ÚLTIMAS NOTÍCIAS:

Devinho Novaes assume namoro com modelo e ela é chamada de 'interesseira' por fãs

Brumado: Eduardo recebe Rui Costa em sua casa e oficializa apoio ao governador

Moradores do Conjunto Residencial Brisa na bronca com a Embasa; ‘já são 3 dias sem água’, protestam

Polêmico: Bolsonaro incentiva criança a fazer sinal de arma de fogo com a mão

Ação Solidária da LBV leva alegria e esperança para famílias do Sertão do São Francisco

Movimento ‘Vamos de Vermelho’: Rui Costa deverá sofrer forte cobrança do grupo de situação em sua visita a Brumado hoje (20)

Mototaxista fica ferido em colisão no cruzamento entre a Deolino de Carvalho e Guilherme Dias

Brumado: Pipeiros fazem protesto; abastecimento na zona rural pode entrar em colapso

Susto na BR-030: Motorista perde o controle e capota veículo no trevo próximo à Magnesita

Dom Basílio: TCM julga improcedente denúncia contra prefeito Roberval

Brumado: Com olhar em 2020, Waldenor e Vitor Bonfim oficializam parceria em evento muito concorrido

Secretaria de Educação emite nota de esclarecimento após briga de alunas na Escola Integral Idalina Azevedo Lobo

Brumadense com mandado de prisão em aberto é preso em Feira de Santana

PC do B de Brumado convida a população para discutir o Programa de Governo Participativo

Taxa de mortalidade infantil sobe 9,2% na Bahia depois de 25 anos em queda

Brumado: ‘Arrastão do Crime’ deixa população ainda mais assustada

Convenções para escolhas de candidatos a presidente começam hoje

PM acusada de agredir comandante é liberada; colegas divulgam carta em sua defesa

Rey do Dellivery lança 'Promoção Quinta Maluca': Pizza grande por R$ 19,99 + bordas grátis

Medidas para amenizar o tempo seco em Brumado



BUSCA PELA CATEGORIA "Curiosidades"

Incomodada ficava sua avó: 66% das idosas fazem sexo no Brasil

(Foto: Reprodução)

Elma Izai faz sexo. Aos 68 anos, ela não vê problemas em falar sobre o assunto, e estranha, isso sim, quem considera um tabu relações sexuais entre idosos. Casada há mais de três décadas, Elma integra a geração que revolucionou o papel da mulher no sexo: ela tinha 10 anos quando, em 1960, a primeira pílula anticoncepcional chegou ao mercado; tinha 18 quando o movimento feminista explodiu em protestos na França; e, hoje, já na terceira idade, faz parte do contingente de mulheres com mais de 60 anos que é o mais sexualmente ativo de toda a História brasileira. — Eu entendo sexo como parte da felicidade — diz Elma. Jayme Pereira Príncipe também faz sexo. Aos 82 anos, ele está viúvo há 20 e namora há 14. Quando perguntado sobre planos de um novo casamento com a atual namorada, de 59, ele responde com um bem-humorado “por enquanto, não”. Jayme passou a vida toda cuidando da alimentação, fazendo exercícios e dormindo bem. Ele vê nisso uma relação direta com sua boa disposição para o sexo. Mas, diferentemente de Elma, o simples fato de ter nascido homem já o torna parte de um grupo que, tradicionalmente, teve mais liberdade para manter relações sexuais por mais tempo — e para falar à vontade sobre isso.

Se, em 2008, 87% dos homens com 60 anos ou mais eram sexualmente ativos, esse índice despencava para apenas 50% entre as mulheres. O cenário animador é que essa disparidade diminuiu significativamente na última década: uma segunda edição da mesma pesquisa, com dados colhidos em 2016, mostrou que 66,7% delas passaram a fazer sexo aos 60 anos ou mais. No caso dos homens, a taxa também aumentou, chegando a 92,5%.

O estudo é da psiquiatra Carmita Abdo, coordenadora do Programa de Estudos em Sexualidade da Universidade de São Paulo (USP) e presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria. Ela destaca que, embora a primeira conclusão a partir dos dados seja de que mais idosos, em geral, estão fazendo sexo, “as grandes mudanças nesses números são femininas".

— A geração que está hoje na terceira idade é pioneira em muitos aspectos, consequentemente não poderia ser diferente no aspecto sexual. É uma geração que viveu uma sexualidade mais livre, porque a pílula permitiu o planejamento familiar. É uma geração em que a mulher começou a trabalhar fora e ganhou uma percepção diferente da existência e do envelhecimento — analisa a especialista.

Carmita aposta que, quando realizar a terceira edição da pesquisa, planejada para daqui a oito ou dez anos, a mudança nos números será radical.

— Trata-se de uma alteração de paradigma: cada vez menos, a mulher fica constrangida diante das mudanças do próprio corpo e cada vez menos ela sente vergonha de fazer sexo após os 60 anos. Entre outros motivos, essa idade não é mais vista como fim da vida — diz ela.

Regina Navarro Lins, que é sexóloga, psicanalista e escritora, faz coro com Carmita. Na visão dela, essas mulheres são fruto de uma revolução sexual:

— Nunca houve um período tão bom para o amor e para o sexo quanto hoje, sem dúvida. Durante muito tempo, a mulher de 40 tinha que “pendurar as chuteiras". Hoje não é mais assim.

O dia a dia da carioca Elma Izai é retrato disso: o sexo regular com o marido é cultivado como fonte de prazer para ambos. E ela não é daquelas que abaixa o tom de voz para falar “sexo”.

— A relação sexual é tão importante quanto o café da manhã que tomamos juntos ou a TV a que assistimos abraçados — diz Elma, que também é psicóloga.

 

DIFERENÇA BIOLÓGICA ENTRE HOMENS E MULHERES

Regina explica que, pelo fato de a mulher engravidar e o homem, não, concluiu-se historicamente que para eles sexo é prazer, e, para elas, simplesmente um meio de ter filhos. Por isso, a repressão da sexualidade feminina foi muito grande ao longo da História.

— Até os anos 1950, houve uma infinidade de estudos pseudocientíficos mostrando que a mulher não era capaz de sentir prazer. As mulheres foram ensinadas que só o homem gosta de sexo, e muitas interiorizaram isso. Até a década de 50, a mulher tinha que ser inerte na cama, não podia mostrar que tirava daquilo algum prazer. A finalidade, para ela, deveria ser apenas reprodutiva — diz ela.

Além da construção social, há uma marcante diferença biológica entre homens e mulheres quando se fala em longevidade das relações sexuais. Enquanto a produção hormonal do homem é mantida sem grandes alterações ao longo de toda a vida — a partir dos 40 anos, ele perde só 1% da sua testosterona anualmente —, a mulher enfrenta uma queda súbita de seus estrógenos por volta dos 50, quando passa pela menopausa. Isso faz com que a libido dela, em geral, diminua. Também cai a lubrificação da vagina, o que torna a relação sexual mais dolorosa.

 

CREMES VAGINAIS E REPOSIÇÃO HORMONAL

Entretanto, isso não pode ser considerado uma “sentença” para que elas deixem de fazer sexo, ressalta Carmita Abdo. Assim como existe o implante peniano, o Viagra e outros medicamentos para contornar o principal problema dos homens mais velhos — a disfunção erétil —, para as mulheres existe a reposição hormonal e uma série de cremes que ajudam a aumentar a lubrificação vaginal.

