou de ninguém. “Ela está usando fakes para fazer todo esse terror. Há três anos eu investigo e no fundo eu acreditava que ela não estivesse envolvida", escreveu. "Na saída dele para as festas, quando ela ia com ele, eu ficava pastoreando os fãs para que ela não os maltratasse. Agora dá uma de inocente e diz que ama os fãs. Ela não gosta de ninguém. Nem dela mesma. Quem já teve o desprazer de conviver com ela sabe que estou falando a verdade. Não estou aqui julgando ou ameaçando, mas vou muito além e tenho como provar”, afirmou. 



Devinho Novaes tem bolsa roubada enquanto fazia show em Irecê: 'Muito triste'

Foto: Reprodução l Whatsapp

O cantor Devinho Novaes foi roubado, na madrugada de sábado (04), enquanto fazia show na festa Chopada Prime, na cidade de Irecê. “Acabamos o show aqui em Irecê. Foi o maior sucesso. Graças a Deus deu tudo certo, mas infelizmente minha bolsa foi levada do camarim com documentos, cartão, dinheiro e outras coisas pessoais”, contou o artista, através das redes sociais. “Estou aqui meio atordoado com as coisas que perdi hoje. Eu, cantando no palco, e do nada minha bolsa some do camarim”, reclamou o artista. “Não estou nem preocupado com dinheiro. Estou preocupado com meus documentos. Isso me deixa muito triste”, lamentou. 



França aprova Projeto de Lei que equipara cantada a assédio sexual

Foto: Reprodução

A França aprovou nessa quarta-feira (1) o projeto de lei que prevê multa para quem realizar “cantadas” de cunho sexual, com a pena sendo agravada com prisão em caso de agressão sexual contra menores. O projeto de lei foi promovido pela secretária de Estado para Igualdade entre Homens e Mulheres, Marlène Schiappa, e visa coibir o aumento dos abusos verbais que estão ocorrendo em bairros em Paris. A “injúria sexista” agora se equipara ao assédio sexual e irá ser punida com multa de 750 euros (R$3.200,00). O texto também aumentou o prazo para o crime de estupro dos atuais 20 para 30 anos, além de penalizar com mais rigor os casos em que a vítima seja menor de 15 anos.



Celular se torna a principal forma de acesso à internet no Brasil

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

A  conexão à internet somente pelo celular se tornou a forma mais comum de navegar na web no Brasil. A conclusão é da pesquisa TIC Domicílios 2017, produzida pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (CETIC.Br), vinculado às Nações Unidas e ao Comitê Gestor da Internet no Brasil. O levantamento divulgado hoje (24) é um dos mais importantes do país sobre o tema. Em 2017, 49% dos lares brasileiros dependiam de um celular para acessar a rede mundial de computadores. O índice foi pela primeira vez superior aos domicílios que usam tanto dispositivos móveis quanto computadores de mesa (os chamados desktops) para se conectarem. Dos lares pesquisados, 19% acessavam a internet mas não possuíam computador. A exclusividade da conexão móvel está mais presente nas classes de menor renda. Enquanto na classe A o índice de domicílios com acesso à web e computador é de 98%, nas classes D e E esse índice é de apenas 7%. Entre os usuários deste segmento, 80% dependem de um celular pra navegar. Essa prevalência se manifesta também nas áreas rurais (72%) e no recorte de gênero, estando presente mais entre mulheres (53%) do que entre homens (45%). 



Cavalo pintado por crianças gera revolta na internet

O cavalo branco foi utilizado como tela de pintura para que as crianças colorissem durante uma colônia de férias na Sociedade Hípica de Brasília (Foto: Reprodução)

Uma atividade realizada em uma colônia de férias na Sociedade Hípica de Brasília está gerando revolta nas redes sociais. É que um cavalo branco foi utilizado como tela de pintura para que as crianças colorissem. O animal foi todo rabiscado e pintado.  A foto viralizou nas redes sociais após uma postagem da advogada e ativista Ana Paula Vasconcelos. "Enquanto tentamos educar as crianças para que tenhamos uma sociedade mais consciente, que saibam respeitar todas as formas de vida, nos deparamos com uma coisa absurda dessas", escreveu. A publicação já recebeu mais de 28 mil compartilhamentos e 11 mil comentários. "Falta de respeito", escreveu uma pessoa. "Mesmo que alegem tinta especial para esse tipo de pintura, isso é desumano", desabafou outra. Fiscais do Instituto Brasília Ambiental (Ibram) e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) foram acionados e vistoriram o local no domingo (22). Eles disseram que não encontraram, inicialmente, indícios de maus-tratos, visto que o cavalo foi lavado após a chegada da equipe, e a tinta foi facilmente removida. . A fiscalização também notificou os responsáveis a apresentarem o programa pedagógico. Apenas depois disso o Ibama tomará uma decisão sobre o caso. Segundo o responsável pela colônia de férias, José Cabral, o objetivo da atividade era fazer com que crianças que têm medo de animais de grande porte conseguissem se aproximar e fazer carinho no bicho. "Todas as nossas atividades são pensadas em conjunto com uma coordenadora pedagógica. A tinta é atóxica, não faz mal para a pessoa e nem para o animal", disse em entrevista ao Correio Braziliense.  "Esses bichos, para mim, são as coisas mais importantes. Eu estou sendo crucificado equivocadamente. Isso realmente é extremismo da internet", completou.



História em quadrinhos conta como a vagina virou um tabu na sociedade

A relação da humanidade com a genitália feminina é revisitada nos quadrinhos de Liv Strömquist Imagem: Divulgação Helena Bertho

Por que a genitália feminina é um assunto tão tabu? É essa pergunta que a cartunista Liv Strömsquist tenta responder no livro "A Origem do Mundo: uma história cultural da vagina ou da vulva vs. o patriarcado" (ed. Quadrinhos na Cia, R$ 69,90). Usando a linguagem dos quadrinhos, com muita ironia, bom humor e uma extensa pesquisa histórica, ela reconta como a relação da humanidade com a vagina e a vulva mudou ao longo dos tempos. Lendo os quadrinhos, é possível saber sobre sociedades antigas que adoravam vaginas e como alguns cientistas que, segundo Liv, "que se interessaram um pouco demais por aquilo que se costuma chamar de 'genitália feminina'" ajudaram a transformá-las em algo vergonhoso, um assunto sobre o qual não se fala. História em quadrinhos conta como a vagina virou um tabu na sociedade A relação da humanidade com a genitália feminina é revisitada nos quadrinhos de Liv Strömquist  É uma HQ para ler sorrindo, a cada página pensando: "nossa! Então é por isso que eu quero diminuir meus grandes lábios" ou "uau! Então foi assim que o clitóris sumiu dos livros". E, ao final, sair com o delicioso alívio de saber que está, sim, tudo ótimo com a sua vagina -- o problema é a sociedade mesmo.

 



Incomodada ficava sua avó: 66% das idosas fazem sexo no Brasil

(Foto: Reprodução)

Elma Izai faz sexo. Aos 68 anos, ela não vê problemas em falar sobre o assunto, e estranha, isso sim, quem considera um tabu relações sexuais entre idosos. Casada há mais de três décadas, Elma integra a geração que revolucionou o papel da mulher no sexo: ela tinha 10 anos quando, em 1960, a primeira pílula anticoncepcional chegou ao mercado; tinha 18 quando o movimento feminista explodiu em protestos na França; e, hoje, já na terceira idade, faz parte do contingente de mulheres com mais de 60 anos que é o mais sexualmente ativo de toda a História brasileira. — Eu entendo sexo como parte da felicidade — diz Elma. Jayme Pereira Príncipe também faz sexo. Aos 82 anos, ele está viúvo há 20 e namora há 14. Quando perguntado sobre planos de um novo casamento com a atual namorada, de 59, ele responde com um bem-humorado “por enquanto, não”. Jayme passou a vida toda cuidando da alimentação, fazendo exercícios e dormindo bem. Ele vê nisso uma relação direta com sua boa disposição para o sexo. Mas, diferentemente de Elma, o simples fato de ter nascido homem já o torna parte de um grupo que, tradicionalmente, teve mais liberdade para manter relações sexuais por mais tempo — e para falar à vontade sobre isso.