— É um erro encarar a menopausa como o fim do sexo — pontua a psiquiatra. — Hoje, as mulheres têm mais recursos para fazer sexo sem sentir dor.

Para isso, no entanto, é importante que haja uma maior liberdade entre médicos e pacientes para que tal assunto surja. Numa consulta, por exemplo, somente 15% das mulheres a partir dos 50 anos de idade tomam a iniciativa de falar sobre a prática de relações sexuais e o que fazer para melhorá-las. Este é um dado também da mais recente edição da pesquisa conduzida por Carmita Abdo. O que chama ainda mais atenção é que, quando perguntadas se gostariam que o médico puxasse esse assunto, dois terços delas responderam que sim.

Já para os homens, a situação é um pouco mais “natural”: de acordo com o estudo, eles costumam ir a uma consulta pretensamente de rotina e deixam para o final as perguntas sobre sexo. A pesquisa mostra que metade dos homens com mais de 50 anos toma a iniciativa de falar sobre o assunto com o médico. A outra metade não o faz, mas usa medicamentos por conta própria, já que eles são vendidos sem receita — ao contrário da reposição hormonal para as mulheres, que precisa do aval de um profissional.

O geriatra Yung Castro, professor da Faculdade de Medicina da Unigranrio, também observa no dia a dia do consultório que, embora desde jovem a mulher vá mais vezes ao médico e se cuide melhor do que o homem, é ele quem mais procura profissionais de saúde para sobre sexo.

— Muitos homens idosos chegam à consulta dizendo que estão com uma namorada nova e não querem mostrar impotência. A relação do homem com sua genitália é uma relação de poder. Ele não quer ter uma ereção mediana, porque assim se sente menos homem. Ele quer ter ereção completa. O homem fica viúvo, mas continua interessado em sexo. Já entre as mulheres, embora isso tenha mudado nos últimos anos, com a revolução feminista, ainda existe muito a ideia de que sexo só vale se for reprodutivo ou com amor. Sexo pelo sexo, simplesmente porque é algo bom, não — afirma ele.

O médico diz se esforçar para trazer esse assunto à tona nas consultas. Às vezes, encontra resistência dos próprios pacientes.

— Não abordar o tema do sexo com o paciente é não ter uma avaliação completa dessa pessoa, porque isso impacta muito na qualidade de vida — comenta Castro.

BENEFÍCIOS PARA A SAÚDE

E como impacta. A Sociedade Brasileira de Geriatria confirma que idosos que fazem sexo têm menos risco de sofrer de depressão, graças a uma maior liberação de endorfina durante as relações sexuais. Essa mesma endorfina é responsável por oxigenar os órgãos, o que melhora o funcionamento deles. Há, ainda, estudos científicos mostrando que o sexo satisfatório contribui para a neurogênese, que é a formação de novos neurônios. Nesse aspecto, o sexo teria o efeito contrário ao da depressão, que destrói as células nervosas.

Segundo Yung Castro, não há limite de idade estabelecido para fazer sexo. Ele aponta que isso é definido, individualmente, por três barreiras: a social, a hormonal e a mecânica. Esta última se dá geralmente por dificuldade de mobilidade, em decorrência de doenças. Porém, para ele, a barreira mais difícil de transpor é a social, porque afeta a maneira de pensar:

— A libido começa no cérebro. É o fator mais limitante — avalia o médico.

Há também certas variações culturais que dependem do país onde os idosos moram. Os índices de sexo entre pessoas mais velhas no Brasil, por exemplo, são bem superiores aos de nações anglo-saxãs do Hemisfério Norte, como os Estados Unidos. Um estudo americano publicado em maio deste ano mostra que, por lá, a taxa de pessoas sexualmente ativas entre 65 e 80 anos é de 40%. A Pesquisa Nacional sobre Envelhecimento Saudável, feita pela Universidade de Michigan, não faz distinção entre homens e mulheres neste dado, mas revela que 18% da população entrevistada do sexo masculino e apenas 3% do feminino afirmam que tomaram medicamentos ou suplementos para melhorar a função sexual nos últimos dois anos.

CONTINUE LENDO


Comer legumes e frutas todo dia aumenta a felicidade, diz estudo

Cientista australiano é quem conduziu pesquisa (Foto: Reprodução)

Comer dez porções de frutas e legumes todos os dias ajuda a melhorar a saúde física e mental e aumenta o sentimento de felicidade, segundo estudo divulgado nesta quarta-feira, 22 de outubro, pela Universidade de Queensland, na Austrália. O cientista Redzo Mujcic disse à estação local ABC que seu trabalho comparou as escolhas feitas por cerca de 12 mil pessoas no consumo de frutas e verduras com os níveis de satisfação, estresse, vitalidade e outros indicadores da saúde mental. “Comer umas cinco frutas e legumes (por dia) faz a pessoa mais feliz”, comentou Mujdical ao referir-se aos pontos analisados. Além disso, o estudo mostra que os efeitos positivos da maior quantidade de frutas e legumes na alimentação são mais fortes nas mulheres, embora se desconheçam as razões para essa influência. Mujdic considerou que se a saúde mental está realmente ligada à ingestão e frutas e legumes, os responsáveis pelo desenvolvimento das políticas governamentais deveriam promover maior consumo desses alimentos.



Artigo: O Salto em Movimento

(Imagem Ilustrativa)

Vitória da Conquista, sexta-feira, 29 de Junho, d.C. 20 horas e 10 minutos aproximadamente, dia dedicado a São Pedro, no Candomblé Xangô, Senhor da justiça, do trovão e da pedreira. Por falar em Senhor de Justiça, a linha era Vila Serrana indo para o Vila América passando pelo atacadão. Entrei no ônibus na Urbis V, indo pela avenida Brumado, Frei Benjamim, passando ao lado do aeroporto, passa em parte do Kadija, e nas proximidades do Hospital Esaú Matos, e também ao lado do colégio CPM, finalmente, chegando a rodovia BR-116, para enfim, chegar ao ponto onde desço, nas proximidades dos vários Motéis, para ir a minha casa. Com esse preâmbulo a quem deveria responsabilizar (?) por permitir que essa Empresa Vitória, a que tem os ônibus amarelos... vencedora duma licitação pública para prestar serviços de transporte coletivo honesto e decente a nós usuários, mas que tem aviltado essa cidade de aproximadamente 400 mil gentes. 