Se, em 2008, 87% dos homens com 60 anos ou mais eram sexualmente ativos, esse índice despencava para apenas 50% entre as mulheres. O cenário animador é que essa disparidade diminuiu significativamente na última década: uma segunda edição da mesma pesquisa, com dados colhidos em 2016, mostrou que 66,7% delas passaram a fazer sexo aos 60 anos ou mais. No caso dos homens, a taxa também aumentou, chegando a 92,5%.

O estudo é da psiquiatra Carmita Abdo, coordenadora do Programa de Estudos em Sexualidade da Universidade de São Paulo (USP) e presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria. Ela destaca que, embora a primeira conclusão a partir dos dados seja de que mais idosos, em geral, estão fazendo sexo, “as grandes mudanças nesses números são femininas".

— A geração que está hoje na terceira idade é pioneira em muitos aspectos, consequentemente não poderia ser diferente no aspecto sexual. É uma geração que viveu uma sexualidade mais livre, porque a pílula permitiu o planejamento familiar. É uma geração em que a mulher começou a trabalhar fora e ganhou uma percepção diferente da existência e do envelhecimento — analisa a especialista.

Carmita aposta que, quando realizar a terceira edição da pesquisa, planejada para daqui a oito ou dez anos, a mudança nos números será radical.

— Trata-se de uma alteração de paradigma: cada vez menos, a mulher fica constrangida diante das mudanças do próprio corpo e cada vez menos ela sente vergonha de fazer sexo após os 60 anos. Entre outros motivos, essa idade não é mais vista como fim da vida — diz ela.

Regina Navarro Lins, que é sexóloga, psicanalista e escritora, faz coro com Carmita. Na visão dela, essas mulheres são fruto de uma revolução sexual:

— Nunca houve um período tão bom para o amor e para o sexo quanto hoje, sem dúvida. Durante muito tempo, a mulher de 40 tinha que “pendurar as chuteiras". Hoje não é mais assim.

O dia a dia da carioca Elma Izai é retrato disso: o sexo regular com o marido é cultivado como fonte de prazer para ambos. E ela não é daquelas que abaixa o tom de voz para falar “sexo”.

— A relação sexual é tão importante quanto o café da manhã que tomamos juntos ou a TV a que assistimos abraçados — diz Elma, que também é psicóloga.

 

DIFERENÇA BIOLÓGICA ENTRE HOMENS E MULHERES

Regina explica que, pelo fato de a mulher engravidar e o homem, não, concluiu-se historicamente que para eles sexo é prazer, e, para elas, simplesmente um meio de ter filhos. Por isso, a repressão da sexualidade feminina foi muito grande ao longo da História.

— Até os anos 1950, houve uma infinidade de estudos pseudocientíficos mostrando que a mulher não era capaz de sentir prazer. As mulheres foram ensinadas que só o homem gosta de sexo, e muitas interiorizaram isso. Até a década de 50, a mulher tinha que ser inerte na cama, não podia mostrar que tirava daquilo algum prazer. A finalidade, para ela, deveria ser apenas reprodutiva — diz ela.

Além da construção social, há uma marcante diferença biológica entre homens e mulheres quando se fala em longevidade das relações sexuais. Enquanto a produção hormonal do homem é mantida sem grandes alterações ao longo de toda a vida — a partir dos 40 anos, ele perde só 1% da sua testosterona anualmente —, a mulher enfrenta uma queda súbita de seus estrógenos por volta dos 50, quando passa pela menopausa. Isso faz com que a libido dela, em geral, diminua. Também cai a lubrificação da vagina, o que torna a relação sexual mais dolorosa.

 

CREMES VAGINAIS E REPOSIÇÃO HORMONAL

Entretanto, isso não pode ser considerado uma “sentença” para que elas deixem de fazer sexo, ressalta Carmita Abdo. Assim como existe o implante peniano, o Viagra e outros medicamentos para contornar o principal problema dos homens mais velhos — a disfunção erétil —, para as mulheres existe a reposição hormonal e uma série de cremes que ajudam a aumentar a lubrificação vaginal.

— É um erro encarar a menopausa como o fim do sexo — pontua a psiquiatra. — Hoje, as mulheres têm mais recursos para fazer sexo sem sentir dor.