Não conheço dos problemas financeiros dessa empresa, caso haja, mas vivo diariamente a desfaçatez dessa empresa no quesito transporte público. Pois bem, eu estava nessa viagem quando esse ônibus nas proximidades do Kadija deu xabu, ou seja, deu pane. O ônibus simplesmente apagou literalmente...após uns cinco minutos o senhor motorista que não sei o nome conseguiu fazer com que o ônibus amarelo voltasse a funcionar, indo bem devagar, devagar, devagar, e pasmem amigos leitores o ônibus simplesmente não podia parar senão não funcionava, pararia de novo ou seja ao passageiro quando chegava ao seu ponto não tinha uma alternativa, aliás tinha, saltar com o ônibus em movimento, ainda que devagar, para de novo não apagar novamente. Como não sei nada de mecânica de ônibus, a olho nu prevejo ter tido algum problema em sua mecânica. Será que nem a manutenção desses ônibus tem havido? Pergunto: a culpa é de quem? Dos dois ex-prefeitos e seus secretários? Dos roqueiros e regueiros? Dos escritores e teatrólogos? Dos Trabalhadores técnicos administrativos da Uesb? Da OAB? Dos trabalhadores domésticos? Dos rodoviários e de seu sindicato? Dos movimentos sociais dessa cidade? Dos Garis e professores? Da população de Vitória da Conquista que acreditou numa narrativa de mudança, que, é nítida ou não apareceu ou então essa cidade afinal anda linda igual a Londres? Seria a culpa de Vossas Excelências, os Vereadores? Da imprensa dessa terra? E o ministério público de que lado está?  Sinceramente, a impressão que se tem é que essa cidade, os trabalhadores, estudantes, cadeirantes, jovens e idosos e demais usuários desse tipo de transporte não tem mais a quem apelar, ou então, vive-se um faz de conta que nos parece muito mais com o Éden e o paraíso sem fim. Aliás, será que eu preciso desenhar os problemas dessa cidade para além do transporte coletivo? Uma provocação apenas: os que se dizem entes-públicos nessa cidade aceitaria o convite para em algum dia da cidade deixar seus veículos de lado, para andar nos ônibus amarelos porquê de Van não vale por não serem legalizados. Tenho escutado muito bla bla bla de supostos entendidos de transporte coletivo em vitória da Conquista, a esses estendo o convite e venha ou vá de ônibus, experimente passar nesse terminal Lauro de Freitas estrangulado como se fossemos gentes de espécie aviltante, imundo, com assentos carcomidos, enferrujados, despencando nas pessoas... gente isso é muito sério, governar é para poucos. Nos parece que entre o sonho vivido ao lado de um microfone e a realidade dessa cidade que se acostumou a ser grande em vários aspectos sociais, econômicos, cultural, e estrutural, principalmente, exige-se pessoas qualificadas, testadas, de visão ampliada, grande, sem a preocupação latente calcada no passado recente. Os dois últimos prefeitos que governaram essa cidade deixou legados, a fez grande e a cidade reconhece isso. A narrativa da mudança veio com uma expectativa muito voraz...falo como usuário de transporte coletivo, e ainda que eu não usasse esse tipo de serviço estou na qualidade de cidadão cobrando que se tenha respeito com essa cidade. Me sinto envergonhado ao ver pessoas nessa cidade liderando campanhas de cestas básicas ou coisa parecidas para dar a trabalhador de transporte coletivo comida...esse trabalhador não quer cesta básica quer é seu salário fruto de labor e responsabilidade... de fato não vejo demérito algum nessa ou naquela campanha de ajuda a pessoas, mas achava-se que não viveríamos mais essa situação deletéria numa cidade até ontem modelo para o mundo...que fique claro – Vitória da Conquista leva em seu nome a estratégia da captura de gentes e já não suporta mais a narrativa de que estamos no rumo certo, não, não estamos...essa cidade está inquieta com o tempo passando e com ele o norte precisa ser dado... quem se habilita? Ah, para não esquecer, o Salto em Movimento narrado aqui me fez abstraí o seguinte: e se fosse um Salto para a morte? Algo precisa ser feito....

 

Joilson Bergher, professor de Filosofia e História, e Usuário de Transporte coletivo legalizado em Vitória da Conquista, Bahia.

 

 

 

 

 

 

 

 

CONTINUE LENDO


Entenda por que uma cerveja varia de sabor a depender do lugar

(Foto: Reprodução)

Até ficar pronta para o consumo, existe um longo caminho entre a cerveja que você coloca no copo e a cevada que vem do campo. Na fábrica da Itaipava, em Alagoinhas, a 124 km de Salvador, a mistura do cereal com água reconhecida e abundante, lúpulo e fermento, passa também por alta tecnologia e profissionais com sentidos aguçados. O resultado é um produto competitivo para o mercado. Por que uma mesma marca de cerveja varia de gosto a depender do lugar? Qual a relação entre qualidade e puro malte (sem adição de adjuntos)? Estas e outras perguntas são possíveis no Beer Tour (Tour Cervejeiro), onde se aprende como a cerveja é preparada nas suas diversas fases. Iniciativa do Grupo Petrópolis (RJ), ele é aberto a qualquer pessoa com mais de 18 anos, e não necessariamente amante de cerveja, e precisa ser agendado.  Uma das seis unidades do Grupo Petrópolis, a cervejaria de Alagoinhas produz 450 milhões de litros por mês das marcas Itaipava e Crystal e, em breve, Lokal. O Tour Cervejeiro dura cerca de duas horas e termina com momento de degustação e parada na boutique de souvenirs. Para realizar a visita, algumas normas devem ser respeitadas: fotos apenas em locais permitidos; os sapatos são baixos e fechados; e nada de objetos ou roupas que possam escapulir do corpo ou das mãos. No tour realizado para jornalistas, foi o mestre cervejeiro Matheus Facca quem recepcionou o grupo e explicou tintim por tintim do ciclo de produção da bebida: ele começa na Sala de Brassagem, onde água, lúpulo (uma folha prensada e de sabor amargo) e malte (o grão de cevada germinado e depois secado) são moídos e fervidos dentro de tanques de alta temperatura. O fruto dessa mistura é o "mosto" cervejeiro (ou líquido açucarado). A segunda etapa do processo é a adição da levedura. Nesta fase, que dura dez dias, o mosto é transformado em cerveja, e o álcool surge naturalmente da fermentação. Mas falta ainda a maturação, tempo em que a cerveja fica "dormindo" para ser envasada a uma temperatura de zero grau. São cerca de 30 dias, período necessário para garantir o paladar e o aroma da cerveja. A fase final é chamada de filtração e condicionamento e garante brilho e transparência à bebida.  Aí chega aquele momento especial para quem gosta de automação, barulho e velocidade (muita velocidade): o tour é encerrado na área de envase, diante de metros e mais metros de tubulações cruzadas; máquinas que lavam e enchem garrafas retornáveis do mercado; robôs que inserem e retiram caixas das esteiras e aplicam selos de proteção nas cervejas. São 62 mil garrafas e 128 mil latinhas produzidas por hora.  

 



Cidades Interativas: o que é e como ela vai mudar sua vida?

Foto: Divulgação

Pensar que um dia você poderia dialogar com sua cidade é algo que antes só poderia ser imaginado por leitores e fãs de histórias de ficção. Vivemos a era da Internet das Coisas, onde o tempo é um bem precioso. Um minuto pode ser tempo suficiente para compartilhar vídeos no Instagram, twittar opiniões e até mesmo acessar um amigo em outro continente. O dia sempre terá suas 24 horas, mas as opções do que podemos fazer com elas não para de se multiplicar. Neste cenário onde a sociedade moderna encontra-se permanentemente conectada, surgiu o conceito de Cidade Interativa: o ambiente que permite espaço para a comunicação, informação, diálogo entre todos os que experimentam a vida nas metrópoles, sejam habitantes ou turistas. A integração de sistemas de localização e navegação online, permitem o acesso a rotas e experiências de todos os tipos. Em Atlanta, nos EUA, por exemplo, o simples caminhar pelas ruas da cidade abre espaço para a interação com passagens e personagens marcantes da Guerra Civil Americana. O locais que foram palco de batalhas e momentos históricos estão lá, preparados e prontos para serem desvendados, e oferecendo rotas e experiências enriquecedoras através da tecnologia interativa presente literalmente na palma de sua mão.