Para isso, no entanto, é importante que haja uma maior liberdade entre médicos e pacientes para que tal assunto surja. Numa consulta, por exemplo, somente 15% das mulheres a partir dos 50 anos de idade tomam a iniciativa de falar sobre a prática de relações sexuais e o que fazer para melhorá-las. Este é um dado também da mais recente edição da pesquisa conduzida por Carmita Abdo. O que chama ainda mais atenção é que, quando perguntadas se gostariam que o médico puxasse esse assunto, dois terços delas responderam que sim.

Já para os homens, a situação é um pouco mais “natural”: de acordo com o estudo, eles costumam ir a uma consulta pretensamente de rotina e deixam para o final as perguntas sobre sexo. A pesquisa mostra que metade dos homens com mais de 50 anos toma a iniciativa de falar sobre o assunto com o médico. A outra metade não o faz, mas usa medicamentos por conta própria, já que eles são vendidos sem receita — ao contrário da reposição hormonal para as mulheres, que precisa do aval de um profissional.

O geriatra Yung Castro, professor da Faculdade de Medicina da Unigranrio, também observa no dia a dia do consultório que, embora desde jovem a mulher vá mais vezes ao médico e se cuide melhor do que o homem, é ele quem mais procura profissionais de saúde para sobre sexo.

— Muitos homens idosos chegam à consulta dizendo que estão com uma namorada nova e não querem mostrar impotência. A relação do homem com sua genitália é uma relação de poder. Ele não quer ter uma ereção mediana, porque assim se sente menos homem. Ele quer ter ereção completa. O homem fica viúvo, mas continua interessado em sexo. Já entre as mulheres, embora isso tenha mudado nos últimos anos, com a revolução feminista, ainda existe muito a ideia de que sexo só vale se for reprodutivo ou com amor. Sexo pelo sexo, simplesmente porque é algo bom, não — afirma ele.

O médico diz se esforçar para trazer esse assunto à tona nas consultas. Às vezes, encontra resistência dos próprios pacientes.

— Não abordar o tema do sexo com o paciente é não ter uma avaliação completa dessa pessoa, porque isso impacta muito na qualidade de vida — comenta Castro.

BENEFÍCIOS PARA A SAÚDE

E como impacta. A Sociedade Brasileira de Geriatria confirma que idosos que fazem sexo têm menos risco de sofrer de depressão, graças a uma maior liberação de endorfina durante as relações sexuais. Essa mesma endorfina é responsável por oxigenar os órgãos, o que melhora o funcionamento deles. Há, ainda, estudos científicos mostrando que o sexo satisfatório contribui para a neurogênese, que é a formação de novos neurônios. Nesse aspecto, o sexo teria o efeito contrário ao da depressão, que destrói as células nervosas.

Segundo Yung Castro, não há limite de idade estabelecido para fazer sexo. Ele aponta que isso é definido, individualmente, por três barreiras: a social, a hormonal e a mecânica. Esta última se dá geralmente por dificuldade de mobilidade, em decorrência de doenças. Porém, para ele, a barreira mais difícil de transpor é a social, porque afeta a maneira de pensar:

— A libido começa no cérebro. É o fator mais limitante — avalia o médico.

Há também certas variações culturais que dependem do país onde os idosos moram. Os índices de sexo entre pessoas mais velhas no Brasil, por exemplo, são bem superiores aos de nações anglo-saxãs do Hemisfério Norte, como os Estados Unidos. Um estudo americano publicado em maio deste ano mostra que, por lá, a taxa de pessoas sexualmente ativas entre 65 e 80 anos é de 40%. A Pesquisa Nacional sobre Envelhecimento Saudável, feita pela Universidade de Michigan, não faz distinção entre homens e mulheres neste dado, mas revela que 18% da população entrevistada do sexo masculino e apenas 3% do feminino afirmam que tomaram medicamentos ou suplementos para melhorar a função sexual nos últimos dois anos.

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Comer legumes e frutas todo dia aumenta a felicidade, diz estudo

Cientista australiano é quem conduziu pesquisa (Foto: Reprodução)

Comer dez porções de frutas e legumes todos os dias ajuda a melhorar a saúde física e mental e aumenta o sentimento de felicidade, segundo estudo divulgado nesta quarta-feira, 22 de outubro, pela Universidade de Queensland, na Austrália. O cientista Redzo Mujcic disse à estação local ABC que seu trabalho comparou as escolhas feitas por cerca de 12 mil pessoas no consumo de frutas e verduras com os níveis de satisfação, estresse, vitalidade e outros indicadores da saúde mental. “Comer umas cinco frutas e legumes (por dia) faz a pessoa mais feliz”, comentou Mujdical ao referir-se aos pontos analisados. Além disso, o estudo mostra que os efeitos positivos da maior quantidade de frutas e legumes na alimentação são mais fortes nas mulheres, embora se desconheçam as razões para essa influência. Mujdic considerou que se a saúde mental está realmente ligada à ingestão e frutas e legumes, os responsáveis pelo desenvolvimento das políticas governamentais deveriam promover maior consumo desses alimentos.



Artigo: O Salto em Movimento

(Imagem Ilustrativa)

Vitória da Conquista, sexta-feira, 29 de Junho, d.C. 20 horas e 10 minutos aproximadamente, dia dedicado a São Pedro, no Candomblé Xangô, Senhor da justiça, do trovão e da pedreira. Por falar em Senhor de Justiça, a linha era Vila Serrana indo para o Vila América passando pelo atacadão. Entrei no ônibus na Urbis V, indo pela avenida Brumado, Frei Benjamim, passando ao lado do aeroporto, passa em parte do Kadija, e nas proximidades do Hospital Esaú Matos, e também ao lado do colégio CPM, finalmente, chegando a rodovia BR-116, para enfim, chegar ao ponto onde desço, nas proximidades dos vários Motéis, para ir a minha casa. Com esse preâmbulo a quem deveria responsabilizar (?) por permitir que essa Empresa Vitória, a que tem os ônibus amarelos... vencedora duma licitação pública para prestar serviços de transporte coletivo honesto e decente a nós usuários, mas que tem aviltado essa cidade de aproximadamente 400 mil gentes. 

Não conheço dos problemas financeiros dessa empresa, caso haja, mas vivo diariamente a desfaçatez dessa empresa no quesito transporte público. Pois bem, eu estava nessa viagem quando esse ônibus nas proximidades do Kadija deu xabu, ou seja, deu pane. O ônibus simplesmente apagou literalmente...após uns cinco minutos o senhor motorista que não sei o nome conseguiu fazer com que o ônibus amarelo voltasse a funcionar, indo bem devagar, devagar, devagar, e pasmem amigos leitores o ônibus simplesmente não podia parar senão não funcionava, pararia de novo ou seja ao passageiro quando chegava ao seu ponto não tinha uma alternativa, aliás tinha, saltar com o ônibus em movimento, ainda que devagar, para de novo não apagar novamente. Como não sei nada de mecânica de ônibus, a olho nu prevejo ter tido algum problema em sua mecânica. Será que nem a manutenção desses ônibus tem havido? Pergunto: a culpa é de quem? Dos dois ex-prefeitos e seus secretários? Dos roqueiros e regueiros? Dos escritores e teatrólogos? Dos Trabalhadores técnicos administrativos da Uesb? Da OAB? Dos trabalhadores domésticos? Dos rodoviários e de seu sindicato? Dos movimentos sociais dessa cidade? Dos Garis e professores? Da população de Vitória da Conquista que acreditou numa narrativa de mudança, que, é nítida ou não apareceu ou então essa cidade afinal anda linda igual a Londres? Seria a culpa de Vossas Excelências, os Vereadores? Da imprensa dessa terra? E o ministério público de que lado está?  Sinceramente, a impressão que se tem é que essa cidade, os trabalhadores, estudantes, cadeirantes, jovens e idosos e demais usuários desse tipo de transporte não tem mais a quem apelar, ou então, vive-se um faz de conta que nos parece muito mais com o Éden e o paraíso sem fim. Aliás, será que eu preciso desenhar os problemas dessa cidade para além do transporte coletivo? Uma provocação apenas: os que se dizem entes-públicos nessa cidade aceitaria o convite para em algum dia da cidade deixar seus veículos de lado, para andar nos ônibus amarelos porquê de Van não vale por não serem legalizados. Tenho escutado muito bla bla bla de supostos entendidos de transporte coletivo em vitória da Conquista, a esses estendo o convite e venha ou vá de ônibus, experimente passar nesse terminal Lauro de Freitas estrangulado como se fossemos gentes de espécie aviltante, imundo, com assentos carcomidos, enferrujados, despencando nas pessoas... gente isso é muito sério, governar é para poucos. Nos parece que entre o sonho vivido ao lado de um microfone e a realidade dessa cidade que se acostumou a ser grande em vários aspectos sociais, econômicos, cultural, e estrutural, principalmente, exige-se pessoas qualificadas, testadas, de visão ampliada, grande, sem a preocupação latente calcada no passado recente. Os dois últimos prefeitos que governaram essa cidade deixou legados, a fez grande e a cidade reconhece isso. A narrativa da mudança veio com uma expectativa muito voraz...falo como usuário de transporte coletivo, e ainda que eu não usasse esse tipo de serviço estou na qualidade de cidadão cobrando que se tenha respeito com essa cidade. Me sinto envergonhado ao ver pessoas nessa cidade liderando campanhas de cestas básicas ou coisa parecidas para dar a trabalhador de transporte coletivo comida...esse trabalhador não quer cesta básica quer é seu salário fruto de labor e responsabilidade... de fato não vejo demérito algum nessa ou naquela campanha de ajuda a pessoas, mas achava-se que não viveríamos mais essa situação deletéria numa cidade até ontem modelo para o mundo...que fique claro – Vitória da Conquista leva em seu nome a estratégia da captura de gentes e já não suporta mais a narrativa de que estamos no rumo certo, não, não estamos...essa cidade está inquieta com o tempo passando e com ele o norte precisa ser dado... quem se habilita? Ah, para não esquecer, o Salto em Movimento narrado aqui me fez abstraí o seguinte: e se fosse um Salto para a morte? Algo precisa ser feito....