Nas Cidades Interativas a informação é organizada em forma de estímulos, como se convidando que moradores saiam de casa e se envolvam com tudo o que a cidade pode oferecer. “Ter a cidade na palma da mão, altera a referência de valor. Lugares por onde passamos e muitas vezes desconhecemos ou damos pouca atenção, podem traduzir grandes experiências. Desta forma, tendo mais motivos para sair de casa, as pessoas interagem mais, se divertem mais e consomem mais. Por conta disto, movimentam mais a economia”, explica o criador do conceito, Paulo Hansted. Estima-se que as Cidades Interativas tenham o poder de triplicar o valor econômico gerado por cidadãos e turistas. Por este caminho a dinâmica da relação entre moradores e as cidades onde vivem já está começando a ser redesenhada para melhor. Hansted complementa: “Onde quer que esteja, da forma que preferir, mais do que nunca as cidades vão estar na palma das mãos de seus moradores e visitantes, permitindo estabelecer uma intimidade que beneficiará a todos, das formas mais variadas. Este cenário vai alterar a referência de tempo, distância e até mesmo de percepção de valor de tudo que nos cerca.”

E como isso vai funcionar?

Na web, onde as pessoas tendem a ter menos pressa, o usuário pode estabelecer os primeiros contatos com a região e suas atrações. Dinâmica essencial até para se planejar e decidir pelo destino. No mobile, quando já estiver presente no local, a pessoa pode consultar e receber estímulos personalizados de atrações por perfil, distância, gênero, a cidade na palma da mão. Através de códigos bidimensionais aplicados a atrações turísticas e fazendo uso do celular, ele poderá ampliar e aprofundar sua experiência no local com acesso a informações por meio de vídeos, textos e fotos. Como resultado, mais visitantes transitando e interagindo com a cidade, compartilhando suas impressões positivas, e consequentemente gerando mais empregos, mais circulação de dinheiro, fortalecendo e desenvolvendo a economia local.

E quem ganha com “Todo mundo: os turistas, o comércio e o próprio cidadão. Estimamos que a adoção do sistema de cidades interativas na região, possa não somente aumentar o tempo de permanência, mas acima de tudo dinamizar o valor econômico gerado pelo turista, podendo mais do que dobrar o ticket médio de consumo”, finaliza Hansted.

CONTINUE LENDO


A síndrome metabólica e o sedentarismo

(Foto: Reprodução)

Centenas de milhares de anos atrás, o ser humano era uma espécie de caçador e coletor nômade que andava, em média, cerca de dez quilômetros por dia. Passado alguns séculos, a humanidade desenvolveu a agricultura e passou a pegar pesado no batente. Aliás, imagine construir aquelas cidades das antigas civilizações sem o uso de máquinas? Ah tá, tiveram os ETs também, mas eles não contam. Mais recentemente ocorreu a Revolução Industrial e muito do que se fazia por trabalho bruto foi alçado às máquinas. Tudo isso, facilitou a vida de muitos e trouxe diversos benefícios, mas como tudo no mundo, há um outro lado da moeda, é necessário enxergar também os pesares da dependência tecnológica. Em pouquíssimo tempo, a tecnologia avançou de um modo impressionante. Atualmente, cerca de metade do trabalho feito no mundo ocidental acontece por meio de computadores. Isso significa que quem trabalha em desktops fica sentado, em um dia só, de 11 a 15 horas, em média, aumentando o sedentarismo. Isso inclui o tempo médio de trabalho, cerca de 8 horas por dia, com o tempo livre em casa, no sofá, ou sentando no carro/ônibus enquanto se locomove pela cidade. Se você ainda estuda no meio dessa rotina, a média é ainda maior.

A síndrome metabólica


O termo “doença de ficar sentado” não existe - na verdade, é uma tradução literal de outro termo que também não existe - cunhado pela comunidade médica e científica para se referir à síndrome metabólica e aos maus efeitos de um estilo de vida demasiado sedentário. Esta síndrome pode acarretar na desregulação da fisiologia de todo nosso organismo, por exemplo; na liberação de hormônios, no funcionamento da circulação sanguínea, na absorção da glicose pelas células, na pressão arterial, na função renal, na concentração e alteração do sistema imunológico. Atitudes como usar somente o carro para meio de locomoção e passar boa parte do dia encarando a tela do computador ou da TV prejudicam sua saúde. Esse tempo que passamos sentados, parados, está associado a um risco maior de doenças do coração, diabetes, câncer, imunodepressão e até depressão. Um estudo da Australia’s Sax Institute descobriu que pessoas que praticam o sedentarismo e passam mais de 11 horas sentadas tem cerca de 40% de chances a mais de morrer dentro dos próximos 3 anos do que quem passa apenas 4 horas. Isso acontece porque as enzimas responsáveis pelo metabolismo de gorduras e açúcares na corrente sanguínea “vão dormir” depois de 60 ou 90 minutos de inatividade física. Ou seja, já é bem menos do que o tempo médio que você fica sentado em frente ao computador, pode ter certeza. Essas enzimas são acionadas com o movimento do corpo, é isso que regula a quantidade de açúcar e melhora de colesterol no corpo: baixo movimento e baixa produção de enzimas contribuem para ganho de peso, diabetes e diminuição do HDL - o colesterol bom.


O que fazer?

Nesses casos, por mais que uma hora de exercício diário seja algo positivo de se fazer, ainda não vai compensar o resto do tempo em que seu corpo se mantém inerte. O melhor a ser feito é, durante todo o seu dia, a cada hora, dar uma pausa na postura de trabalho e acordar seu metabolismo. Isso serve desde uma caminhada até o café, ou o banheiro, ou só ficar de pé e fazer qualquer movimentos muscular com as pernas. Isso tudo ajuda de forma acumulativa: mantendo suas enzimas despertas por mais tempo. A postura na cadeira também é importante de se notar: suas costas sofrem mais quando você está sentado do que em pé. Sentando-se de forma reclinada, você reduz a tensão na sua espinha. Pequenas atitudes fora do trabalho também são bem vindas: alguns minutos a mais de caminhada para ir para ao ponto de ônibus ou escolher descer dele um pouco antes ou depois, subir as escadas normais na estação de metrô ao invés de escadas rolantes, deixar o carro na garagem quando fizer viagens curtas (e você ainda diminui a emissão de gases prejudiciais à atmosfera, dois pontos pra você!) e não ficar preso à TV e ao computador quando estiver em casa. Às vezes, você quer se mexer, é um desejo primordial do homem. Não deixe a preguiça tomar conta de você nessas horas e não fique muito tempo sentado!

CONTINUE LENDO


'Fui traída por todos eles', afirmou Deborah Secco sobre polêmica envolvendo ex-namorados

Débora também falou sobre a forma como lidava com os seus relacionamentos | Foto: Reprodução

A atriz Deborah Secco deu novas declarações a respeito de traições em seus relacionamentos passados em entrevista ao programa "Conversa com Bial", da Globo, que foi ao ar na quinta-feira (21). Ela garantiu também ter sido vítima da infidelidade dos parceiros. "No caso de todos esses homens que falei, eu fui traída por todos eles. Isso nunca virou uma grande questão, né? É normal, tadinhos, eles traírem é normal. Agora, eu traí-los virou uma grande questão. Acho que isso é um quadro da nossa sociedade ainda muito machista, afirmou durante o programa. Débora também falou sobre a forma como lidava com os seus relacionamentos. "É muito triste eu assumir isso perante vocês, mas é verdade. Eu não tinha força pra me livrar da relação, mas não fazia tudo pra ser bom, não. Fazia tudo pra outra pessoa se livrar de mim", explicou

 



O que é a microtraição e quando ela se transforma em traição de verdade?