 

Joilson Bergher, professor de Filosofia e História, e Usuário de Transporte coletivo legalizado em Vitória da Conquista, Bahia.

 

 

 

 

 

 

 

 

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Entenda por que uma cerveja varia de sabor a depender do lugar

(Foto: Reprodução)

Até ficar pronta para o consumo, existe um longo caminho entre a cerveja que você coloca no copo e a cevada que vem do campo. Na fábrica da Itaipava, em Alagoinhas, a 124 km de Salvador, a mistura do cereal com água reconhecida e abundante, lúpulo e fermento, passa também por alta tecnologia e profissionais com sentidos aguçados. O resultado é um produto competitivo para o mercado. Por que uma mesma marca de cerveja varia de gosto a depender do lugar? Qual a relação entre qualidade e puro malte (sem adição de adjuntos)? Estas e outras perguntas são possíveis no Beer Tour (Tour Cervejeiro), onde se aprende como a cerveja é preparada nas suas diversas fases. Iniciativa do Grupo Petrópolis (RJ), ele é aberto a qualquer pessoa com mais de 18 anos, e não necessariamente amante de cerveja, e precisa ser agendado.  Uma das seis unidades do Grupo Petrópolis, a cervejaria de Alagoinhas produz 450 milhões de litros por mês das marcas Itaipava e Crystal e, em breve, Lokal. O Tour Cervejeiro dura cerca de duas horas e termina com momento de degustação e parada na boutique de souvenirs. Para realizar a visita, algumas normas devem ser respeitadas: fotos apenas em locais permitidos; os sapatos são baixos e fechados; e nada de objetos ou roupas que possam escapulir do corpo ou das mãos. No tour realizado para jornalistas, foi o mestre cervejeiro Matheus Facca quem recepcionou o grupo e explicou tintim por tintim do ciclo de produção da bebida: ele começa na Sala de Brassagem, onde água, lúpulo (uma folha prensada e de sabor amargo) e malte (o grão de cevada germinado e depois secado) são moídos e fervidos dentro de tanques de alta temperatura. O fruto dessa mistura é o "mosto" cervejeiro (ou líquido açucarado). A segunda etapa do processo é a adição da levedura. Nesta fase, que dura dez dias, o mosto é transformado em cerveja, e o álcool surge naturalmente da fermentação. Mas falta ainda a maturação, tempo em que a cerveja fica "dormindo" para ser envasada a uma temperatura de zero grau. São cerca de 30 dias, período necessário para garantir o paladar e o aroma da cerveja. A fase final é chamada de filtração e condicionamento e garante brilho e transparência à bebida.  Aí chega aquele momento especial para quem gosta de automação, barulho e velocidade (muita velocidade): o tour é encerrado na área de envase, diante de metros e mais metros de tubulações cruzadas; máquinas que lavam e enchem garrafas retornáveis do mercado; robôs que inserem e retiram caixas das esteiras e aplicam selos de proteção nas cervejas. São 62 mil garrafas e 128 mil latinhas produzidas por hora.  