Especialistas dizem que enviar mensagens para outra pessoa pode ser considerada uma microtraição | DANAE DIAZ/BBC THREE

Houve um tempo em que ser infiel estava relacionado a uma mancha de batom no pescoço, a um cheiro de perfume na lapela da camisa ou a um recibo incriminador no bolso da calça. Mesmo quando as redes sociais começaram a aparecer, as pistas eram claras: um beijo em uma foto de festa ou alguém observando o que não deveria. Mas agora, na era de aplicativos de namoro e mensagens diretas, as coisas se tornaram um pouco mais complicadas. E é aqui que entra em cena a microtraição, a palavra do momento quando se trata de infidelidade. Como o nome sugere, a microtraição tem a ver com aquelas pequenas coisas que alguém pode pensar que não são tão ruins, mas podem ser. E aí está o dilema: se pode haver ações sutis, como definir a microtraição? E realmente pode haver algo como "traindo, mas só um pouco"? Sim, diz Martin Graff, professor de psicologia da Universidade de South Wales, no Reino Unido. Em um artigo recente publicado por uma revista de psicologia, ela explica como a infidelidade evoluiu à medida que nossas vidas se voltaram mais para a internet. Graff define microtraição como qualquer ato ou comportamento de alguém em um relacionamento que indica o envolvimento emocional ou físico com uma terceira pessoa.

 

Indícios da infidelidade

Antes dos smartphones, a microtraição poderia ser aquela de tirar a aliança de casamento quando se sai para uma festa. Mas, na era digital, é mais fácil do que nunca dar sinais a alguém de que você está disponível.

Nichi Hodgson, autor de um livro sobre namoro, concorda que a microtraição dá nome a algo que já existia antes.

"Mesmo no século 18, as pessoas flertavam com cartas inadequadas ou revelavam pensamentos indevidos em seus diários", diz ele à BBC. "O que mudou é que agora temos ferramentas que facilitam a microtraição mais do que nunca."

No entanto, Graff diz que, embora a microtraição nem sempre signifique que você esteja traindo seu parceiro, ela é um comportamento que pode levar à infidelidade. É como preparar o terreno.

"O fato de nos comunicarmos cada vez mais na Internet torna as relações cada vez mais ambíguas", explica ele.

Neste mundo obscuro de "microtraição", existe alguma maneira definida de saber se alguém está sendo enganado ou se está trapaceando?

Aqui estão quatro cenários possíveis, que discutimos com Graff, Nichi e a especialista em relacionamentos Leila Collins.

1. Enviar uma mensagem para o seu ex

Você está em um show com seu parceiro. E acontece que os shows de abertura são a banda favorita do seu ex. Você tira uma foto e envia para ele. 24 horas depois, ele responde com um beijo no final da mensagem. Se você continuar a conversa, você está sendo infiel?

Os especialistas dizem:

Nichi: "Não há nada de errado em estar em contato com o seu ex. A situação é aceitável desde que você não esteja procurando uma reconciliação, esteja entediado ou procurando atenção. Muitas pessoas escrevem para o seu/sua ex para dar uma enaltecida em seu ego, se elas sabem que essa pessoa ainda tem algum sentimento em relação a eles/elas."

Leila: "Por que você gostaria de entrar em contato com um ex se o relacionamento terminou? Não importa qual seja a intenção, não está certo. Eu diria que isso é traição."

Nível de infidelidade: 3/5

Línea

2. 'Curtir' as postagens de alguém nas redes sociais

Você está na cama. Você apaga as luzes, mas não consegue dormir. Você começa a mexer o polegar no Instagram e a curtir fotos de alguém com quem, se você não estivesse em um relacionamento, gostaria de estar. Você faz o mesmo durante o almoço e no ônibus a caminho de casa você deixa alguns emojis em suas últimas publicações, incluindo um coração.

Os especialistas dizem:

Nichi: "Pessoas que se sentem inseguras podem ficar mais chateadas que as outras e talvez seja um sinal de que há um problema maior no relacionamento delas. Curtir os posts de alguém não é necessariamente uma coisa para você se sentir mal, mas se você fizer isso com frequência nos posts da mesma pessoa, pode ser preocupante."

Martin: "É algo ambíguo. A hora do dia em que isso é feito é um bom indicador de se há algo mais."

Nível de infidelidade: 2/5 se for antes do anoitecer, 5/5 à noite.

Línea

3. Construir uma amizade 'platônica' na internet

Você saiu de férias com um grupo de amigos da universidade e teve um grande momento com alguém da sua turma. Tornar-se amigo do Facebook parecia um passo lógico. De lá, vocês começaram a se seguir no Instagram. De repente, um dia você recebe uma mensagem pedindo o número: ele quer falar com você sobre o trabalho do curso.

Os especialistas dizem:

Leila: "Você tem que ser honesto e decente sobre isso. Se você está em um relacionamento estável com alguém e troca essas mensagens, isso não está certo."

Nichi: "Muitas vezes encontramos pessoas com as quais temos coisas em comum, acho que não há nada de errado com isso, mas você precisa ser muito claro com a outra pessoa para ela entender que é apenas amizade. Se você começar a trocar mensagens diretas, que são formas privadas de comunicação, você está escondendo alguma coisa."

Nível de infidelidade: 4/5

Línea

4. Não excluir seu perfil em aplicativos de namoro

Depois de vários meses usando aplicativos de namoro, você passou algum tempo no que parece se tornar um relacionamento real. É ótimo, mas você ainda não decidiu excluir seu perfil nos aplicativos. Você até os usa quando está entediado.

Os especialistas dizem:

Nichi: "Não apagar o seu perfil de aplicativos de namoro é completamente indesculpável, é também um movimento de poder para fazer a outra pessoa se sentir ansiosa sobre o fato de que você não a eliminou."

Leila: "É cruel e inaceitável, não é só 'microtraição', mas 'macrotraição'. Por que você gostaria de se comunicar com outra pessoa se você está em um relacionamento? Eu entendo toda a comunicação que você não revela ao seu parceiro como um infidelidade, sem exceção."