 



Cidades Interativas: o que é e como ela vai mudar sua vida?

Foto: Divulgação

Pensar que um dia você poderia dialogar com sua cidade é algo que antes só poderia ser imaginado por leitores e fãs de histórias de ficção. Vivemos a era da Internet das Coisas, onde o tempo é um bem precioso. Um minuto pode ser tempo suficiente para compartilhar vídeos no Instagram, twittar opiniões e até mesmo acessar um amigo em outro continente. O dia sempre terá suas 24 horas, mas as opções do que podemos fazer com elas não para de se multiplicar. Neste cenário onde a sociedade moderna encontra-se permanentemente conectada, surgiu o conceito de Cidade Interativa: o ambiente que permite espaço para a comunicação, informação, diálogo entre todos os que experimentam a vida nas metrópoles, sejam habitantes ou turistas. A integração de sistemas de localização e navegação online, permitem o acesso a rotas e experiências de todos os tipos. Em Atlanta, nos EUA, por exemplo, o simples caminhar pelas ruas da cidade abre espaço para a interação com passagens e personagens marcantes da Guerra Civil Americana. O locais que foram palco de batalhas e momentos históricos estão lá, preparados e prontos para serem desvendados, e oferecendo rotas e experiências enriquecedoras através da tecnologia interativa presente literalmente na palma de sua mão.

Nas Cidades Interativas a informação é organizada em forma de estímulos, como se convidando que moradores saiam de casa e se envolvam com tudo o que a cidade pode oferecer. “Ter a cidade na palma da mão, altera a referência de valor. Lugares por onde passamos e muitas vezes desconhecemos ou damos pouca atenção, podem traduzir grandes experiências. Desta forma, tendo mais motivos para sair de casa, as pessoas interagem mais, se divertem mais e consomem mais. Por conta disto, movimentam mais a economia”, explica o criador do conceito, Paulo Hansted. Estima-se que as Cidades Interativas tenham o poder de triplicar o valor econômico gerado por cidadãos e turistas. Por este caminho a dinâmica da relação entre moradores e as cidades onde vivem já está começando a ser redesenhada para melhor. Hansted complementa: “Onde quer que esteja, da forma que preferir, mais do que nunca as cidades vão estar na palma das mãos de seus moradores e visitantes, permitindo estabelecer uma intimidade que beneficiará a todos, das formas mais variadas. Este cenário vai alterar a referência de tempo, distância e até mesmo de percepção de valor de tudo que nos cerca.”

E como isso vai funcionar?

Na web, onde as pessoas tendem a ter menos pressa, o usuário pode estabelecer os primeiros contatos com a região e suas atrações. Dinâmica essencial até para se planejar e decidir pelo destino. No mobile, quando já estiver presente no local, a pessoa pode consultar e receber estímulos personalizados de atrações por perfil, distância, gênero, a cidade na palma da mão. Através de códigos bidimensionais aplicados a atrações turísticas e fazendo uso do celular, ele poderá ampliar e aprofundar sua experiência no local com acesso a informações por meio de vídeos, textos e fotos. Como resultado, mais visitantes transitando e interagindo com a cidade, compartilhando suas impressões positivas, e consequentemente gerando mais empregos, mais circulação de dinheiro, fortalecendo e desenvolvendo a economia local.

E quem ganha com “Todo mundo: os turistas, o comércio e o próprio cidadão. Estimamos que a adoção do sistema de cidades interativas na região, possa não somente aumentar o tempo de permanência, mas acima de tudo dinamizar o valor econômico gerado pelo turista, podendo mais do que dobrar o ticket médio de consumo”, finaliza Hansted.

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A síndrome metabólica e o sedentarismo

(Foto: Reprodução)

Centenas de milhares de anos atrás, o ser humano era uma espécie de caçador e coletor nômade que andava, em média, cerca de dez quilômetros por dia. Passado alguns séculos, a humanidade desenvolveu a agricultura e passou a pegar pesado no batente. Aliás, imagine construir aquelas cidades das antigas civilizações sem o uso de máquinas? Ah tá, tiveram os ETs também, mas eles não contam. Mais recentemente ocorreu a Revolução Industrial e muito do que se fazia por trabalho bruto foi alçado às máquinas. Tudo isso, facilitou a vida de muitos e trouxe diversos benefícios, mas como tudo no mundo, há um outro lado da moeda, é necessário enxergar também os pesares da dependência tecnológica. Em pouquíssimo tempo, a tecnologia avançou de um modo impressionante. Atualmente, cerca de metade do trabalho feito no mundo ocidental acontece por meio de computadores. Isso significa que quem trabalha em desktops fica sentado, em um dia só, de 11 a 15 horas, em média, aumentando o sedentarismo. Isso inclui o tempo médio de trabalho, cerca de 8 horas por dia, com o tempo livre em casa, no sofá, ou sentando no carro/ônibus enquanto se locomove pela cidade. Se você ainda estuda no meio dessa rotina, a média é ainda maior.

A síndrome metabólica


O termo “doença de ficar sentado” não existe - na verdade, é uma tradução literal de outro termo que também não existe - cunhado pela comunidade médica e científica para se referir à síndrome metabólica e aos maus efeitos de um estilo de vida demasiado sedentário. Esta síndrome pode acarretar na desregulação da fisiologia de todo nosso organismo, por exemplo; na liberação de hormônios, no funcionamento da circulação sanguínea, na absorção da glicose pelas células, na pressão arterial, na função renal, na concentração e alteração do sistema imunológico. Atitudes como usar somente o carro para meio de locomoção e passar boa parte do dia encarando a tela do computador ou da TV prejudicam sua saúde. Esse tempo que passamos sentados, parados, está associado a um risco maior de doenças do coração, diabetes, câncer, imunodepressão e até depressão. Um estudo da Australia’s Sax Institute descobriu que pessoas que praticam o sedentarismo e passam mais de 11 horas sentadas tem cerca de 40% de chances a mais de morrer dentro dos próximos 3 anos do que quem passa apenas 4 horas. Isso acontece porque as enzimas responsáveis pelo metabolismo de gorduras e açúcares na corrente sanguínea “vão dormir” depois de 60 ou 90 minutos de inatividade física. Ou seja, já é bem menos do que o tempo médio que você fica sentado em frente ao computador, pode ter certeza. Essas enzimas são acionadas com o movimento do corpo, é isso que regula a quantidade de açúcar e melhora de colesterol no corpo: baixo movimento e baixa produção de enzimas contribuem para ganho de peso, diabetes e diminuição do HDL - o colesterol bom.


O que fazer?

Nesses casos, por mais que uma hora de exercício diário seja algo positivo de se fazer, ainda não vai compensar o resto do tempo em que seu corpo se mantém inerte. O melhor a ser feito é, durante todo o seu dia, a cada hora, dar uma pausa na postura de trabalho e acordar seu metabolismo. Isso serve desde uma caminhada até o café, ou o banheiro, ou só ficar de pé e fazer qualquer movimentos muscular com as pernas. Isso tudo ajuda de forma acumulativa: mantendo suas enzimas despertas por mais tempo. A postura na cadeira também é importante de se notar: suas costas sofrem mais quando você está sentado do que em pé. Sentando-se de forma reclinada, você reduz a tensão na sua espinha. Pequenas atitudes fora do trabalho também são bem vindas: alguns minutos a mais de caminhada para ir para ao ponto de ônibus ou escolher descer dele um pouco antes ou depois, subir as escadas normais na estação de metrô ao invés de escadas rolantes, deixar o carro na garagem quando fizer viagens curtas (e você ainda diminui a emissão de gases prejudiciais à atmosfera, dois pontos pra você!) e não ficar preso à TV e ao computador quando estiver em casa. Às vezes, você quer se mexer, é um desejo primordial do homem. Não deixe a preguiça tomar conta de você nessas horas e não fique muito tempo sentado!

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