Nível de infidelidade: 10/5

CONTINUE LENDO


Em plena Copa do Mundo: Brasileiros gostam mais de sexo do que de futebol

(Fotocomposição: 97NEWS)

O título de “país do futebol” pode estar distante ultimamente, mas parece que os brasileiros estão encontrando conforto em outro prazer: no sexo. Numa pesquisa, dos mais de cinco mil entrevistados pela rede de relacionamento Sexlog.com, 95% afirmaram que o futebol não tem vez quando o assunto é transa. Tampouco o tesão é perdido se o time de coração é vencido numa partida. — A pesquisa foi feita num momento que a seleção brasileira está ruim, o resultado pode ser uma vontade de esquecer isso e focar em algo que sempre dá prazer, sem decepcionar — analisa Mayumi Sato, diretora de marketing da Sexlog.com: — O resultado foi uma surpresa pois, apesar de estar num ambiente com foco em sexo, as pessoas na rede são torcedoras, falam muito de futebol, colocam camisa de time em fotos do perfil. Essa preferência, porém, parece coisa de brasileiro. Em março deste ano, uma pesquisa semelhante foi feita no Reino Unido, por pesquisadores da companhia Nissan, mostrando que 56% dos britânicos acham que assistir a futebol é melhor do que fazer sexo. — Tradicionalmente, brasileiros gostam mais de sexo mesmo — acredita Mayumi. A resposta a uma das perguntas, porém, chamou atenção pela discrepância: quase 30% dos entrevistados disseram que preferem ver o time ser campeão mundial a ter uma noite de farra com Grazi Massafera ou Cauã Reymond. — A questão de ser campeão mundial faz toda a diferença. É um título, a reação é diferente — interpreta Mayumi. Para a psicanalista e escritora Regina Navarro Lins, esse resultado é esperado: — Ainda bem! Estranho seria se preferissem futebol ao sexo, que é uma necessidade básica, é prazeroso — diz a especialista, que atenta: — As pessoas só precisam aprender que, no sexo, quantidade não adianta. É a qualidade que interessa. E, para isso, você tem que ir para cama livre de qualquer pressão ou preconceito.



Sem dinheiro, menino pinta as próprias figurinhas da Copa do Mundo

Pedro Henrique Blaco Arouca mora em Bauru (SP) e chamou atenção de colegas e professores com o uso da criatividade para superar a carência financeira | Foto: Divulgação

Um menino de 8 anos chamou atenção de colegas e professores ao pintar as próprias figurinhas por não ter dinheiro para comprar as oficiais, da Panini. Pedro Henrique Blaco Arouca mora em Bauru (SP), onde também morou, na infância, ninguém menos que o Rei Pelé, e até ganhou um álbum da Copa do Mundo. No entanto, a mãe dele, Gleice Barizon Blanco, que trabalha como caixa de supermercado e recebe pouco mais de um salário mínimo, não tem condições de fornecer as figurinhas ao garoto. E foi justamente dessa dificuldade que surgiu a fonte de inspiração de Pedro Henrique, que começou a desenhar as próprias gravuras com os jogadores da competição mais importante do futebol. Para a arte, ele consultou o álbum coletivo que fica no corredor da escola em que estuda. Nos desenhos do menino estão craques como Neymar, Messi, Cristiano Ronaldo e até o Pelé. "É que eu não sabia de muitos jogadores do Brasil, então eu resolvi desenhar o Pelé. Eu sei que ele foi um grande jogador", disse Pedro ao G1. Os traços do jovem artista são simples, mas repletos de detalhes. “O mais difícil de fazer são os jogadores, eu fiz a taça também, mas os jogadores são mais complicados”, explica. E a mãe completa: "O álbum original é cheio de detalhes que são difíceis para uma criança memorizar. Os países, os lugares certinhos das figurinhas. Ele desenha dia e noite pensando na Copa". Na adaptação dele, Pedro criou até mesmo a embalagem das figurinhas. A mãe é quem explica: “Ele pegou um saquinho de hortifruti, colocou as figurinhas e falou: 'Olha mãe minhas figurinhas também vem no pacotinho'. E eu pensei: 'Tenho que comprar um álbum para ele'". O pai do menino morreu quando ele tinha 2 anos e ele vive com a mãe, que sustenta a família com pouco mais de um salário mínimo. “Eu comprei o álbum para ele, mas é muito difícil completar as figurinhas, não tem condições de ficar comprando”, diz ela. Graças à sua atitude, o menino Pedro Henrique tornou-se, ele mesmo, um craque aos olhos dos colegas e professores, ao ponto de tornar-se figurinha. “Eu fiquei impressionada, aí eu comecei a incentivar, levá-lo nas salas de aula para ele contar como teve ideia, como ele estava fazendo o álbum. E ele virou referência, a figurinha da escola”, diz a professora de Educação Física, Maria Cristina Herculani.



‘O estilo de vida das pessoas está ruim’, explica cardiologista

(Foto: Reprodução)

O cardiologista Carlos Alberto Machado afirma que o aumento das mortes por doenças não transmissíveis está ligado a uma combinação de piora no estilo de vida, envelhecimento populacional e redução do acesso aos serviços de saúde públicos e privados. "O estilo de vida das pessoas está ruim. Temos uma epidemia de obesidade e a qualidade da alimentação é péssima, com aumento do consumo de comida industrializada. A maioria da população vive nos grandes centros urbanos e, até em função da violência, se fecha em casa e faz menos atividade física". As mudanças nessa "cultura" ainda são de difícil implementação e não encontram consenso nem entre os especialistas da OMS. Apesar das recomendações, não houve um acordo entre eles sobre como responsabilizar o setor privado para reduzir o grau de açúcar nos produtos ou elevar impostos sobre refrigerantes - prática defendida pela entidade. 



Você sabe o que é Logística Reversa?

(Divulgação)

Imprescindível para a preservação ambiental e estruturação de uma sociedade sustentável, o processo de logística reversa consiste em duas etapas básicas: coleta + reciclagem e reutilização. O conceito já é obrigatório em vários países e têm se difundido gradativamente entre as grandes indústrias dos mais diversos segmentos no mundo todo, motivando a criação de novas leis que tornam empresas dos mais variados segmentos legalmente responsáveis por todo o ciclo de vida útil de um produto, promovendo a reutilização ou o descarte correto dos bens de consumo. No Brasil, a Política Nacional de Resíduos Sólidos – PNRS, baseada na lei nº 12.305, prevê a redução, reutilização e reciclagem na geração de resíduos. 

Dessa maneira, regulamenta e impõe a implementação de sistemas de produção e consumo consciente a fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes. Há diversas maneiras para empresas de grande e pequeno porte aplicarem a logística reversa em seus processos como buscar desenvolver de embalagens mais sustentáveis, com um composição mais homogênea e com menor peso, o que facilita a reciclagem e o reuso, e definir estratégias de recolhimento de produtos e embalagens, reintegrando o insumo ao seu processo produtivo original. “É fundamental que as empresas enxerguem a logística reversa como parte integrante da empresa como um todo, desde as estratégias iniciais. Com processos bem estruturados desde sua origem, tornaremos o setor empresarial mais  sustentável mais rapidamente”, afirma Nilo Cini Junior, presidente do Instituto de Logística Reversa – ILOG do Paraná, que atua desde 2016 auxiliando instituições de todos os portes a adotarem e desenvolverem práticas sustentáveis de produção. A indústria é responsável pela aplicação e difusão da logística reversa, mas os cidadãos também tem um papel crucial neste processo colaborando com a coleta seletiva. “Tudo começa com a separação adequada do lixo doméstico. O processo de logística reversa só é possível se cada fonte geradora, como residências, escolas, restaurantes e etc. separar materiais recicláveis tais como papéis, metais, plásticos e vidros dos resíduos orgânicos e descartá-los de maneira correta, entregando-os a cooperativas de reciclagem ou ao sistema de coleta seletiva oferecido pelos governos municipais e estaduais”, detalha Nilo Cini Junior. “No caso de pilhas, baterias e lâmpadas fluorescentes, que não são recicláveis e também não podem ser colocados no lixo orgânico por serem tóxicos, os cidadãos podem fazer sua parte procurando iniciativas que recolhem e dão um fim adequado a esses materiais”, relata. Além de representar um processo vital para o desenvolvimento sustentável do planeta, a logística reversa também é muito vantajosa do ponto de vista econômico tanto para empresas quanto para os consumidores. Retirar os resíduos do meio ambiente e reintegrá-los ao ciclo produtivo garante uma redução significativa na exploração de recursos naturais, diminuindo o impacto ambiental e os custos das indústrias com matéria-prima, o que torna a produção mais barata e pode refletir diretamente no preço do produto final.  Além de gerar empregos formais para a população por meio da coleta de material reciclável. “A construção de uma sociedade consciente da sua responsabilidade com a natureza depende muito da postura e iniciativas da indústria, e a logística reversa é o primeiro passo para isso”, compelta Nilo Cini Junior.

CONTINUE LENDO


‘Agora Pare, Pegue no Bumbum’: Música de ‘É O Tchan’ é pichada em sinalização de trânsito

Foto: TV Verdes Mares / Reprodução

Além de ser um dos grandes hits da banda “É O Tchan”, a música “Pega no Bumbum” caiu na graça de alguns pichadores do Ceará. Conforme informado pelo G1, uma sinalização de “pare”, no chão da Rua Coronel Ferraz, em Fortaleza, foi acrescida de parte da letra da canção que diz: “Agora pare. Pegue no bumbum”. Uma testemunha teria afirmado que os responsáveis pelo ato moram perto, “tomaram cerveja a noite inteira, botaram boneco, picharam a rua e foram embora". Após saber do ocorrido por meio de uma ligação feita para o 190, a Autarquia Municipal de Trânsito e Cidadania (AMC) enviou uma equipe ao local para apagar os escritos. "Isso é uma infração ao Código Penal, porque está danificando o patrimônio público. Em caso de flagrante podemos adotar um procedimento de apreensão do autor. Essa atitude é um ato de vandalismo que pode confundir a sinalização", afirmou Disraelli Brasil, gerente responsável pelo órgão.



Youtuber Whindersson ajuda fã com Paralisia Cerebral e caso acaba na Justiça

Foto: Reprodução

Conhecido como um dos maiores youtubers do Brasil, Whindersson Nunes atrai a cada vez mais fãs por todo o Mundo. Mas o youtuber está tendo uma dor de cabeça enorme com uma boa ação praticada por ele que acabou indo para a esfera da Justiça. Em fevereiro do ano passado, Whindersson se comoveu com o comentário de um seguidor: o estudante gaúcho André Nachtigall, diagnosticado com paralisia cerebral, pedia ajuda para adquirir um triciclo adaptado para poder frequentar as aulas na faculdade. O comediante prometeu ajudar na compra do veículo e o fez. Whindersson transferiu o valor e a Honda, ao tomar conhecimento do caso, também doou o valor relacionado à moto, o triciclo é feito em cima de uma moto. Ao todo, foram doados cerca de R$ 25 mil. No entanto, o dono da empresa responsável não fabricou a peça. André levou o caso à Justiça e duas audiências já foram realizadas, mas até agora, não houve acordo. Segundo o estudante, o empresário que faria o veículo adaptado mora em Ananindeua, no Pará, e foi escolhido por ser considerado o único no país que faz a documentação para triciclo. Por sua vez, o proprietária da empresa responsável afirma: “Não somos bandidos, simplesmente, não tenho condições de devolver. Estamos atravessando por uma dificuldade, como qualquer microempresa que foi afetada pelo maldito governo”. A empresa também diz não poder fixar um prazo para a entrega. Diagnosticado no nascimento com a doença, Nachtigall é morador da cidade de Pelotas, no Rio Grande do Sul, e estudante de engenharia da computação na Universidade Federal de Pelotas. Ele conta com a ajuda da mãe para realizar a locomoção diariamente, mas que, devido à sobrecarga e ao conflito de horários, decidiu buscar outras alternativas. No entanto, o jovem continua na mesma situação. Nachtigall afirma que Whindersson chegou a oferecer outro triciclo, mas ele não aceitou.



Garoto de 11 anos já desenvolveu sete 'APPS' para Iphone

Foto: Reprodução

Cansado de ver televisão, um menino australiano de apenas 11 anos, Yuma Soerianto, já desenvolveu sete aplicativos disponibilizados na App Store, a loja virtual da Apple. "Comecei a programar com seis anos. Voltei da escola e geralmente via televisão, mas eram repetições e eu odeio repetições. São chatas. Quis fazer algo mais do que ver televisão", explica Soerianto em conversa com o Cnet. Começando a partir de pequenos tutoriais e da construção do seu próprio site, Soerianto passou a desenvolver jogos para navegadores de internet e, pouco depois, criou os apps disponíveis na App Store. Agora, o garoto já está desenvolvendo apps em Realidade Aumentada. No mais recente deles, chamado ‘Let’s Stack AR!’, os jogadores devem ajudar um pato a empilhar blocos 3D. O garoto também mantém o seu próprio canal de YouTube, o Anyone Can Code, no qual procura encorajar e ensinar outras pessoas a começarem a programar.



Equipe de Robótica Brasileira é campeã em competição nos Estados Unidos

(Foto: Divulgação)

A Equipe DROID conquistou o primeiro lugar na categoria Balancer Race da Robogames 2018. Atualmente a Robogames é a maior competição internacional de robótica. Seu foco principal são as lutas de robôs, mas o evento também conta com diversas outras categorias, as quais envolvem resolver desafios com robôs autônomos. A 14 edição aconteceu em Pleasaton, cidade perto de São Francisco, Califórnia entre os dias 27 e 29 de abril de 2018. A equipe brasileira foi campeã na categoria Balancer Race, que consiste em uma corrida de robôs estaticamente instáveis, ou seja, robôs que precisam estar ligados para permanecerem de pé. De acordo com as regras da competição, os robôs necessitam estar equilibrados sobre apenas uma ou duas rodas ou sobre uma esfera. Para completar o desafio, o robô deve percorrer uma distância de 6 metros e, no final do trajeto, permanecer parado. 

A pontuação final é proporcional ao tempo em que o robô completou o desafio, logo, a equipe com a menor pontuação ganha. Os competidores podem também selecionar alguns desafios adicionais, como passar por rampas, redutores de velocidade ou desviar de cones. Esses desafios possuem fatores multiplicativos  que diminuem o tempo total de percurso. A Equipe DROID, em seu primeiro ano nesta categoria, completou o desafio em 6,31 segundos e, com os desafios adicionais, teve um tempo final reduzido para 1,893 segundos, garantindo o primeiro lugar entre equipes dos Estados Unidos, México, e Egito. A Divisão De Robótica Inteligente (DROID) é formada por alunos de diversos cursos da Universidade de Brasília, entre eles, engenharia mecatrônica, elétrica, mecânica e ciência da computação. Os membros da equipe focam em trabalhar com robótica autônoma e participar de competições que pertencem a esta área. Além da Robogames, a equipe participa da competição latino-americana (LARC), na qual também possui muitos títulos. A DROID recebe o apoio da universidade, em especial, da Faculdade de Tecnologia e de seus patrocinadores, a AUTOTRAC, a TEDTEC e a DRON para realizar seus projetos e viagens.

CONTINUE LENDO


Descoberta em cemitério, jovem tenta carreira de modelo

Beatriz Rosa ajuda o pai na limpeza de túmulos no cemitério de Jacareí (Foto: Camilla Motta/G1)

Após ser 'descoberta' em um cemitério, a jovem Beatriz Rosa, de 18 anos, tenta carreira de modelo. Há quatro anos ela, que é ajudante do pai coveiro, faz a limpeza de túmulos em Jacareí (SP). Durante o trabalho, um dia a beleza da estudante chamou a atenção de uma família que participava de um sepultamento.“Uma mulher me pediu ajuda para molhar uma planta. Quando me aproximei, ela me olhou e perguntou se eu já tinha pensado em ser modelo. Eu disse que queria, mas que não tinha condições financeiras para fazer um 'book'. Ela disse que tinha uma prima fotógrafa e ia ver se conseguia me ajudar”, contou a jovem, que sonha em ser modelo fotográfica desde criança.A fotógrafa Edna Medici se interessou e se propôs a conhecer a modelo, que pesa 43 quilos e mede 1,62. “Quando a vi achei linda, mas não resolvi ajudar com interesse de que ela ia dar certo, mas por paixão. Acabei me apaixonando por ela e pela família dela, que são educados e humildades. Torço muito para que dê tudo certo, estou sempre tentando ajudar e acompanhando”, disse.A fotógrafa fez o 'book' da modelo e também a ajudou a conseguir alguns trabalhos em lojas e em uma capa de revista regional.

O rosto marcante de Beatriz começou a ganhar visibilidade nas últimas semanas, depois que a jovem apareceu no programa matinal da apresentadora Ana Maria Braga. A aparição rendeu um contrato com uma grande agência de modelos. Edna foi quem mandou um email para o programa contando a história de Beatriz. “Todo lugar que eu vou agora alguém me pede uma foto, um autógrafo. Até um fã clube fizeram para mim. Eu não esperava tudo isso. Foi uma surpresa minha participação no programa e mais surpresa ainda toda essa repercussão”, contou.A jovem espera conseguir trabalhar no mundo da moda e pretende ajudar a família com o salário. “Minha vó trabalha no cemitério há 50 anos, meu pai é coveiro há 24 anos e, desde sempre, eu e a minha mãe estamos aqui com ele, ajudando. As pessoas acham estranho, mas é um lugar muito tranquilo, de paz. Eu gosto de estar aqui e agora é um lugar que me fez ganhar uma chance na vida”, afirmou.

CONTINUE LENDO


'Vingadores: Guerra Infinita' arrecada mais de US$ 178,5 milhões em três dias

(Divulgação)

O longa "Vingadores: Guerra Infinita" já arrecadou US$ 178,5 milhões (em torno de R$ 619 milhões) desde a estreia, na quinta (26), em todo o mundo, segundo a Variety. A expectativa é de que arrecade mais de US$ 240 (cerca de R$ 832 milhões) até o fim de domingo na América do Norte. Caso a previsão se confirme, o filme da Marvel ganhará o título de segunda maior bilheteria doméstica em um fim de semana de estreia, atrás apenas de "Star Wars: O Despertar da Força", que alcançou US$ 248 milhões (cerca de R$ 860 milhões). Hoje, o segundo lugar é de "Star Wars: O Último Jedi", com US$ 220 milhões (em torno de R$ 763 milhões). "Vingadores: Guerra Infinita" também deve se tornar o sexto filme da história a superar a marca de US$ 200 milhões em bilheteria doméstica durante o fim de semana de estreia, junto dos dois filmes da saga Star Wars, de "Jurassic World", "Os Vingadores" e "Pantera Negra".Inspirado nos quadrinhos da Marvel, o longa dá sequência aos filmes com o grupo de super-heróis de 2012 e 2015. Na trama, personagens como Homem de Ferro, Pantera Negra e os Guardiões da Galáxia se reúnem para enfrentar Thanos, vilão que quer controlar o universo.



4 Motivos para se meditar no Trabalho

(Foto: Reprodução)

A prática da meditação tem ganhado os escritórios do Brasil afora e quem já experimentou a técnica budista garante não largar mais, seja no ambiente de trabalho ou em casa. Os benefícios de incorporar a prática à rotina vão desde maior poder de concentração até aumento da criatividade. Para quem deseja entender os efeitos da meditação ao cérebro, a Editora Alaúde acaba de lançar o livro “Cérebro e meditação”, obra que retrata os diálogos entre o monge francês Matthieu Ricard – considerado o homem mais feliz do mundo, segundo pesquisadores da Universidade de Wisconsin - e o neurocientista Wolf Singer, diretor do Instituto Max Planck de Pesquisa do Cérebro (Alemanha). Singer é considerado um dos maiores especialistas mundiais no cérebro e autor de mais de 400 artigos científicos sobre neurociência. Veja abaixo a lista com motivos para iniciar a prática hoje.

 

Aumenta o grau de concentração

Relatório para terminar, reunião para acompanhar, projeto para desenvolver e concentração nula. A prática da meditação ajuda a se concentrar em um objetivo específico, criando um fluxo de atenção e aqueles que meditam podem manter a sua atenção durante períodos relativamente longos, conta o monge Mathieu Ricard.

Melhora o relacionamento interpessoal

Sabe aquela pessoa estourada, o famoso pavio curto? Os adeptos da prática budista desconhecem essas atitudes, isso porque eles desenvolvem o autoconhecimento e a meditação aumenta a sensibilidade em relação ao outro. Ainda de acordo com o estudo feito pelo Instituto Max-Planck (Alemanha), dirigido por Wolf Singer, os “burn-outs” são um resultado do desgaste emocional causado pela “fadiga da empatia”.

Aumenta a criatividade e produtividade

Checar o e-mail e Whatsapp a cada cinco minutos consome seu tempo, não?! A concentração ganhada durante a meditação vai aumentar não apenas a sua produtividade no escritório como também a criatividade, já que você não interromperá o processo criativo com facilidade. Ou seja, tudo terá sua hora certa para fazer.

Reduz a ansiedade

A preocupação com o futuro e o próximo passo pode tornar a rotina no mínimo estressante, por isso a prática ajuda o indivíduo a se concentrar no hoje. Para

Mathieu Ricard,  “passamos um tempo considerável sendo vítimas de pensamentos insuportáveis, da ansiedade e da raiva (...) achamos mais fácil considerar que esse caos é “normal”, que a “natureza humana é assim”.

CONTINUE LENDO


Polícia invade velório para destravar celular com digitais do defunto

Foto: Reprodução

Enquanto velava o corpo do seu marido, Victoria Armstrong, de 28 anos, viu o velório de seu noivo Linus Phillip, de 30 anos, ser invadido por policiais que precisavam desbloquear seu celular usando suas digitais. O caso aconteceu em Flórida, Estados Unidos. Linus havia sido morto pela própria polícia em um posto de gasolina. Segundo a Polícia local, ele não atendeu a solicitação dos agentes de encostar o carro para que fosse verificado se havia maconha no interior do veículo. Na tentativa de fugir, Linus acabou batendo o veículo. O celular do defunto precisava ser desbloqueado para esclarecer as circunstâncias da sua morte, em uma investigação sobre tráfico de drogas. O tenente Randall Chaney afirmou que foi uma tentativa frustrada de acessar dados no telefone para ajudar na investigação sobre a morte de Phillip e um inquérito separado sobre drogas que o envolveu. O tenente afirmou ainda que os detetives não  precisariam de um mandado porque não havia expectativa de privacidade após a morte.